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Lutas e conquistas

Secretaria de Estado inaugura Memorial da Inclusão: os Caminhos da Pessoa com Deficiência

 No dia 3 de dezembro, Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência inaugurou o Memorial da Inclusão: os Caminhos da Pessoa com Deficiência. O objetivo é resgatar a história de lutas e conquistas das pessoas com deficiência na busca de dignidade e igualdade de direitos. Para marcar a data, o Memorial  apresentou uma exposição fotográfica e de documentos pontuais.

A abertura da exposição foi antecedida do Seminário "Memórias, Conquistas e o Futuro do Movimento das Pessoas com Deficiência no Brasil", o qual contou com palestrantes envolvidos na luta pelos direitos das pessoas com deficiência, que traçaram um panorama dos últimos anos e perspectivas para o futuro.

fonte: http://sentidos.uol.com.br

Rosangela Moreira



Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 2h05 PM
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Para-panamericano

Conquista brasileira
Atleta mineiro conquista 2 medalhas de prata Para-panamericano Juvenil, na Colômbia
 
O tenista Rafael exibe com orgulho as medalhas que conquistou na Colômbia

O tenista paraolímpico mineiro Rafael Medeiros, de 19 anos, da equipe da ONG Tênis Para Todos, conquistou 2 medalhas de prata no Para-panamericano Juvenil, realizado em outubro em Bogotá, na Colômbia.

Rafael sagrou-se vice-campeão na chave de simples, sendo derrotado na final pelo argentino Gustavo Fernandez. Nas duplas, tendo como companheiro o paulista Pedro Rocha, também conquistou o 2º lugar, quando a dupla brasileira foi derrotada pelos argentinos Gustavo Fernandez/ Ezequiel Casco.

Rafael Medeiros formou-se como atleta paraolímpico no Programa Tênis Sobre Rodas, da Tênis Para Todos, integrando a equipe de competições da entidade, sendo atualmente o nº 1 no ranking brasileiro de duplas e 5º no ranking de simples.

A Tênis Para Todos - esporte com qualidade e responsabilidade - está sediada em Belo Horizonte e foi registrada oficialmente em janeiro de 2004 e desenvolve os Programas "Tênis Sobre Rodas", "SuperAção", "Tênis nas Vilas", "Tênis na Escola" e "Tênis no Parque".

Os tenistas Daniel Rodrigues e Rafael
Medeiros, atletas da ONG Tênis Para Todos

A entidade especializou-se no planejamento e administração de programas sócio-esportivos para crianças e adolescentes de famílias de baixa renda, pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida de todas as faixas etárias e classes sociais, e treinamento de atletas de alto rendimento de tênis paraolímpico para competições.

Através do seu Programa "Tênis Para Todos Universitário", proporciona a integração de universitários com alunos e atletas de tênis paraolímpico, capacitando-os para a modalidade e o trabalho com a mesma, além de fomentar pesquisas para a elaboração de material científico.

A organização além de promover torneios estaduais, nacionais e internacionais, desenvolve palestras sobre Motivação, Esporte, Inclusão e Progressão Social, Esporte Adaptado, Organização de Eventos e outros temas.

http://sentidos.uol.com.br

Rosangela Moreira



Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 8h15 PM
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Rumo ao Canadá

Com paralisia cerebral grave e movimentos apenas do pescoço para cima, Antônio Leme dedica-se há três anos ao esporte
 
  
 
 

Tó treina há três anos juntamente com outros atletas na Cepac

A cidade de Jacareí, no Vale do Paraíba, terá um representante na seleção brasileira que competirá na Copa América de Bocha Adaptada. O atleta Antônio Leme, conhecido como Tó, é integrante da equipe de bocha adaptada para pessoa com deficiência de Jacareí e foi convidado pela Associação Nacional de Desporto para Deficientes (Ande) para integrar a delegação do Brasil. A disputa ocorre em Montreal, no Canadá, entre os dias 24 e 29 de outubro.

Aos 44 anos, Tó joga há três anos pela modalidade BC3, categoria destinada a pessoas com paralisia cerebral severa. Ele se movimenta apenas do pescoço para cima e não fala, mas, mesmo assim, dedica-se aos estudos do esporte e trabalha como vendedor de doces nas ruas do centro da cidade, com ajuda de sua cadeira de rodas elétrica

O convite para fazer parte da seleção brasileira de bocha adaptada, que contará com 11 esportistas, surgiu após o atleta conquistar a medalha de prata no Campeonato Regional de Bocha Adaptada, disputado em agosto na cidade de Taboão da Serra, na Grande São Paulo.

O atleta é um dos jogadores mais antigos da equipe de bocha adaptada de Jacareí, formada por mais seis pessoas, com idades entre 35 e 45 anos. Desde que foi criado, há três anos, o grupo treina no espaço cedido pela prefeitura da cidade, que mantém convênio com Associação Criança Especial de Pais Companheiros (Cepac), sob a supervisão de professores de educação física, que são contratados pela prefeitura para atender o time.

A conquista da prata em
Taboão da Serra(SP)
garantiu ao atleta a
vaga para o Canadá

http://sentidos.uol.com.br/canais/materia

Rosangela Moreira



Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 11h55 PM
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Exposição de fotos

"Vida - Obra: Desdobramentos do Trabalho com o Sistema Braille no Brasil" é uma homenagem ao bicentenário de Louis Braille, que apresenta um registro das conquistas de brasileiros com deficiência visual"

Controle de montagem de livros feitos por pessoas com deficiência visual

A exposição fotográfica "Vida - Obra: Desdobramentos do Trabalho com o Sistema Braille no Brasil" acontece de 2 a 19 de setembro noEspaço Cultural do Conjunto Nacional, e São Paulo.A realização da exposição gratuita é uma homenagem ao bicentenário de Louis Braille, francês criador do sistema de leitura para pessoas com deficiência visual e para comemorar o Dia Municipal do Braille, quefoi celebrado no dia 3 de setembro.

A exposição pretende abordar a complexidade e a diversidade entre invenção e inventor, por meio de fatos e episódios da vida de Louis Braille. O público conhecerá a história da educação de pessoas com deficiência visual a partir de e de importantes nomes que contribuíram para seu desenvolvimento como Valentin Haüy, Charles Barbier e do próprio Louis Braille. Haverá também o ensaio fotográfico de Rogério Albuquerque, que registrou cenas, como as fotos que ilustram essa matéria, de entidades que utilizam o Sistema Braille, como um instrumento de conquistas das pessoas com deficiência visual, na cidade de São Paulo.

O evento é organizado pelas ONGs Projeto Acesso - Centro Brasileiro de Apoio Pedagógico Especializado ao Deficiente Visual, e pela Unidade para Reabilitação de Deficientes Visuais, a URDV, da Associação Cívica Feminina (ACF). Ambas integram a Comissão Paulistana em Homenagem ao Bicentenário de Louis Braille (CPHBLB), formada especialmente pela União Nacional de Cegos para celebrar o aniversário de um dos personagens mais significativos do universo de pessoas com deficiência visual.

"Apesar do avanço tecnológico, o alfabeto Braille, embora aperfeiçoado, continua sendo o Alfabeto Universal da Leitura e Escrita Direta para Cegos. Ele permite autonomia, independência e liberdade de expressão, já que ler e escrever nos diferenciam enquanto seres sociais", revela Vera Zednik, presidente do Projeto Acesso.

Louis Braille (1809-1852) perdeu a visão aos três anos de idade devido a um acidente na selaria de seu pai. Dono de inteligência brilhante, aos 16 anos, ele apresentou a primeira versão de um sistema de escrita e leitura, baseado na combinação de seis pontos em relevo, que permitia a representação do alfabeto e dos números, da simbologia aritmética, da fonética e da musicográfica.

José Álvares de Azevedo, um jovem cego que havia estudado em Paris, introduziu no Brasil o Sistema Braille, em meados de 1850. O País foi o primeiro do continente americano a adotar o Sistema.

Aula de matemática para o 5º ano
na Instituição Padre Chico

Curso de musicografia em Braille na
Associação Laramara

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), existem hoje no mundo 180 milhões de pessoas com deficiência visual, sendo 45 milhões cegos. O Brasil tem cerca de 1,5 milhão de pessoas com deficiência visual, segundo a ONU. Dentre eles 900 mil puderam receber os benefícios do Sistema Braille. "Vida - Obra: Desdobramentos do trabalho com o Sistema Braille no Brasil" é uma oportunidade para que as pessoas possam aproximar o olhar de uma realidade que traz luz a milhares de brasileiros.

Para ser realizado, o evento contou com o apoio institucional do Condomínio Conjunto Nacional, de Efeito Visual, do Instituto Benemérito Angelina Salvatore, do InstanColor, da Ketchum Estratégia e de Rogério Albuquerque Fotografia, entre outros.

Vida - Obra: Desdobramentos do Trabalho com o Sistema BrailLe no Brasil
Data: 2 a 19 de setembro
Onde: Espaço Cultural do Conjunto Nacional - térreo (Av. Paulista, 2.073)
Horário: das 7h às 22h
Entrada gratuita
http://sentidos.uol.com.br

Rosangela Pinheiro



Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 3h23 PM
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Inclusão

Instituto ajuda na inclusão de deficientes visuais

Em Cuiabá, deficientes visuais têm aula de música, canto, informática e braile, numa iniciativa que conta com o apoio do Criança Esperança.

Suelen Frigo Cuiabá

 

Sabrina e os amigos fazem parte da banda da Associação dos Cegos de Mato Grosso. Eles ensaiam toda a semana e, a cada apresentação, exibem o que aprenderam.

O Instituto, beneficiado com recursos do Criança Esperança, tem 180 alunos. Desde cedo os pequenos têm aula de mobilidade, aprendem a caminhar nas ruas e avenidas, com segurança.

"Hoje em dia os carros são muito silenciosos. Eles tem essa dificuldade de ouvir o barulho carro. Muitas vezes quando eles vão atravessar, o carro está muito em cima", diz a professora, Vânia Cristina de Carvalho.

O Instituto tem 30 anos nesse período mais de quatro mil alunos passaram por aqui. Este é um dos momentos mais importantes. Os deficientes visuais estão sendo preparados para frequentar uma escola regular.

No papel em alto relevo eles deslizam os dedos, interpretam os sinais, decifram cada palavra. Maurício, 11 anos, revela um outro talento: o de desenhista. No papel, um mundo que nunca teve a oportunidade de ver.

http://g1.globo.com/jornaldaglobo/0,,MUL1290775-16021,00-INSTITUTO+AJUDA+NA+INCLUSAO+DE+DEFICIENTES+VISUAIS.html

Rosangela Moreira



Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 1h54 AM
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Em cadeira de rodas

Brasileiros representarão o país em evento de dança esportiva em cadeiras de rodas, na Rússia.

 
 

Campeonato Mundial 2008 - Minsk/Bielorússia

  

A Associação Baiana de Dança em Cadeira de Rodas (ABDCR), através da dupla Cabral & Anete, representará o Brasil pela 1ª vez na Copa dos Continentes 2009 - The International Wheelchair Dance Sport Competition que ocorrerá em St. Petersburg, na Rússia, no período de 28 a 31 de agosto de 2009. Além do Brasil, participarão desta competição mais 12 países: Áustria, Bielorússia, Finlândia, Alemanha, Hong Kong, Israel, Kazaquistão, Malta, Holanda, Noruega, Slovakia e Rússia.

A participação do Brasil, num evento como este, é muito importante. A dupla terá oportunidade de competir com outras equipes e adquirir novos conhecimentos e informações acerca do universo da Dança Esportiva em Cadeira de Rodas (DECR), bem como as variações da modalidade. Serão apresentadas a DECR na versão de combi dance (cadeirante e andante), duo dance (dois cadeirantes), internacional team match (DECR em grupo), assim como a Dança em Cadeira de Rodas nas versões Latin American Dance, Folk Dance, Freestyle Dance e Single.

"Tudo isto representará um leque de opções para mostrarmos aos bailarinos tanto da nossa Associação, como para outros de todo o Brasil o nosso trabalho,pois nosso objetivo é continuarmos sendo multiplicadores dessas informações que temos a certeza, agregarão mais adeptos à prática da Dança Esportiva em Cadeira de Rodas", diz a dançarina da Cia Rodas no Salão, Anete Cardoso Cruz.

A Associação Baiana de Dança em Cadeira de Rodas é uma entidade sem fins lucrativos, que existe desde 2002, mas que se tornou pessoa jurídica em 2006 e que trabalha na promoção da pessoa com deficiência e resgate da auto-estima através da prática da dança, seja na modalidade esportiva como artística.

Atualmente a ABDCR contempla a CRS (Cia Rodas no Salão) que funciona todos os dias e a EDROS (Escola de Dança Rodas no Salão) na qual é oferecida, às 3ª e 5ªf, das 14:30h às 17:30h, aulas gratuitas de DECR, para pessoas com e sem deficiência física.
Da escolinha já saíram alguns talentos que hoje fazem parte da CRS e que este ano já participarão pela 1ª vez do Campeonato Brasileiro que ocorrerá em dezembro, em Juiz de Fora - MG.

 Uol sentidos

Rosangela Pinheiro



Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 1h44 AM
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Dia Municipal do Braille

Dia Municipal do Braille

Data é comemorada com ciclo de palestras que será realizado de agosto a novembro

 

 
 

Em homenagem às comemorações dos 200 Anos de Nascimento de Louis Braille, inventor do sistema de escrita e leitura por pontos em relevo utilizado pelas pessoas cegas de todo o mundo, foi sancionada no dia 12 de maio de 2009, a Lei Municipal nº 14.925, que instituiu na cidade de São Paulo o "Dia Municipal do Braille", a ser comemorado anualmente no dia 03 de setembro.

O "Dia Municipal do Braille" tem como objetivo ser um momento de reflexão e discussão onde a educação, a empregabilidade e a inclusão social das pessoas cegas e com baixa visão sejam avaliadas e novos rumos sejam apontados a fim de que a sociedade crie seus mecanismos para favorecer o desenvolvimento intelectual, profissional e social dos deficientes visuais no Brasil.

"Louis Braille foi um jovem brilhante que ao inventar um sistema de leitura e escrita para as pessoas cegas mudou a vida destas pessoas em todo o mundo. O Sistema Braille garante maior independência, autonomia e segurança, fatores indispensáveis à auto-estima de todo ser humano", comenta Dorina de Gouvêa Nowill, 90 anos, primeira aluna cega a freqüentar um curso regular na rede de ensino.

As Comemorações do Bicentenário de Louis Braille começaram em 4 de janeiro de 2009 e se estenderão até 4 de janeiro de 2010. O francês nasceu em 4 de janeiro de 1809, ficou cego durante a infância e, em 1825, aos 16 anos, apresentou a primeira versão de um sistema de escrita e leitura que mudou a vida das pessoas cegas em todo o mundo.


De agosto a novembro de 2009 as instituições da Comissão Paulistana para o Bicentenário de Louis Braille organizam palestras com temas relacionados ao sistema de escrita e leitura em relevo e seu inventor. Serão abordados temas como a produção de livros em braille, a evolução do sistema braille no mundo, a importância de Louis Braille para as pessoas cegas, novas tecnologias, educação de pessoas com deficiência visual e políticas públicas nesta área.

As palestras buscam aproximar o tema da deficiência visual dos mais diversos públicos da comunidade já que uma das dificuldades do deficiente visual é que as demais pessoas a sua volta não conhecem os recursos disponíveis para o aprendizado e as possibilidades de inclusão das pessoas cegas e com baixa visão.

Com inscrições gratuitas as palestras são voltadas para professores, profissionais, familiares e demais interessados.


O ciclo iniciou no dia 26 de agosto, com a palestra "A Produção do Livro em Braille". Promovido pela Fundação Dorina e Associação Brasileira de Educadores de Deficientes Visuais. O encontro aconteceu na Sala de Debates do Centro Cultural São Paulo, Rua Vergueiro, nº 1000 - Paraíso, São Paulo.


As demais palestras serão:

"O Braille Nosso de Cada Dia", no dia 12 de setembro, das 15h às 17h. Realizada na Sala de Debates do Centro Cultural São Paulo, e promovida pela ADEVA, CADEVI e Biblioteca Louis Braille do Centro Cultural São Paulo.

"O Braille nos dias de Hoje: sua história e seu futuro", promovido pela Sociedade Bíblica do Brasil acontecerá no dia 19 de setembro, as 8h30min, no Museu da Bíblia, Av. Pastor Sebastião Davino dos Reis, nº 672, Barueri.
Inscrições: (11) 3245-8985 ou 3474-5733.

"O Sistema de Leitura e Escrita em Braille no Processo Educacional do Público Deficiente Visual", promovido pelo Centro de Apoio Pedagógico Especializado de São Paulo, Instituto de Cegos Padre Chico, Projeto Acesso e URDV e CAPE-SP, acontecerá no dia 07 de outubro, das 14h às 17h, no CAPE São Paulo, Rua Pensilvânia, nº 115, Brooklin, São Paulo.
Inscrições: (11) 5091-3700 | cape@edunet.sp.gov.br

Já a palestra "O Braille no Cenário das Novas Tecnologias", promovida pela Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual - LARAMARA acontecerá no dia 11 de novembro de 2009, das 13h30 às 16h, no Auditório da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Av. Auro Soares de Moura Andrade, 564 - Portão 10 - Barra Funda.
Inscrições: (11) 3660-6412 | eventos@laramara.org.br

O ciclo de palestras "200 Anos de Nascimento de Louis Braille - O Sistema Braille como instrumento de conquistas" encerra no dia 18 de novembro, das 15h as 17h com o tema "Políticas públicas e o Braille". Organizado pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência e Secretaria de Estado da Educação o encontro será no Auditório da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Av. Auro Soares de Moura Andrade, 564 - Portão 10 - Barra Funda.
Inscrições: (11) 5091-3700 | cape@edunet.sp.gov.br

Reportagem: Redação Sentidos

Rosangela Moreira



Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 12h17 AM
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Ensino de Libras

Ministério da Educação
Universidade Federal de Santa Catarina
Prolibras 2009 - Certificação de Proficiência na LIBRAS


Intérpretes e a quem interessar:

Estarão abertas no período de 01/09/2009 até às 23h59min do dia 30/09/2009 (observado o Horário Oficial de Brasília), pelo site
http://www.prolibra s.ufsc.br/ as inscrições ao Exame Nacional para Certificação de Proficiência no uso e no ensino da Libras e para Certificação de Proficiência na tradução e interpretação da Libras/Portuguê s/Libras, denominado Prolibras, conforme Decreto 5626/05 que regulamenta a Lei nº 10436 de 24 de abril de 2002. 

Para os intérpretes que ainda não tem certificação que a inscrição é OBRIGATÓRIA!! !!!!!!
Consulte o site abaixo para maiores detalhes
http://www.prolibras.ufsc.br/

Rosangela Pinheiro




Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 12h01 AM
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Ligado

Teatro inclusivo

Espetáculo associa difusão da arte e da cultura à inclusão por meio da oferta simultânea de distintas medidas de acessibilidade

Cena da peça: Ninguém Mais Vai Ser Bonzinho

A Escola de Gente - Comunicação em Inclusão e o Instituto Oi Futuro promoverão, no dia 24 de agosto, no Centro Cultural Solar de Botafogo, no Rio de Janeiro, uma apresentação especial da comédia "Ninguém Mais Vai Ser Bonzinho", com Os Inclusos e os Sisos - Teatro de Mobilização pela Diversidade, projeto de arte para transformação social da Escola de Gente. A iniciativa tem apoio do Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Identidade e Diversidade Cultural - SID/MinC. O evento contará com a presença do Secretário da SID/MinC, Américo Córdula.

Comédia ágil e de suspense policial, "Ninguém Mais Vai Ser Bonzinho" mostra formas sutis de discriminação evidenciadas por uma situação limite na qual quatro pessoas, entre elas uma jovem com síndrome de Down, presas em um ônibus seqüestrado e sem perspectiva de ajuda, lutam para não morrer.

A peça, livremente inspirada em livro da jornalista Claudia Werneck - presidente da ONG Escola de Gente - é escrita por Diego Molina com supervisão de Bosco Brasil e foi produzida em 2007, tornando-se a primeira peça de teatro brasileira a garantir a pessoas com deficiência e ou mobilidade reduzida o direito de participar em igualdade de condições da vida cultural de suas comunidades, e desde então tem percorrido diferentes estados do país.

O espetáculo conta com acessibilidade na comunicação, pois associa difusão da arte e da cultura à inclusão por meio da oferta simultânea de distintas medidas de acessibilidade, como tradução para Língua brasileira de sinais (Libras), legenda eletrônica audiodescrição, programas impressos em tinta e em braile.

Espetáculo: Ninguém mais vai ser bonzinho
Data: 24 de agosto de 2009
Horário: 19 horas
Local: Centro Cultural Solar de Botafogo - Rua General Polidoro, 180, Botafogo, Rio de Janeiro - RJ. (Teatro com acessibilidade física)
Reserva de convites através do e-mail: escoladegente@escoladegente.org.br
Realização: Escola de Gente - Comunicação em Inclusão
Patrocínio: Oi
Apoio: Oi Futuro, Lei de Incentivo a Cultura - Ministério da Cultura, Brasil - Um País de Todos.

http://sentidos.uol.com.br

Rosangela Pinheiro



Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 3h13 AM
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Fique Ligado!

 
 
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Inserida em: 3/8/2009
 
Foto: Divulgação
 
Reportagem: Redação Sentidos
 
 
 

Assim Vivemos

Assim Vivemos, 4° Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência acontecerá no Rio, Brasília e São Paulo

Festival Assim Vivemos: cenas do filme Sentidos à Flor da Pele, de Evaldo Mocarzel

Nesse segundo semestre o Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo serão sedes do Assim Vivemos - 4º Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência. Na programação deste ano, predominam filmes centrados nos indivíduos: em suas subjetividades, sentimentos, idéias, conflitos familiares e dramas pessoais, refletindo uma tendência do documentário e da produção artística em todo o mundo.

Criado por Gustavo Acioli e Lara Pozzobon, o Festival, patrocinado pelo Centro Cultural Banco do Brasil, é promovido a cada dois anos. Sua primeira edição foi realizada em 2003, no Rio de Janeiro e em Brasília. Desde então, o festival proporciona todas as acessibilidades nas sessões dos filmes como a audiodescrição (descrição de tudo o que aparece na imagem dos filmes e que não pode ser entendido apenas pelo áudio), legendas com Closed Caption (inclusive nos filmes brasileiros), intérpretes de Língua de Sinais (LIBRAS), catálogos em Braille, além de disponibilizar acessos adaptados para cadeirantes.

O festival será realizado de 04 a 16 de agosto no Rio de Janeiro, de 25 de agosto a 06 de setembro em Brasília e de 07 a 18 de outubro em São Paulo, no Centro Cultural Banco do Brasil. Serão exibidos 24 filmes de 13 países. O Brasil participa do festival com quatro produções nacionais. Sentidos à Flor da Pele, de Evaldo Mocarzel, Pindorama, de Roberto Berliner, Lula Queiroga e Leo Crivellare, Dreznica, de Anna Azevedo e O Vôo da Cegonha, de Laly Cataguases.

Também serão realizados debates sobre temas específicos, congregando pessoas com deficiência, profissionais especializados, professores universitários, diretores de cinema, entre outros.

Todas as sessões terão entrada franca. Veja a programação completa acessando o link:
http://www.assimvivemos.com.br/www/2009/index.php/programa/

O Programa Assim Vivemos está sendo transmitido pela TV BRASIL desde março e ficará em cartaz até agosto, sempre aos domingos, às 18h30.

http://sentidos.uol.com.br

Rosangela Pinheiro



Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 10h03 PM
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Interatividade

Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência amplia comunicação com os cidadãos com o objetivo é oferecer maior interatividade e dinamismo

A fim de ampliar os canais de comunicação com os cidadãos e de disseminação de informações referentes à pessoa com deficiência e à pasta, a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência lançou no dia 14 de julho seus perfis nas redes sociais Twitter e Facebook.

O endereço no Twitter pode ser acessado em
http://twitter.com/deficienciasp. No site serão publicadas notícias da Secretaria, outras pastas do governo e relacionadas ao assunto da pessoa com deficiência, como novidades em acessibilidade, inclusão, eventos, entre outros assuntos. Usuários do site podem seguir o usuário @deficienciasp. Internautas com acesso a leitores de feed RSS podem receber as atualizações do Twitter da Secretaria a partir do endereço http://twitter.com/statuses/user_timeline/53392269.rss.

A comunidade virtual Facebook também hospeda um perfil da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Para acessá-lo, basta ter cadastro no site e buscar o nome Deficiência SP ou pelo e-mail
faleconosco@pessoacomdeficiencia.sp.gov.br.

Nova determinação
Uma resolução da Secretaria de Gestão Pública, publicada no Diário Oficial de 27 de junho, prevê a liberação do acesso às redes sociais aos funcionários dos órgãos públicos. A nova regra exige que os órgãos paulistas passem a ter acesso irrestrito no ambiente de trabalho às novas ferramentas sociais da web 2.0, que servem como canais de comunicação, armazenamento e compartilhamento de arquivos. Antes da permissão, cada órgão estadual definia o uso da comunicação na rede e algumas áreas da administração pública restringiam parcial ou totalmente esses sites.

Sobre as novas ferramentas
Twitter é uma rede social e servidor para microblogging que permite aos usuários que enviem e leiam atualizações pessoais de outros contatos (em textos de até 140 caracteres, conhecidos como "tweets"), através da própria Internet ou por SMS (torpedos).

Facebook é um site de relacionamento social, onde os usuários podem se juntar em uma ou mais redes, como um colégio, um local de trabalho ou uma região geográfica. O site é gratuito para os usuários, que criam perfis com fotos e listas de interesses pessoais, trocando mensagens privadas e públicas entre si e participantes de grupos de amigos. A visualização de dados detalhados dos membros é restrita para membros de uma mesma rede ou amigos confirmados.

A tecnologia do RSS permite aos usuários da internet se inscreverem em sites que fornecem "feeds" RSS. Estes são tipicamente sites que mudam ou atualizam o seu conteúdo regularmente. Para isso, são utilizados Feeds RSS que recebem estas atualizações, desta maneira o utilizador pode permanecer informado de diversas atualizações em diversos sites sem precisar visitá-los um a um. Os feeds RSS oferecem conteúdo Web ou resumos de conteúdo juntamente com os links para as versões completas deste conteúdo.

http://sentidos.uol.com.br/canais/materia.

Rosangela Pinheiro



Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 9h29 PM
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Oficina Vivencial

Parceria torna informática aliada na inclusão escolar de alunos com deficiência

O aluno Leonardo Neves terminou o ensino fundamental em 2008. Está cursando o ensino médio

Utilizar recursos e ferramentas de informática na inclusão de alunos com paralisia cerebral. Esse é o objetivo dos programas que são desenvolvidos pelos professores da Oficina Vivencial de Ajudas Técnicas para a Ação Educativa. Um espaço que integra o Centro de Referência em Educação Especial do Instituto Helena Antipoff, órgãos vinculado à Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro em parceria com o professor de engenharia eletrônica Paulo Lucio da Silva Aquino que trabalha no CEFET/RJ - Centro Federal de Educação Tecnológica Celso da Fonseca. A iniciativa beneficia alunos de toda rede municipal de ensino que tenham algum tipo de limitação motora, e que por intermédio de ferramentas de informática passam a ter a possibilidade de interagir na escola.

O projeto existe há 15 anos e foi criado para dar apoio ao professor e ao aluno da rede municipal de ensino do Rio. Maristela Conceição Siqueira é uma das professoras engajadas no programa e tem trabalhado para que a inclusão de alunos com deficiência tornasse realidade. "Dentro das necessidades do aluno nós procuramos alternativas para que ele possa freqüentar a escola. As adaptações são idealizadas para atender as necessidades de cada aluno", diz Maristela. Em função disso é desenvolvida uma série de ferramentas e adaptações: mouse, teclados e assionadores (ferramenta que possibilita a pessoa interagir com o computador tocando com o queixo ou qualquer outra parte do corpo assim executar a função que deseja), com o intuito de favorecer este aluno no processo de aprendizado, de comunicação, facilitando assim a inclusão no cotidiano da escola.

De acordo com Maristela, cerca de 15 mil alunos estão integrados na rede pública. Os alunos matriculados na rede municipal de ensino, seja em escola especial, em classe especial ou inserido em uma turma regular que tenham necessidade de algum tipo de adaptação ou ferramenta, conseguem viver de forma mais independente na sala de aula, seja para escrever ou para se comunicar. Ela diz ainda que as adaptações são elaboradas a partir da desejo desse aluno, de seu professor e da família.

Segundoa professoraprimeiro é feito um contado com o professor dessa criança para depois esse aluno ir até a oficina para vivenciar algumas situações do cotidiano escolar. A partir das observações dessas necessidades a equipe da oficina vai sugerir os recursos e adaptações que vão satisfazer essas necessidades. São adaptações no mobiliário escolar e recursos que vão favorecer esse aluno, dando autonomia e possibilitando assim uma maior interatividade entre ele, seus professores e colegas.

Maristela está no projeto há três anos, mas já trabalha como professora itinerante desde o inicio da criação das oficinas. Durante esses anos a professora ajudou e acompanhou o trabalho de inclusão de alunos com vários níveis de limitação física e que conseguiram concluir o ensino fundamental e hoje estão cursando o ensino médio fora da rede municipal. Um desses alunos é o Leonardo Neves, que por causa da paralisia cerebral se locomove por cadeira de rodas, tem dificuldade de fala bem acentuada e limitação motora. Segundo Maristela, Leonardo entrou na rede municipal com 7 anos de idade, em turma regular. O aluno foi alfabetizado por meio de várias adaptações criadas pela professora, sendo que a principal delas foi o uso de um teclado especial para que pudesse escrever na sala de aula. Hoje, Leonardo está com 20 anos e cursando o primeiro ano do ensino médio.

Dependendo do tipo de atividade a Oficina Vivencial, que além de Maristela ainda conta com as professoras Hilda Gomes e Janaina Larrate, realiza o atendimento de cerca de 10 crianças com limitações físicas por mês. Além disso, as professoras também prestam atendimento aos professores, orientando-os a melhor maneira de trabalharem com alunos com deficiência em suas salas de aula.

A Oficina Vivencial de Ajudas Técnicas para a Ação Educativa funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, na Rua Mata Machado, 15, no Maracanã. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone: (21) 2569-6806.

http://sentidos.uol.com.br/canais/materia

Rosangela Pinheiro



Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 9h08 PM
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Inclusão

Um aluno chamado Matheus

Vamos conhecer a história de Matheus...Assista ao vídeo!

A história de sucesso da inclusão de um aluno autista numa turma regular de uma escola pública municipal de São Paulo. Webdocumentário produzido para a revista Nova Escola (www.ne.org.)br
Rosangela Pinheiro



Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 9h09 PM
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Acessibilidade

Concebido para eliminar barreiras comuns que impedem o acesso de cegos e deficientes físicos às páginas da web, o site é uma iniciativa do Selur e foi desenvolvido pela Rede Saci

Pessoas com deficiência acessam o site do Selur durante o lançamento

O Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana no Estado de São Paulo (Selur) lançou, no dia 29 de junho, no Parlatino em São Paulo, o site www.selursocial.org.br, que hospeda o Sistema Integrado de Vagas e Currículos para Pessoa com Deficiência (SIVC). A iniciativa do Selur, sindicato que representa 57 empresas que atuam na limpeza urbana, está amparada na experiência de inclusão social da Rede Saci (Solidariedade, Apoio, Comunicação e Informação para pessoas com deficiência).

O objetivo do site é ser uma ponte entre pessoas com deficiência que procuram um emprego e as empresas que buscam esses profissionais para fazer parte de suas equipes e assim cumprir as exigências da Lei de Cotas (8.213/91). O principal diferencial desta ferramenta é permitir que pessoas com deficiência possam navegar em suas páginas sem necessidade de ajuda de terceiros.

"O site será uma ferramenta gratuita para ser usada por empresas de qualquer setor da economia, em nível nacional, e acessível a pessoas com qualquer tipo de deficiência, seja física ou visual", afirma o presidente do Selur, Ariovaldo Caodaglio.

A idéia de criar o site surgiu em 2007 quando o Selur procurou a Rede Saci para uma discussão sobre a Lei de Cotas, que obriga as empresas com mais de 100 funcionários reservarem e ter em seus quadros um percentual de vagas para pessoas com deficiência. Assim como muitas companhias de segmentos econômicos, as associadas do Selur também encontram dificuldade para cumprir essa determinação, invariavelmente por não conseguir localizar esse tipo de profissional.

À medida que as conversas com a Rede Saci avançaram foi ganhando cada vez mais força a idéia de ter um site onde todas as empresas pudessem buscar pessoas com deficiência, ao mesmo tempo em que esse público tivesse condições de disponibilizar seus currículos de forma fácil e sem barreiras de acessibilidade. A idéia recebeu apoio da Superintendência Regional do Trabalho em São Paulo.

O site foi desenvolvido seguindo as recomendações de acessibilidade definidas pelo Consórcio Internacional da Internet W3C com isso ele democratiza o acesso de pessoas com qualquer tipo de deficiência. "Nosso site será o primeiro onde a acessibilidade é total, tanto para quem oferece vagas quanto para quem procura um emprego", complementa Caodaglio.

Entre os diferenciais de acessibilidade, o site não tem listas prontas para inclusão de dados nos campos da cidade e da profissão. Cada usuário digita suas opções, o que facilita muito o preenchimento dos campos por pessoas com dificuldade motoras ou deficiência visual.

"Para um cego que usa leitor de tela esta é uma mudança fundamental. Ele não precisa ouvir todas as cidades ou profissões cadastradas até chegar a sua opção, o que tornaria o preenchimento do cadastro extremamente cansativo", explica a especialista em acessibilidade e colaboradora da Rede Saci, Lucy Gruenwald.

Isto será possível porque a arquitetura do site previu recursos que não atrapalham o visual da página, mas facilitam a navegação por pessoas com algum tipo de limitação. O site também não usa recursos em flash, que não são percebidos pelo leitor de tela. Outra facilidade é que, uma vez preenchido o cadastro, o site arquiva os dados, permitindo atualizações futuras e até a impressão do currículo formatado.

Também foram tomados cuidados especiais em relação à linguagem utilizada e aos mecanismos de detecção de eventuais erros no preenchimento do cadastro no site. No caso da linguagem, a preocupação foi em usar termos e expressões de fácil compreensão para pessoas de diferentes classes sociais e níveis de escolaridade e, para que erros durante o preenchimento possam ser corrigidos de forma rápida, o site conta com sinalização e ferramentas para simplificar o ajuste.

Como a proposta é ser um instrumento de inclusão, o site não permite que a empresa selecione o candidato por tipo de deficiência ou faixa etária. "A busca não pode partir de um princípio discriminatório. Do contrário, já na seleção a empresa poderia eliminar muitos profissionais", explica a coordenadora da Rede Saci, Ana Maria Barbosa.

A cerimônia de lançamento do site contou com a presença do presidente do Selur, Ariovaldo Caodaglio; da coordenadora da Rede Saci, Ana Maria Barbosa; do presidente da Fundação de Rotarianos de São Paulo, Eduardo Pimentel; do secretário municipal de Deficiência e Mobilidade Reduzida de São Paulo, Marcos Belisário; da deputada Estadual Célia Leão; e da secretária estadual de Direitos da Pessoa com Deficiência, Linamara Rizzo Battistella.

Para cadastrar vagas de empregos ou currículos, acesse: www.selursocial.org.br.
http://sentidos.uol.com.br

Rosangela Moreira



Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 2h58 PM
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Tecnologia Assistiva

Congresso de Tecnologia Assistiva no Rio de Janeiro

Vale Conferir!

O Instituto Muito Especial, com o apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia, realizará o II Congresso Muito Especial de Tecnologia Assistiva e Inclusão Social das Pessoas com Deficiência do Rio de Janeiro. O evento acontecerá entre os dias 24 e 27 de agosto. O objetivo é promover o debate sobre os tipos de tecnologia assistiva existentes e as inovações da pesquisa científica na área.

Durante a programação do evento, haverá a apresentação de Painéis nos quais a comunidade científica poderá divulgar para o público o que vem sendo desenvolvido no meio acadêmico. Os pesquisadores interessados em inscrever trabalhos para os Painéis deverão enviar um resumo do projeto de pesquisa para o e-mail
tecnologiario@muitoespecial.com.br, de acordo com as instruções de envio.

Os trabalhos serão submetidos a uma comissão julgadora. Para cada Painel serão selecionados três projetos de pesquisa, que terão um tempo total de apresentação de 20 minutos.

O período de inscrição dos trabalhos vai até o dia 22 de julho. As inscrições são gratuitas.

Abaixo segue a listagem dos painéis com os temas e suas respectivas propostas:

- Softwares Assistivos – Inovação na Produção Acadêmica
Visa apresentar projetos inovadores da Tecnologia da Informação voltados para usuários com deficiência físicas, sensoriais ou intelectuais.

- Inclusão Profissional – Qualificação e Oportunidade
A proposta é apresentar projetos que envolvam soluções inovadoras sobre qualificação e oportunidades de trabalho para pessoas com deficiência.

- Tecnologias Assitivas
Visa apresentar projetos inovadores em qualquer área da tecnologia assistiva.

- Educação Inclusiva
Tem como proposta apresentar projetos voltados para a educação inclusiva.

Observações: Não serão aceitos projetos em desacordo com as instruções de inscrição. O Resumo dos trabalhos selecionados será publicado nos Anais do congresso.

Mais Informações:

Evento: II Congresso Muito Especial de Tecnologias Assistivas e Inclusão Social das Pessoas com Deficiência do Rio de Janeiro

Data: De 24 a 27 de agosto de 2009

Período de Inscrição dos trabalhos científicos: até 22 de julho de 2009

E-mail:
tecnologiario@muitoespecial.com.br

Telefone para informações: (21) 3239-1864

http://www.conexaoprofessor.rj.gov.br/agenda.asp

Rosangela Pinheiro



Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 7h29 AM
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Curso-On line

ALFABETIZAÇÃO PARA CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA

ALFABETIZAÇÃO PARA CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA
CARGA HORÁRIA: 80 Horas
INVESTIMENTO: R$ 150,00
PAGAMENTO: A VISTA – CARTÃO DE CRÉDITO OU BOLETO BANCÁRIO
PARCELADO NO CARTÃO DE CRÉDITO
VEJA AS FACILIDADES DE PAGAR PELO PAG SEGURO COM SEU CARTÃO DE CRÉDITO.
SOBRE O CURSO ALFABETIZAÇÃO PARA CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA:
O curso Alfabetização de Crianças com Deficiência vem abordar um assunto de suma importância em sala de aula regular: a inclusão.
Ele traz ferramentas para que o educador trabalhe com alunos de inclusão em sala de aula regular; uma realidade que nós educadores convivemos em todos os sentidos.
Este curso tem por objetivo capacitar professores de forma a compreender as questões conceituais envolvidas no processo de desenvolvimento e alfabetização, possibilitando um espaço para revisão teórica e aprimoramento da prática. Procuramos mostrar que trabalhar com inclusão em sala de aula não é um bicho de sete cabeças e sim um trabalho extremamente gratificante onde todos ganham: educadores e alunos. É uma lição de vida.
Conteúdo do Curso
O Curso está dividido em 8 módulos, envolvendo os seguintes conteúdos:

MÓDULO 1
1 - A família, a perda e o luto: filho real X filho idealizado
2 - Compreendendo esta mãe
3 - Vivências: troca de experiências com Antônia (mãe de criança com necessidades especiais)

MÓDULO 2
1 - A escola X A família: a resistência, o medo e a insegurança
2 - O ambiente escolar: reação da comunidade escolar, os sentimentos do educador, o acolhimento da criança
3 - Vídeos

MÓDULO 3
1 - Quem ganha com a inclusão?
2 - Escola + família: sem esta parceria tudo fica mais difícil
3 - Princípios orientadores do trabalho
4 - Vídeos

MÓDULO 4
1 - Processo de alfabetização: fase de estimulação, fase de pré estimulação
2 - Vídeos

MÓDULO 5
1 - Fase de alfabetização
2 - Materiais utilizados para cada etapa
3 - Vivências nos processos educativos
4 - A elaboração de material didático
5 - Mostra de atividades e discussão
6 - Vídeos

MÓDULO 6
1 - Estrutura Curricular
2 - Planejamento
3 - A função da avaliação pedagógica permanente
4 - Vídeos

MÓDULO 7
1 - O desenvolvimento da competência comunicativa - comunicação suplementar e alternativa

MÓDULO 8
1 - A organização do tempo didático através de atividades permanentes, seqüenciais e projetos
2 - Socialização de experiências interdisciplinares: Língua Portuguesa, Artes, Ciências e Matemática
3 - Vivências nos processos educativos
4 - A elaboração de material didático
5 – Vídeos

PÚBLICO ALVO:
Curso dirigido à
Pedagogos, Psicopedagogos, Professores, Educadores, Psicólogos, Coordenadores Pedagógicos, Diretores de Escolas, Pais, Profissionais de Saúde, Estudantes de Pedagogia e Licenciaturas, Estagiários na área de Educação e demais interessados no tema.
Ninete Rocha é Neuroeducadora, Psicóloga e Coaching.
Ministra cursos e palestras em todo território nacional através do Projeto Educarsol, Educação e Solidariedade.
Começou sua carreira na área de Educação Especial na PMSP quando em 2002 recebeu sua primeira aluna de inclusão. Nesta época já era professora da rede publica desde 1982.
Atualmente, faz assessoria pedagógica em inclusão em escolas particulares.
Pesquisadora, em janeiro de 2005 esteve na aldeia Kamayurá na Reserva Indígena do Xingu elaborando uma pesquisa sobre a cultura e educação indígena. E em 2007 na Reserva Rikbaktsa conhecendo as escolas indígenas e os alunos indígenas com necessidades especiais.
FAÇA SUA INSCRIÇÃO

 



Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 1h46 AM
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Deficiências

Como tratar deficientes físicos corretamente

Os deficientes físicos não devem ser tratados de maneira diferente...Vamos observar como podemos fazer...

1. ERRADO: EVITAR FALAR COM OS DEFICIENTES SOBRE COISAS QUE UMA PESSOA NORMAL PODE FAZER E ELES NÃO.
CERTO: CONVERSAR NORMALMENTE COM OS DEFICIENTES, FALANDO SOBRE TODOS OS ASSUNTOS, POIS É BOM PARA ELES SABEREM MESMO DAS COISAS QUE NÃO PODEM OUVIR, VER OU PARTICIPAR POR CAUSA DA LIMITAÇÃO DE MOVIMENTOS.


2. ERRADO: ELOGIAR OU DEPRECIAR UMA PESSOA DEFICIENTE, SOMENTE POR ELA SER LIMITADA.
CERTO: TRATAR O DEFICIENTE COMO ALGUÉM COM LIMITAÇÕES ESPECÍFICAS DA DEFICIÊNCIA, PORÉM COM AS MESMAS QUALIDADES E DEFEITOS DE QUALQUER SER HUMANO


3. ERRADO: SUPERPROTEGER O DEFICIENTE, FAZENDO COISAS POR ELE.
CERTO: PERMITIR QUE O DEFICIENTE DESENVOLVA AO MÁXIMO SUAS POTENCIALIDADES, AJUDANDO-O APENAS QUANDO FOR REALMENTE NECESSÁRIO.


4. ERRADO: CHAMAR O DEFICIENTE PELO APELIDO RELATIVO À SUA DEFICIÊNCIA (EX.: SURDINHO, SURDO, MUDO, CEGO, MANETA ETC.), POIS ELE PODE SE OFENDER
CERTO: CHAMAR A PESSOA DEFICIENTE PELO NOME, COMO SE FAZ COM QUALQUER OUTRA PESSOA.


5. ERRADO:DIRIGIR-SE À PESSOA CEGA COMO SE ELA FOSSE SURDA, FAZENDO ESFORÇO PARA QUE ELA OUÇA MELHOR. O CEGO NÃO É SURDO.
CERTO: CONVERSAR COM O CEGO EM TOM DE VOZ NORMAL.


6. ERRADO: REFERIR-SE À DEFICIÊNCIA DA PESSOA COMO UMA DESGRAÇA, COMO ALGO QUE MEREÇA PIEDADE E VÁ SER COMPENSADO NO CÉU.
CERTO: FALAR DA DEFICIÊNCIA COMO UM PROBLEMA, ENTRE OUTROS, QUE APENAS LIMITA A VIDA EM CERTOS ASPECTOS ESPECÍFICOS.


7. ERRADO: DEMONSTRAR PENA DA PESSOA DEFICIENTE.
CERTO: TRATAR PESSOA DEFICIENTE COMO ALGUÉM CAPAZ DE PARTICIPAR DA VIDA EM TODOS OS SENTIDOS.


8. ERRADO: USAR ADJETIVOS COMO "MARAVILHOSO", "FANTÁSTICO" ETC., CADA VEZ QUE SE VÊ UMA PESSOA DEFICIENTE FAZENDO ALGO QUE APARENTEMENTE NÃO CONSEGUIRIA (POR EXEMPLO, VER O CEGO DISCAR O TELEFONE OU VER AS HORAS, VER UM SURDO FALAR E/OU COMPREENDER O QUE LHE FALAM).
CERTO: CONSCIENTIZAR-SE DE QUE A PESSOA DEFICIENTE DESENVOLVE ESTRATÉGIAS DIÁRIAS E SUPERANDO NORMALMENTE OS OBSTÁCULOS, E NÃO MOSTRAR ESPANTO DIANTE DE UM FATO QUE É COMUM PARA O DEFICIENTE.


9. ERRADO: REFERIR-SE ÀS HABILIDADES DE UM DEFICIENTE COMO "SEXTO SENTIDO" (NO CASO DO CEGO E SURDO, POR EXEMPLO) OU COMO UMA "COMPENSAÇÃO DA NATUREZA".
CERTO: ENCARAR COMO DECORRÊNCIA NORMAL DA DEFICIÊNCIA O DESENVOLVIMENTO DE HABILIDADES QUE POSSAM PARECER EXTRAORDINÁRIAS PARA UMA PESSOA COMUM.


10. ERRADO: EVITAR USAR AS PALAVRAS VER, OUVIR, ANDAR, ETC., DIANTE DE PESSOAS QUE SEJAM CEGAS, SURDAS OU PRIVADAS DE MOVIMENTOS.
CERTO: CONVERSAR NORMALMENTE COM OS DEFICIENTES, PARA QUE ELES NÃO SE SINTAM DIFERENCIADOS POR PERCEPTÍVEL CONSTRANGIMENTO NO FALAR DO INTERLOCUTOR.


11. ERRADO: DEIXAR DE OFERECER AJUDA A UMA PESSOA DEFICIENTE EM QUALQUER SITUAÇÃO (POR EXEMPLO, CEGO ATRAVESSANDO A RUA, PESSOA DE MULETA SUBINDO NO ÔNIBUS ETC.), MESMO QUE ÀS VEZES O DEFICIENTE RESPONDA MAL, INTERPRETANDO ISTO COMO GESTO DE PIEDADE. A MAIORIA DOS DEFICIENTES NECESSITA DE AJUDA EM DIVERSAS SITUAÇÕES.
CERTO: AJUDAR O DEFICIENTE SEMPRE QUE FOR REALMENTE NECESSÁRIO, SEM GENERALIZAR QUAISQUER EXPERIÊNCIAS DESAGRADÁVEIS, ATRIBUINDO-AS SOMENTE A PESSOAS DEFICIENTES, POIS PODEM ACONTECER TAMBÉM COM AS PESSOAS NORMAIS.


12. ERRADO: SUPERVALORIZAR O DEFICIENTE, ACHANDO QUE ELE PODE RESOLVER QUALQUER PROBLEMA SOZINHO (POR EXEMPLO, O CEGO ALCANÇAR QUALQUER PORTA APENAS CONTANDO OS PASSOS, SEM QUE ALGUÉM INDIQUE A DIREÇÃO).
CERTO: CONSCIENTIZAR-SE DE QUE AS LIMITAÇÕES DE UM DEFICIENTE SÃO REAIS, E MUITAS VEZES ELE PRECISA DE AUXÍLIO.


13. ERRADO: RECUSAR A AJUDA OFERECIDA POR UMA PESSOA DEFICIENTE, EM QUALQUER SITUAÇÃO OU TAREFA, POR ACREDITAR QUE NÃO SEJA CAPAZ DE REALIZÁ-LA.
CERTO: CONFIAR NA PESSOA DEFICIENTE, ACREDITANDO QUE ELA SÓ LHE OFERECERÁ AJUDA SE ESTIVER SEGURA DE PODER FAZER AQUILO A QUE SE PROPÕE. O DEFICIENTE CONHECE MELHOR DO QUE NINGUÉM SUAS LIMITAÇÕES E CAPACIDADES.


14. ERRADO: AO FALAR, PRINCIPALMENTE COM O CEGO, DIRIGIR-SE AO ACOMPANHANTE DO DEFICIENTE, E NÃO AO DEFICIENTE, COMO SE ELE FOSSE INCAPAZ DE PENSAR, DIZER E AGIR POR SI.
CERTO: DIRIGIR-SE SEMPRE AO PRÓPRIO DEFICIENTE, QUANDO O ASSUNTO REFERIR-SE A ELE, MESMO QUE ESTEJA ACOMPANHADO.


15. ERRADO: AGARRAR A PESSOA CEGA PELO BRAÇO PARA GUIÁ-LA, POIS ELA PERDE A ORIENTAÇÃO.
CERTO: DEIXAR QUE O CEGO SEGURE NO BRAÇO OU APOIE A MÃO NO OMBRO DE QUEM O GUIA.


16. ERRADO: AGARRAR PELO BRAÇO PESSOAS COM MULETAS, OU SEGURAR ABRUPTAMENTE UMA CADEIRA DE RODAS, AO VER O DEFICIENTE DIANTE UMA POSSÍVEL DIFICULDADE.
CERTO: AO VER O DEFICIENTE DIANTE DE UM POSSÍVEL OBSTÁCULO, PERGUNTAR SE ELE PRECISA DE AJUDA, E QUAL A MANEIRA CORRETA DE AJUDÁ-LO. AGARRAR UM APARELHO ORTOPÉDICO OU UMA CADEIRA DE RODAS, REPENTINAMENTE, É UMA ATITUDE AGRESSIVA, COMO AGARRAR QUALQUER PARTE DO CORPO DE UMA PESSOA COMUM SEM AVISO.


17. ERRADO: SEGURAR O DEFICIENTE, NA TENTATIVA DE AJUDÁ-LO, QUANDO JÁ HOUVER UMA PESSOA ORIENTANDO-O, PRINCIPALMENTE NO CASO DO CEGO.
CERTO: QUANDO HOUVER NECESSIDADE AJUDA OU ORIENTAÇÃO, APENAS UMA PESSOA DEVE TOCAR O DEFICIENTE, A NÃO SER EM SITUAÇÕES MUITO ESPECÍFICAS, QUE PEÇAM MAIS AJUDA (POR EXEMPLO, CARREGAR UMA CADEIRA DE RODAS PARA SUBIR UMA ESCADA).


18. ERRADO: CARREGAR O DEFICIENTE, PRINCIPALMENTE O CEGO, AJUDÁ-LO A ATRAVESSAR A RUA, TOMAR CONDUÇÃO, SUBIR OU DESCER ESCADAS.
CERTO: AUXILIAR O DEFICIENTE NESTAS SITUAÇÕES APENAS ATÉ O PONTO EM QUE REALMENTE SEJA NECESSÁRIO, PARA EVITAR ATRAPALHÁ-LO MAIS.


19. ERRADO: PEGAR A PESSOA CEGA PELO BRAÇO PARA COLOCÁ-LA NA POSIÇÃO NA POSIÇÃO CORRETA DE SENTAR NUMA CADEIRA.
CERTO: COLOCAR A MÃO DO CEGO SOBRE O ESPALDAR DA CADEIRA E DEIXAR QUE ELE SE SENTE COMO ACHAR MELHOR.


20. ERRADO: GUIAR A PESSOA CEGA EM DIAGONAL QUANDO ATRAVESSAR A RUA.
CERTO: ATRAVESSAR O CEGO SEMPRE EM LINHA RETA, PARA QUE NÃO PERCA A ORIENTAÇÃO.


21. ERRADO: TRATAR O DEFICIENTE COM CONSTRANGIMENTO, EVITANDO FALAR SOBRE SUA DEFICIÊNCIA.
CERTO: CONVERSAR NATURALMENTE COM O DEFICIENTE SOBRE SUA DEFICIÊNCIA, EVITANDO PORÉM PERGUNTAS EM EXCESSO. NA MAIORIA DOS CASOS, ELE PREFERIRÁ FALAR NORMALMENTE SOBRE AQUILO QUE É APENAS PARTE DE SUA VIDA, E NÃO UMA COISA ANORMAL OU EXTRAORDINÁRIA, COMO POSSA PARECER AO INTERLOCUTOR.


22. ERRADO: LEVAR O CEGO A QUALQUER LUGAR ONDE HAJA MAIS PESSOAS E ENTRAR COMO SE ELE PUDESSE VER QUEM ESTÁ NO RECINTO.
CERTO: APRESENTAR O CEGO A TODAS AS PESSOAS QUE ESTEJAM NUM LOCAL ONDE ELE É LEVADO POR OUTRA PESSOA VIDENTE.


23. ERRADO: AO RECEBER UM CEGO EM SUA CASA, DEIXÁ-LO ORIENTAR-SE SOZINHO.
CERTO: AO RECEBER UM CEGO EM SUA CASA, MOSTRE-LHE TODAS AS DEPENDÊNCIAS E OS POSSÍVEIS OBSTÁCULOS, E DEIXE QUE ELE SE ORIENTE, COLOCANDO-SE DISPONÍVEL PARA MOSTRAR-LHE NOVAMENTE ALGUMA DEPENDÊNCIA, CASO ELE ACHE NECESSÁRIO.


24. ERRADO:CONSTRANGER-SE EM AVISAR O CEGO DE QUE ELE ESTÁ COM ALGUMA COISA ERRADA NA SUA VESTIMENTA OU APARÊNCIA FÍSICA, OU QUE ESTÁ FAZENDO MOVIMENTOS NÃO USUAIS, COMO BALANÇAR-SE OU MANTER A CABEÇA BAIXA DURANTE UMA CONVERSA.
CERTO: CONSCIENTIZAR-SE DE QUE O CEGO, POR NÃO ENXERGAR, NÃO SEGUE O PADRÃO DE IMITAÇÃO VISUAL, NÃO PODENDO, PORTANTO, SEGUIR O COMPORTAMENTO APARENTE DAS PESSOAS VIDENTES. AVISAR O CEGO SEMPRE QUE PERCEBER QUE ELE ESTÁ COM APARÊNCIA OU COMPORTAMENTO FORA DO PADRÃO SOCIAL NORMAL, EVITANDO QUE ELE CAIA NO RIDÍCULO.


25. ERRADO: AVANÇAR SUBITAMENTE SOBRE A PESSOA DEFICIENTE POR ACHAR QUE ELA NÃO VAI CONSEGUIR REALIZAR UMA TAREFA (POR EXEMPLO, QUANDO O CEGO ESTÁ LEVANDO O GARFO À BOCA), SE O DEFICIENTE NÃO SOLICITAR AJUDA.
CERTO: PERMITIR QUE O DEFICIENTE REALIZE SOZINHO SUAS TAREFAS, MESMO QUANDO LHE PAREÇA IMPOSSÍVEL. SÓ SE DEVE SOCORRÊ-LO EM CASO DE PERIGO.


26. ERRADO: AGARRAR A PESSOA CEGA COM INTUITO DE ORIENTÁ-LA QUANDO ELA ESTÁ CAMINHANDO NORMALMENTE NA RUA.
CERTO: DEIXAR QUE O CEGO APRENDA POR SI SÓ A TRANSPOR OS OBSTÁCULOS DA RUA, POIS ELE É CAPAZ DE FAZÊ-LO SOZINHO. SEGURAR SEU BRAÇO, EXCETO NO SINAL OU DIANTE DE ALGUM PERIGO REAL, NA VERDADE O DESORIENTA.

27. ERRADO: CHAMAR A ATENÇÃO PARA O APARELHO DE SURDEZ.
CERTO: ESTIMULAR O USO DO APARELHO, ENCARANDO-O COM A MESMA NATURALIDADE COM QUE SÃO VISTOS OS ÓCULOS.


28. ERRADO: GRITAR DE LONGE E/OU ÀS COSTAS DE UMA PESSOA SURDA PARA CHAMÁ-LA.
CERTO: PARA CHAMAR A ATENÇÃO DE UMA PESSOA SURDA QUE ESTEJA DE COSTAS, DEVE-SE TOCÁ-LA, DE LEVE, NO BRAÇO, ANTES DE COMEÇAR A FALAR COM ELA.


29. ERRADO: GRITAR PARA CHAMAR A ATENÇÃO DE UMA PESSOA SURDA QUE ESTEJA EM PERIGO
CERTO: PROCURAR CHEGAR ATÉ ELA O MAIS RAPIDAMENTE POSSÍVEL, PROCURANDO AJUDÁ-LA. LEMBRAR QUE UMA PESSOA QUE ATRAVESSA A RUA PODERÁ SER SURDA, PODENDO, POR ISSO, NÃO OUVIR A BUZINA DE SEU CARRO
.

PORTAL DO ESPÍRITO

http://www.deficientesolidario.com.br

Rosângela Pinheiro



Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 11h23 PM
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Notícias

Educação Especial: Estados e municípios receberão 10 mil salas de recursos multifuncionais Piscadela

As secretarias estaduais e municipais de educação têm até o dia 20 de junho para indicar as escolas que receberão salas de recursos multifuncionais este ano. O Ministério da Educação oferecerá, até dezembro, 10 mil salas às redes públicas de ensino.

A medida é uma forma de apoiar estados e municípios no atendimento a alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação matriculados nas classes comuns das escolas públicas.

De 2005 a 2008, foram distribuídas 5.551 salas com recursos multifuncionais. Este ano, 10 mil municípios – será uma sala para cada – receberão equipamentos, mobiliário e materiais pedagógicos para equipar a sala. “Os materiais pedagógicos apóiam o aluno com deficiência para que tenha acesso ao conteúdo curricular”, explica a coordenadora-geral de articulação da política de inclusão nos sistemas de ensino do Ministério da Educação, Sinara Zardo.

As salas de recursos multifuncionais permitem que o aluno, além de frequentar as aulas nas turmas regulares, seja atendido no contraturno, a fim de reforçar o aprendizado de acordo com as especificidades de cada estudante.

Assim, entre várias opções, o aluno com problemas de visão pode usar uma lupa eletrônica para ampliar o tamanho da letra no computador ou jogar uma partida de dominó com textura, que permite identificar as peças pelo tato, além de aprender a escrever em braille com materiais específicos para isso. Já o aluno surdo pode assistir a historinhas na língua de sinais e os com problemas motores têm acesso a um teclado de computador especial.

De acordo com a coordenadora, as salas multifuncionais são importantes para eliminar barreiras que dificultam o aprendizado dos alunos com deficiência, ao complementar o processo de ensino da sala de aula regular. Sinara informa que há dois tipos de salas multifuncionais: “O tipo 1 tem uma estrutura básica capaz de atender a qualquer deficiência e a sala do tipo 2 é mais voltada para os alunos cegos”, diz. A sala do tipo 2 traz recursos como impressora braille, globo terrestre com continentes e países em braille e calculadora sonora.

Para preparar os professores a identificar os alunos com deficiência e atendê-los nas salas regulares e naquelas com recursos multifuncionais, a Secretaria de Educação Especial oferece cursos de formação presencial e a distância a estados e municípios que solicitam a formação em seus planos de ações articuladas (PAR) ou àqueles que já têm ou que receberão salas de recursos. “Em 2008, 8,5 mil professores iniciaram formação a distância. Este ano, há 13 mil vagas a distância”, ressaltou Sinara.

Para fazer a indicação da escola que receberá a sala, o gestor estadual ou municipal deve se cadastrar no Sistema de Gestão de Tecnologia e prestar as informações solicitadas. A entrega dos equipamentos, mobiliários e materiais pedagógicos, que compõem as salas de recursos multifuncionais, deve ser iniciada no segundo semestre deste ano.

Deficiências – Segundo a coordenadora-geral, os alunos podem apresentar deficiência mental, física ou sensorial (caso dos cegos ou surdos). Os estudantes também podem apresentar transtorno global do desenvolvimento, que, de acordo com Sinara Zardo, indica “necessidade específica de socialização, como os autistas”. Já os alunos com altas habilidades ou superdotação “têm um talento acima da média”. Os dois tipos de salas de recursos multifuncionais estão equipados para atender todos.Jóia

Fonte: Agência Brasil

http://www.conexaoprofessor.rj.gov.br

Rosângela Moreira Pinheiro



Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 1h26 PM
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Bicentenário de Louis Braille

Comissão Brasileira para o Bicentenário de Louis Braille, presidida por Dorina de Gouvêa Nowill, realizará eventos para celebrar os 200 anos do nascimento do criador do sistema braille de leitura e escrita. 

 

Dia 4 de janeiro marcou o início das comemorações mundiais do bicentenário do nascimento de Louis Braille (1809), criador do sistema de leitura e escrita para cegos. O sistema braille deu acesso às pessoas cegas ao conhecimento científico, literário, filosófico, tecnológico e, acima de tudo, a inclusão na sociedade. A comemoração dessa data é incentivada pela União Mundial dos Cegos (UMC), que atua junto às agências das Organizações das Nações Unidas (ONU) para assuntos relacionados à cegueira. A UMC representa mais de 180 milhões de pessoas e 600 organizações distribuídas em 158 paises. 

 

No Brasil, os eventos serão comandados pela União Brasileira de Cegos (UBC), que instituiu a Comissão Brasileira para o Bicentenário de Louis Braille (CBBLB), integrada por um grupo de pessoas envolvidas com as diversas áreas de aplicação do sistema Braille. A comissão tem como presidente de honra Dorina de Gouvêa Nowill, presidente emérita e vitalícia da Fundação Dorina Nowill para Cegos, que trabalha há mais de 60 anos na inclusão social do deficiente visual no Brasil. “Duzentos anos são passados quando a brilhante inteligência de um jovem cego francês – Louis Braille, o precursor da inclusão, por meio de um sistema de comunicação escrita, uniu todas as pessoas cegas, em todos os quadrantes da terra, em todas as línguas, permitindo-lhes a abertura dos horizontes da mente e do saber, ascendendo-lhes no coração o calor da esperança na comunhão universal e na verdadeira participação na vida”, ressalta Dorina. Entre as propostas do grupo destacamos: criação do Dia Nacional do Braille e Semana Nacional do Braille em 2009. 

 

O sistema Braille de escrita e leitura foi inventado na França por Louis Braille, por volta de 1825. Com seis pontos em relevo, dispostos em duas colunas, possibilitaram inicialmente a formação de 63 símbolos diferentes que são empregados em textos literários nos diversos idiomas, como também nas simbologias matemática e científica, a música e, recentemente, na informática.  

Natural de Coupvray, pequena aldeia a leste de Paris, Louis Braille nasceu em 4 de janeiro de 1809. Proveniente de família soberbo, ficou cego em 1812, aos três anos, após se acidentar na oficina do pai. Ao tentar perfurar um pedaço de couro com uma sovela, aproximou-a do rosto, e acabou por ferir o olho esquerdo. A infecção se expandiu e atingiu o outro olho, deixando-o completamente cego. Em 1819 deu entrada na Instituição Real dos Jovens Cegos, em Paris, onde iniciou as pesquisas para a criação do braille. Seus estudos tiveram como ponto de partida o sistema de leitura com os dedos, usado para velar os segredos de mensagens militares e diplomáticas, criado pelo capitão de artilharia Carlos Barbier de La Serre,  e denominado nocturna ou sonografia.  

 

A Fundação Dorina Nowill para Cegos possui a maior imprensa braille do Brasil, onde são produzidos livros de literatura, didáticos, partituras de música, cardápios, cartões de visita, embalagens, entre outros. Em 2007, a entidade atingiu a impressionante marca de mais de 33 milhões de páginas impressas em Braille. Os livros editados pela entidade são distribuídos gratuitamente para deficientes visuais e mais de 1.650 organizações, como escolas, universidades e associações.

http://www.ibdd.org.br

Rosangela Pinheiro



Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 2h53 AM
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Sites e links interessantes para pesquisa

Órgãos Públicos ligados a surdez

  • http://portal.mec.gov.br/seesp/


  • http://www.mj.gov.br/mpsicorde/arquivos/template/p_noticias.asp


  • www.avape.org.br


  • www.guiadedireitos.org


  • www.institutoparadigma.org.br

    Links
  • Língua de sinais
  • Órgãos Públicos ligados a surdez
  • SOBRE SIGNWRITING
  • Websites Interessantes
  • Rosangela Moreira  Pinheiro



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 2h21 AM
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    Libras/Expressões faciais

    www.dicionariolibras.com.br

    Rosangela Pinheiro



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 2h14 AM
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    Aprendendo a linguagem dos deficientes auditivos

    Oração em Libras

     

    http://images.google.com.br

    Rosangela Pinheiro



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 2h03 AM
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    Software Musibraille

    Lançamento do Software Musibraille

     
     
     

    Será lançado no mês de julho, em Brasília, o Software Musibraille. O programa, criado pela coordenadora do Curso de Musicografia Braille da Escola de Música de Brasília, Dolores Tomé e pelo professor Antônio Borges do Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, tem o objetivo de melhorar a situação do estudante com possibilidade de transcrição automatizada de textos musicais a partir do papel. O compositor ou arranjador cego também será beneficiado na medida em que suas obras poderão ser geradas na forma bi-modal (em Braille e em tinta) sendo consumidas também por músicos que não dominam a técnica Braille.

    "O projeto MUSIBRAILLE destina-se a criar condições favoráveis à aprendizagem musical das pessoas com deficiência visual que sejam equivalentes as dos colegas de visão normal", explica Dolores. Com o apoio do Governo Federal e dos governos estaduais será realizado gratuitamente um curso de capacitação para profissionais de educação musical que pretendem trabalhar com músicos e estudantes cegos e criar e manter biblioteca virtual de músicas em Braille.

    "O ineditismo do projeto já justifica a sua execução, cabendo destacar que será o primeiro software da língua portuguesa para a transcrição de partituras em Braille, podendo ser adotado por outros países lusofônicos", diz Dolores. A intenção do projeto é melhorar e ampliar as possibilidades do músico cego no mercado de trabalho, incluída aí a atividade de ensino de música em suas múltiplas vertentes e permitir a troca de conhecimento e divulgação de obras por meio de biblioteca musical Braille instalada na página da internet onde o programa ficará disponível para cópia gratuita. A inclusão social é uma das principais resultantes do projeto.

    A professora Dolores Tomé ensina
    música para aluno cego
    A técnica de Musicografia Braille é uma das principais ferramentas que permitem essa equivalência. Ela foi desenvolvida em 1828 por Louis Braille (Francês), que adaptou a técnica para transcrição de textos também desenvolvida para a transcrição musical. Através desta técnica um texto musical de qualquer complexidade pode ser transcrito para a forma tátil e facilmente assimilado pelos deficientes visuais.

    O projeto Musibraille destina-se a criar condições favoráveis à aprendizagem musical das pessoas com deficiência visual que sejam equivalentes as dos colegas de visão normal. Segundo Dolores, existem poucos programas de computador disponíveis no mercado para transcrição musical em Braille e, para o contexto brasileiro, esses programas estão fora da realidade uma vez que, além de caros, são incompletos e não emulam voz em português, impedindo a disseminação da utilização direta ou como ferramenta de ensino qualificado. "Além disso, como os professores de música não têm conhecimento da Musicografia Braille, recusam os estudantes por julgarem impossível o aprendizado da partitura musical com efetividade."


    O Software Musibraille será distribuído nas oficinas de capacitação que serão realizadas em uma Capital de cada uma das regiões geográficas do Brasil. Também será distribuído gratuitamente por meio de página na internet onde os beneficiados, professores, alunos cegos e o público em geral poderão baixar cópia do programa. Além do Software Musibraille, serão distribuídos, no curso de capacitação, o livro em tinta para os professores e o caderno de exercício em braille para o professor aplicar ao aluno cego, ou vice versa.

    "Esperamos ter um grande número de pessoas interessadas no curso, tanto para professores de música, quanto para músicos cegos e arte educadores. Queremos com esse projeto darmos a oportunidade para pessoas cegas terem as mesmas ferramentas das pessoas com visão normal, lendo partituras, escrevendo e compondo e mais do que tudo, tendo o ingresso nas Universidades, Faculdades e Conservatórios de Música com igualdade de oportunidades profissionais."

    O curso de capacitação já está programado para ser realizado nas seguintes regiões:

    Centro-Oeste - Brasília: de 7 à 10 de julho na Biblioteca Nacional de Brasília

    Nordeste - Recife: 03 à 07 de agosto na Biblioteca Pública do Estado de Pernambucana da Secretaria de Educação do Estado.

    Norte - Belém: de 01 à 05 de setembro na Universidade Federal do Pará.

    Sudeste - Rio de Janeiro: 05 à 09 de outubro no Instituto Benjamim Constant - IBC.

    Sul - Porto Alegre: de 09 à 13 de novembro (a definir).

    Mais informações:http://sentidos.uol.com.br/canais/materia.asp?codpag=13252&canal=ligado

    Lá você encontrará a ficha de inscrição.

    Rosângela Pinheiro



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 3h30 AM
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    Notícia

    V Encontro de Pais de Surdos do Estado do Rio de Janeiro

    Será realizado no próximo dia 18 de junho, no Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES), o V Encontro de pais de Surdos do Estado do Rio de Janeiro. O tema do encontro será: “Alfabetização e Letramento, elaborando um projeto de Vida”.

    Serviço:

    Dia 18/06/2009
    Horário: das 8h às 17h
    Local: a ser divulgado
    Entrada Franca
    Inscrições e Informações:
    www.ines.gov.br
    fonte:http://www.conexaoprofessor.rj.gov.br/agenda.asp

    Rosangela Pinheiro



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 9h25 PM
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    Equoterapia

     Uma ótima solução para portadores de deficiência
     
    Você já ouviu falar da equoterapia? Na verdade, ela é uma equitação terapêutica e educacional, que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar nas áreas de saúde e educação. O seu principal objetivo é o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas portadoras de deficiência e / ou de necessidades especiais.

    “A equoterapia exige a participação do corpo inteiro. Em sessões de 30 minutos, uma ou duas vezes por semana, as crianças desenvolvem a coordenação motora, a auto-estima, a movimentação corporal e ainda participam de atividades lúdicas e brincadeiras de cunho pedagógico. Tudo com o auxílio de profissionais das áreas de saúde, educação e equitadores”, explica a pedagoga Maisa Maffini, responsável pelo atendimento no Centro de Equoterapia Maffini, que funciona na Sociedade Hípica de Goiânia.

    O tratamento começa com uma sessão especial para que os profissionais, a criança e seus pais ou responsáveis se conheçam. Assim, é possível saber em detalhes porque esta terapia foi indicada e qual é o diagnóstico exato do paciente. Somente na segunda sessão a equipe inicia o contato da criança com o cavalo, que deve ser um animal mais velho, experiente e extremamente manso. Na maioria dos casos a empolgação por parte do novo praticante é enorme. Os resultados são perceptíveis já de uma sessão para outra e acompanhados com alegria pelos pais ou responsáveis.

    A equoterapia é indicada no tratamento de problemas posturais (lordose, escoliose, má formação da coluna, acidentes com sequela, fraturas, por exemplo), patologias neuromusculares, cardiovasculares e respiratórias, além de distúrbios mentais, hiperatividade, distúrbios sensoriais, ansiedade, estresse, doenças metabólicas, entre outros.


    Mais informações:

    Centro de Equoterapia Maffini
    Maisa Maffini, pedagoga

    fonte Revista Sua Dieta

    Rosangela Pinheiro



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 11h25 PM
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    Forum de Educação...

     

    JóiaO Instituto Nacional de Educação de Surdos está promovendo o Forum Permanente de Educação, Linguagem e Surdez. Esses encontros, com palestrantes nacionais e internacionais, têm o objetivo de reunir educadores, pais, técnicos e pessoas surdas para refletirem e discutirem sobre assuntos relacionados à área.Jóia
     
    Programação de Fórum/2009
    "Contribuições da neurociência para os processos de ensino-aprendizagem"
    Palestrante: Rita Thompson - Mestre em Educação pela UERJ, Coordenadora dos cursos em Saúde Mental infanto-juvenil e neuropsicologia da Santa Casa da Misericórdia no RJ, docente da UNESA, IBMR, FAFIC E FMU, supervisora do atendimento a crianças portadoras do TDAH e TID na Santa Casa da Misericórdia no RJ
    Presidente: Maria Inês Barbosa Ramos/INES
    Local
    Auditório do Instituto Benjamin Constant - IBC
    Av. Pasteur, 350 - Urca - RJ
    Contatos: (21) 2285-7584 / 2205-0224
     
    Data do Evento
    Dia 28/05/2009
    Horário: das 9h30 às 12h
     
    Entrada
    1Kg de alimento não perecível
    Inscrições
    no local, de 8h30 às 9h30

    Rosangela Pinheiro



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 11h54 PM
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    Vídeo

    O vídeo abaixo pode ser trabalhado para demonstrar que um deficiente físico pode ser muito bem eficiente. É uma forma de combater a exclusão.
    É lindo ! Vale a pena conferir!

     

    Cão Guia

    Moça cega salva um rapaz de um atropelamento e assim começa um conturbado relacionamento.

    Com Graciela Pozzobon, Bruce Gomlevsky e Luiz Furlanetto

    http://www.blindtube.com.br/index.asp

     Rosângela Pinheiro




    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 11h14 PM
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    Dicas de palestras (Free) no Centro do Rio

    Vai acontecer... Palestras(Free) no Rio deJaneiro.Fique ligado!

    TDAH - Déficit de Atenção/Hiperatividad e na Escola
    Objetivo:  Propiciar aos profissionais de educação lidar com o TDAH, na sala de aula e em todos os ambientes escolares.
    Data Início / Data Fim:  19/06/2009  à  19/06/2009
    Horário:  9h às 13h - sexta-feira
    Palestrante:  Dr. Gustavo Teixeira
    Formação:  Médico, Psiquiatra; Mestrando em Educação; Pós-graduado em Psiquiatria pela UFRJ; pós-graduado em Dependência Química pela Universidade Paulista de Medicina; pós-graduado em Saúde Mental Infantil pela Santa Casa da Misericórdia do RJ; membro da American Academy and Adolescent Psychiatry; membro da Associação Brasileira de Neurologia e Psiquiatria Infantil; professor da Escola de Pós-graduação em Psiquiatria da PUC-RJ; professor de Pós-graduação em Psicoterapia Cognitivo-comportam ental do Centro
    Tipo do Evento:  Palestra
    Situação:  Aberto
    Programação:  A escola: formação acadêmica, socialização e inclusão;Professor: Um profissional de saúde mental infantil?; O que é transtorno de défícit de atenção/hiperatividad e; Quais são as causas; Transtornos associados; Tratamentos; Como ajudar em sala de aula; Como ajudar em casa.

    Inscreva-se. ..

    Autismo: Dúvidas, Intervenção, Inclusão
    Objetivo:  Refletir sobre as possibilidades, ações e limites dos Espectros Autísticos
    Data Início / Data Fim:  27/06/2009  à  27/06/2009
    Horário:  9h às 13h - sábado
    Palestrante:  Valéria Mendonça
    Formação:  Educadora, Psicomotricista e Psicopedagoga; Titular da Sociedade Brasileira de Psicomotricidade; Tutora em EAD (Educação a Distancia) pela UNIRIO, RJ, no curso de pós – graduação em Educação Especial; Atua como voluntária, no programa CAPITAH – Centro de Atendimento e Pesquisa Interdisciplinar do Transtorno de Atenção e Hiperatividade e no programa CAPTID - Centro de Atendimento e Pesquisa Interdisciplinar do Transtorno Invasivo do Desenvolvimento da Santa Casa de Misericórdia, Rio de Janeiro, R
    Tipo do Evento:  Palestra
    Situação:  Aberto
    Programação:  Breve Histórico, Identificação, Características, Variantes, Técnicas e Intervenções, Psicomotricidade, Inclusão, Vivência. OBS.: Solicitamos aos participantes que usem roupas confortáveis para a vivência.
    Inscreva-se. ..

    Rosangela Pinheiro



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 8h40 PM
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    Videos

    Excelente material para ser passado para os alunos (videos) com tradução de libras.

    Caso não consiga visualizar este boletim, clique aqui

    TV Sentidos
     

     

      
     
    CONFIRA O PROGRAMA SENTIDOS DESTA SEMANA!
    ASSISTA PELA INTERNET OU PELA TV
     
    No programa Sentidos você confere reportagens sobre diversidade e ações sociais. Veja agora o que a nossa equipe preparou para você:
     
    Bloco 1
     . Veja os desafios de conhecer a Europa e os Estados Unidos de mochila nas costas e numa cadeira de rodas;
    . No quadro Fala Sério, o fotógrafo com baixa visão, Wagner Araujo, mostra como realiza seu trabalho
    .

    .
    Clique aqui para assistir o vídeo do bloco 1
     
    Bloco 2
     . O perfil dessa semana é com jogador Cafu, campeão duas vezes pelo Brasil em Copas do Mundo, e que desde 2001 mantém uma instituição filantrópica;
    . Minuto AVAPE, veja como a psicopedagogia auxilia pacientes com sequelas de paralisia cerebral;

    .
    Clique aqui para assistir o vídeo do bloco 2
     
    Bloco 3
     . Por meio da parceria AVAPE e IPEM, portas do mercado de trabalho são abertas para pessoas com deficiência intelectual;
    . No quadro Aprenda LIBRAS, conheça alguns sinais do nosso vestuário.
    . A gente se despede com cenas de quando os Doutores da Alegria passaram pela AVAPE arrancando sorrisos de pacientes.

    .
    Clique aqui para assistir o vídeo do bloco 3
     
    O programa Sentidos mostra ações sociais realizadas por pessoas que trabalham a favor de um país mais justo, inclusivo e que não esperam somente por iniciativas do poder público, mas se juntam para buscar qualidade de vida e diminuir as diferenças. Produzido pelo núcleo de tv da AVAPE - Associação para Valorização e Promoção de Excepcionais em parceria com o Canal Net Cidade, da operadora de TV a cabo NET, o programa Sentidos também destaca as atividades das pessoas com deficiência nas áreas de lazer, educação, cultura, saúde, esporte e trabalho.

    Bom programa!

    Informações, sugestões e dúvidas:
    Núcleo de TV AVAPE - Sentidos
    Telefones: (11) 4433-5075 e 4433-5077
    E-mail:
    programasentidos@avape.org.br

    Na Tv - Canal NET Cidade (12 no ABC)
    Segunda-feira às 19h00h - Inédito
    Terça-feira às 9h30h - Reprise
    Domingo às 2h30 e 15h - Reprise

     

     

     

     

     

     

      

     

    http://sentidos.uol.com.br/avape/programa.asp

    Rosangela Moreira Pinheiro



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 8h20 PM
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    Filme

    Acessem http://www.assimvivemos.com.br/www/index.htm e confiram:

    Assim Vivemos 2009:

    • agosto no Rio de Janeiro
    • setembro em Brasília
    • outubro em São Paulo

    INSCRIÇÕES ABERTAS!

    Em 2009, o Assim Vivemos chega à sua quarta edição, com uma grande novidade: realizaremos o festival em São Paulo, também no Centro Cultural Banco do Brasil, nosso patrocinador e fiel parceiro! Outras cidades podem ainda receber o festival este ano, estamos trabalhando para isso!

    Estamos emocionados com a repercussão do Programa Assim Vivemos na TV BRASIL, que ficará em cartaz de março até agosto, sempre aos domingos, às 18h30.

     
    Todas as sessões terão ENTRADA FRANCA. Esperamos vê-los no festival!
     

    ACESSIBILIDADES:

    Audiodescrição transmitida para fones, feita ao vivo por dois atores em todas as sessões, na sala de cinema, para pessoas com deficiência visual.

    Para saber mais visite
    www.audiodescricao.com.br.

    Legendas descritivas inclusive nos filmes brasileiros, para pessoas com deficiência auditiva.

    Acessos adaptados para cadeirantes.

    Intérpretes de LIBRAS nos quatro debates.

    Catálogos em Braille.

     

    Leia o Regulamento, preencha a Ficha de Inscrição e envie seu filme!Inscrição on-line no site: até dia 11 de maio.
    Recebimento do material de seleção: até 22 de maio.
    Resultado da seleção: até 15 de junho
    Recebimento de DVD para exibição: até 30 de junho.

    Datas:

    Lavoro Produções Artísticas
    Rua Bartolomeu Portela 50/106
    Botafogo - Rio de Janeiro - Brasil
    CEP: 22290-190
    Tel./Fax: +55 21 2235 5255
    Tel: +55 21 2235 5440
    E-mail:
    festival2009@assimvivemos.com.br
    Site: www.assimvivemos.com.br

    Vale conferir e quem sabe após leitura do regulamento  vc envia sua produção.

    Rosangela Pinheiro



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 4h14 AM
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    Acessibilidade

    Parque no ABC Paulista Terá Trajeto para Pessoas com Deficiência.

    (O Estado de São Paulo on line.
    Mônica Cardoso.)

    Área de mata atlântica vai oferecer acessibilidade a cegos e pessoas com mobilidade reduzida.

    Uma enorme área de 484 mil m2 de mata atlântica, o equivalente a 44 campos de futebol, em São Bernardo do Campo, será transformada em um parque sustentável e socialmente responsável. Localizada na Rodovia dos Imigrantes, no lado da pista sentido litoral, a área vai garantir a acessibilidade de pessoas com mobilidade reduzida, como deficientes físicos, visuais e idosos, a uma das trilhas. Por meio de uma passarela sobre as árvores, o visitante terá vista privilegiada da mata nativa.

    O terreno, pertencente à Fundação Kunito Miyasaka, tem restrições a algumas formas de construção, por ser tombado. “Essa área era constantemente invadida por loteamentos clandestinos. Como não podemos vender nem construir, a ideia de desenvolver um parque sustentável foi ganhando força”, explica o presidente da fundação, Antônio da Silva Rosa Neto. A proposta, surgida há dois anos, era oferecer atividades de ecoturismo em trilhas, com o diferencial de atender a pessoas com deficiência.

    A Trilha da Sede, com extensão de apenas 150 metros, será totalmente adaptada para garantir a acessibilidade. Pessoas com Deficiência visual terão corda guia e placas em braile com informações sobre as espécies da flora. Para pessoas com deficiência físicas, haverá curvas de nível para facilitar o acesso - com placas informativas na altura adequada. A Trilha da Divisa, com 1,4 km, terá nível médio de dificuldade, com descidas e subidas.

    Para que o visitante só tocasse o solo ao chegar às trilhas, surgiu outro desafio. “Precisávamos vencer o espaço que separa a Rodovia dos Imigrantes das trilhas, causando o menor impacto à mata atlântica. A solução encontrada foi construir uma ponte, sustentada por poucos pilares que causam reduzida influência no ecossistema. Pela ponte suspensa de 400 metros, que fica entre as copas das árvores, é possível visualizar a vegetação intacta”, explica o arquiteto Newton Massafumi Yamato, que desenvolveu o projeto do parque em parceria com Tânia Parma. Em alguns trechos do piso da passarela serão colocadas placas de vidro, o que permitirá visualizar a vegetação por cima.

    O percurso da passarela também poderá ser feito por um bondinho de vidro. Para descer até as trilhas, o visitante pode optar por escadas ou elevador. Essas alternativas foram pensadas para garantir o acesso de quem tem dificuldade de locomoção. A passarela também levará a três unidades de 100 m² cada que vão abrigar biblioteca, exposições interativas e um auditório para palestras e filmes.

    O período de execução das obras será em torno de 18 meses, com investimento total de R$ 12,87 milhões. A Fundação Kunito Miyasaka investiu R$ 380 mil para a viabilidade do projeto. Agora, a execução do parque depende da captação de recursos junto a empresas. O Parque Imigrantes não cobrará ingresso e a visitação terá de ser pré-agendada e monitorada.

     Fonte:http://www.bengalalegal.com/blog

    Rosângela Pinheiro

     



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 11h12 PM
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    Trabalho

    O Projeto de Qualificação e Inserção no Mercado de Trabalho APOE na cidade de Campos dos Gytacazes-RJ está com inscrições abertas para pessoa deficiente ( mental ou auditivo) com dezoito anos ou mais e que tenha condições de trabalhar. Os interessados falar com Ana Paula pelo tel (22) 27227543, 2ª pela manhã, 4ª, 5ª e 6ª à tarde.

    Rosangela Moreira Pinheiro



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 10h57 PM
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    Inclusão Social

    ADAPTAÇÕES PARA PORTADORES DE MOVIMENTAÇÕES REDUZIDAS.

    http://www.youtube.com/watch?v=miI7FR3Awug

    Rosangela Pinheiro



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 8h52 PM
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    Deficiência Auditiva

    DEFICIÊNCIA AUDITIVA: A MAIOR BARREIRA PARA OUVIR BEM É O PRECONCEITO

    Pessoas com perdas de audição relutam por anos antes de usar um aparelho

    Nas ruas é comum encontrarmos pessoas de todas as idades usando óculos, mas não é isso o que acontece no caso da deficiência auditiva. Apenas 40% das pessoas com perda de audição reconhecem que ouvem mal. A falta de informação e o preconceito fazem com que a maioria demore, em média, seis anos para tomar uma providência.

    Ao sentir alguma dificuldade para ouvir, a pessoa deve consultar um especialista que irá avaliar a causa, o tipo e o grau da perda auditiva. A partir do resultado dos testes, como o de audiometria, será indicado o tratamento mais adequado. Muitas vezes, o uso de aparelho auditivo resolve o problema.

    “Não há demérito algum em usar um aparelho auditivo. Atualmente existem modernos aparelhos, como os da marca Oticon, comercializados no Centro Auditivo Telex, com tecnologia digital, pequenos e quase imperceptíveis, que não ofendem a vaidade de quem usa. Por que não fazer uso dessa tecnologia e ouvir melhor, sentindo-se mais confiante para conversar com seus familiares, amigos e colegas de trabalho? O aparelho com certeza contribui para melhorar a auto-estima e a qualidade de vida”, afirma a fonoaudióloga Isabela Gomes, do Centro Auditivo Telex.

    Mais de 15 milhões de brasileiros têm problemas de audição, segundo dados da Organização Mundial de Saúde. Neste balanço estão incluídos os 12 millhões de brasileiros com mais de 65 anos que sofrem algum grau de perda auditiva. No caso dos idosos, o deficit de audição pode ocorrer por causa de mudanças degenerativas naturais do envelhecimento, chamadas de presbiacusia.

    Quando a indicação é o uso de aparelho auditivo, alguns pacientes se sentem punidos por isto. “Infelizmente, muitas vezes quando a pesssoa procura tratamento o caso já está mais grave. A perda se dá de maneira lenta e progressiva e com o decorrer dos anos a deficiência atinge um estágio mais avançado”, explica Isabela Gomes.

    Cabe à fonoaudióloga indicar qual tipo e modelo de aparelho indicado para atender às necessidades do deficiente auditivo. O aparelho será então regulado para tornar os sons audíveis para o paciente. Isabela Gomes, no entanto, lembra que nem sempre o ajuste certo é obtido nos primeiros dias de uso: “Alguns passam tantos anos sem ouvir direito que estranham quando voltam a escutar determinados sons. Por isso, é necessário um acompanhamento por parte da fonoaudióloga”.[14]

    Ainda há um grande preconceito em relação ao uso de aparelhos de audição e a falta de informação sobre os avanços tecnológicos da área. “As pessoas têm que estar conscientes do fato de que o uso do aparelho não diminui ninguém. A audição é muito importante nas nossas relações, no nosso dia-a-dia. A perda da audição muda o perfil psicológico do indivíduo. Por que não mudar esse quadro? conclui Isabela Gomes.

    Fonte:http://www.segs.com.br

    Rosangela Pinheiro



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 11h08 PM
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    Congresso

    O Congresso

    São José dos Campos mais uma vez é sede do Congresso Nacional Sobre Surdez, um encontro de profissionais renomados com o objetivo de abordar os avanços, paradigmas e novos conceitos relacionados à deficiência auditiva e surdez, com enfoque no diagnóstico, nas intervenções médicas no envolvimento da família, na inclusão escolar, e na cidadania da pessoa com deficiência auditiva e surdez.

    • Libras

    • Fonoaudiologia

    • Psicopedagogia

    • Serviço Social                                                                                                                                                  

    • Neurologia

    • Otorrinolaringologia                                                                                                                                                                                 

    Rosangela Pinheiro

    http://www.aadasjc.org/



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 10h44 PM
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    Direito de ser mãe...

    Mulheres portadoras de deficiência dizem que têm o direito de ser mãe

    Brasília: Maternidade e vida sexual para portadores de deficiência é tema de debates no 1° Seminário Nacional de Saúde: Direitos Sexuais e Reprodutivos e Pessoas com Deficiência. O encontro, que começou segunda-feira (23) e

    termina no dia 25 em Brasília, é promovido pelo Ministério da Saúde e busca fortalecer e conscientizar a sociedade de que a deficiência não é um problema.
    De acordo com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, qualquer pessoa tem direito à vida e à liberdade de escolha. Para a diretora de Políticas de Educação Especial do Ministério da Educação, Martinha Clarete Dutra dos Santos, que tem deficiência visual, a sociedade acredita que o deficiente não é capaz de ter vida sexual ativa, que a mulher portadora de deficiência não pode ser mãe ou que um tetraplégico não pode ser pai.
    “A falta de informação faz com que a sociedade não entenda que nós não somos deficientes e sim diferentes. Ações como essa são importantes, pois o governo precisa pensar em políticas públicas que possa contribuir para o desenvolvimento dos portadores de deficiência no Brasil”, afirmou Martinha Santos.
    Namorar, casar e ter filhos não é uma realidade impossível para uma pessoa portadora de deficiência, todos têm esse direito. Segundo Martinha, a sociedade julga a capacidade de essas pessoas tomarem suas próprias decisões. “Casei aos 19 anos, grávida da minha primeira filha, tive a segunda, mas infelizmente veio a separação” relatou. Martinha disse que sofreu o preconceito da sociedade quando perdeu a guarda de suas filhas para o seu ex-marido, pois a Justiça alegou que ela não teria condições de criá-las.
    Naira Rodrigues, fonoaudióloga, perdeu a visão completamente após a sua primeira gravidez aos 28 anos. “Os médicos me alertaram que a doença que eu tinha podia se agravar com a gravidez, mas a minha vontade de ser mãe era tanta que não me importei em perder a visão de vez, tanto que tive o segundo. Sinto-me realizada como mulher e eu e os meus filhos vivemos felizes enfrentando muitas barreiras, mas unidos”, ressaltou
    Naira critica a forma como a mídia trata o assunto, que determina como a sociedade vê a mulher portadora de deficiência na maternidade. “A mídia distorce um pouco a doença e usa um sentimentalismo barato. Tive a experiência de fazer parte de uma matéria onde me trataram como coitadinha, incapaz. Ao invés de mostrar que sou mãe de dois filhos, trabalho, dou aula, enfim, mostrar que sou capaz, me colocaram como uma pessoa incapaz de fazer isso”, afirmou.
    Fonte: Agência Brasil

     http://www.deficientesolidario.com.br

    Rosangela Moreira Pinheiro



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 12h53 AM
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    Inclusão Digital

    O que é INCLUSÃO DIGITAL?

    Inclusão dos indivíduos na Sociedade da Informação, compreendendo a sua participação e acesso ao complexo e heterogêneo conjunto de bens, aplicações e serviços utilizados para produzir, distribuir, processar e transformar a informação. Inclui o leque de tecnologias que atendem às necessidades de informação e comunicação nas sociedades, consistindo os segmentos de telecomunicações, televisão e rádio, computadores (software e hardware), serviços de informática e mídias eletrônicas como a Internet, bem como o conteúdo destas mídias. Caracteriza-se por ações, programas, projetos e iniciativas que visam assegurar que cada indivíduo, inclusive aqueles com algum tipo de deficiência, tenham acesso e capacidade de usar as tecnologias de informação e comunicação (TICs), como por exemplo, computadores e Internet, e estejam, portanto, habilitados a participar e beneficiar-se da sociedade da informação.

    Fonte:http://inclusao.ibict.br/

    Rosângela Pinheiro



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 12h39 AM
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    Contratação para Tribunal

    STJ Contrata deficientes auditivos para ajudar no processo de digitalização

    Processo judicial eletrônico. Três palavras, que hoje têm um grande significado para o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e para a efetiva prestação jurisdicional, trazem ao Tribunal 60 estudantes deficientes auditivos e mais três

    supervisores que vão trabalhar no apoio operacional à digitalização do processo. Esse é mais um passo dado em busca de soluções eficazes para a melhoria do serviço jurisdicional prestado pelo Tribunal, Os novos contratados já começam a trabalhar , após aprender como operar os equipamentos.

    Segundo a assessora de Modernização e Gestão Estratégica do tribunal, Kleyce Oliveira Silva, os requisitos para a escolha dos estudantes foram apresentar nível médio completo e ter o domínio da linguagem de libras. Além disso, a tarefa exige um alto grau de concentração, qualidade que esses jovens certamente apresentam.

    A mediação da contratação foi o Centro de Treinamento e Formação do Estudante (Cetefe) e os jovens já foram apresentados às regras de convivência e ao processo de digitalização de documentos. O contrato terá validade de 12 meses, podendo ser prorrogado por mais um ano.

    Para Kátia Pereira Bessa, da Secretária de Gestão de Pessoas (SGP), esse trabalho pode até parecer simples, mas é de grande importância para o Tribunal. “É uma grande satisfação tê-los conosco para o desenvolvimento da cidadania brasileira”, assinala.

    Com o processo de digitalização haverá uma expressiva economia de espaço, dinheiro e tempo com o transporte dos autos. E, principalmente, vai agilizar os trabalhos na Corte e fazer com que a decisão judicial chegue mais rápido ao cidadão. Com a tramitação virtual, o processo é automaticamente distribuído ao gabinete do ministro pelo sistema, sem a necessidade do trânsito físico de papel.

    Fonte: Superior Tribunal de Justiça - O Tribunal da Cidadania

    http://www.deficientesolidario.com.br

    Rosângela Pinheiro



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 12h33 AM
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    Planetário

    Planetário


    O Planetário da Gávea no Rio de Janeiro (http://www.rio.rj.gov.br/planetario/)apresenta, em sessões especiais previamente agendadas, o primeiro programa no Brasil para pessoas com deficiência auditiva: o documentário Uma Viagem Pelo Espaço, que leva o público a conhecer os planetas, as estrelas e as constelações, além dos mitos a elas associados.

    Produzido na Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) e utilizando vários projetores auxiliares além do Universarium – projetor de estrelas de alta definição, utilizado pelo Planetário em suas sessões de cúpula –, a apresentação tem a participação do ator surdo Nelson Pimenta, que conduz a narrativa.

    O documentário foi escrito por Fernando Vieira, e é recomendado para crianças acima de 8 anos.

    Fonte: Correio do Brasil
    http://blogsentidos.blogspot.com/
    Rosangela Pinheiro



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 8h41 PM
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    Campus Party Brasil 2009

    A Campus Party Brasil 2009 aconteceu entre: 19 e 25/01/2009

    Local: Centro de Exposições Imigrantes-São Paulo

    A Campus Party consolida uma tendência que se mostra produtiva: incluir ações de inclusão digital e a discussão de suas várias interfaces no debate geral que o Campus Party abrange. Promover a integração dos ativistas de inclusão digital na busca de novas tecnologias que sirvam ao desenvolvimento de projetos sociais, na troca livre de conteúdos e no compartilhamento de experiências ligadas ao mundo digital.

    Para os portadores de necessidades especias também foram mostradas muitas criações e palestras.

    Rosangela Pinheiro



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 11h27 PM
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    Ligado

    Vida em Movimento
     

    Programa de Dudu Braga, na TV Cultura mostrará os benefícios das atividades esportivas e da inclusão para pessoas com deficiência

    Com o objetivo de mostrar e valorizar a capacidade e o potencial de pessoas com deficiência, a TV Cultura estréia neste sábado (29/11), às 10h (horário de Brasília), o programa Vida em Movimento, que trata de atividades físicas, educação, trabalho, esportes adaptados, recreação, acessibilidade e tecnologias assistivas, do ponto de vista da inclusão. Apresentado por Dudu Braga, filho do cantor Roberto Carlos e que tem deficiência visual, a atração mostra os benefícios e a importância da prática de atividades físicas por essas pessoas de forma inclusiva. A data escolhida para a estréia antecede o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, comemorado em 3 de dezembro.

    Vida em Movimento, que terá oito programas, é adaptado de uma série de vídeos produzidos pelo Departamento Nacional do SESI (Serviço Social da Indústria) e CNI (Confederação Nacional da Indústria) e realizado em parceria com o Amankay Instituto de Estudos e Pesquisas, tendo como base o projeto da socióloga Marta Gil.

    O programa, que ocupará 30 minutos na grade da TV Cultura, contará com janela de Libras (língua brasileira de sinais) e com um recurso ainda pouco conhecido no país, a audiodescrição - em que um locutor narra às pessoas com deficiência visual detalhes do conteúdo das matérias exibidas e que não contam com narração ou pessoas falando, apenas imagens.

    Diferentemente do que muitos possam pensar, a atração tem como meta atingir todo tipo de telespectador, e não apenas aqueles com deficiências. Segundo Gabriel Prioli, Coordenador de Conteúdo e Qualidade da Fundação Padre Anchieta, "todos devem ser informados de que a atividade física é possível e recomendável para pessoas com deficiência, sempre de forma inclusiva, seja nas aulas de Educação Física, seja nos esportes adaptados. O processo de inclusão veio para ficar. É exatamente isso que queremos mostrar aos nossos telespectadores", disse.

    O Vida em Movimento, parceria da TV Cultura com o SESI, contou também com o apoio da Secretaria Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência, que deu orientações sobre aspectos do conteúdo e da linguagem utilizada em cada edição.

    Programa de estréia

    O tema principal do programa de estréia será "A semelhança da natureza humana, haja ou não uma condição de deficiência". Na ocasião, pessoas com diferentes tipos de deficiência contam seus sonhos e o que gostam de fazer. Um deles é Breno Viola, faixa preto em judô e que tem Síndrome de Down. Na entrevista, ele fala sobre persistência e disciplina. A edição contará também com professores dando exemplos de estratégias para aulas inclusivas.

    Além disso, Ana Carolina Alves, técnica da seleção brasileira de bocha, explica as regras e as adaptações necessárias para a prática do esporte por pessoas com deficiência. A profissional falará das vantagens que a prática traz, como raciocínio, atenção, interação com outras pessoas, melhora na coordenação motora, no equilíbrio e na capacidade de planejamento.

    Outro esporte abordado na estréia é o futebol, também conhecido como futebol de cinco. O esporte é praticado no Brasil há mais de 40 anos e a seleção paraolímpica conquistou medalha de ouro nas Olimpíadas de Atenas (2004) e Pequim (2008), e também nos últimos Jogos Parapanamericanos, disputado em 2007 no Rio de Janeiro.

    http://sentidos.uol.com.br

    Rosângela Pinheiro



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 9h07 PM
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    Ligado

    Cinema acessivel

    começou o 41º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

    De 18 a 25 de novembro Brasília será o palco de produções cinematográficas. Neste período acontecerá a 41ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (FCBC), que este ano contemplará o publico com deficiência tornando o cinema acessível para ele. Durante a abertura do Festival, que aconteceu no dia 18 de novembro no Teatro Nacional Claudio Santoro, um grupo de deficientes auditivos e visuais acompanhou a cerimônia e puderam conhecer e testar as adaptações. Além da presença constante de um interprete da Língua Brasileira de Sinais, os surdos contarão com a legenda eletrônica dos filmes.

    Já para quem é cego ou tem deficiência visual serão disponibilizados aparelhos de audiodescrição. Segundo a diretora de Cultura Inclusiva da Secretaria de Estado de Cultura do Distrito Federal, Dolores Tomé, a audiodescrição é um recurso oferecido para este público desde a 40ª edição do FCBC. "Assim que saiu o resultado dos filmes classificados para o festival, uma equipe de profissionais criou o roteiro, definiu-se os narradores, revisores videntes, revisores cegos e a tecnologia foi testada e aprovada."

    Durante o festival - que exibirá um longa na abertura e encerramento e, na Mostra Competitiva, 6 longas e 12 curtas - 50 aparelhos de audiodescrição serão destinados aos cegos. Enquanto os filmes são exibidos, os deficientes visuais acompanharão a película por meio de uma narração, seguida pela descrição de cada cena.

    Segundo Claudia a cada edição do festival é feita uma premiação do júri popular que elege o melhor filme e no ano passado as pessoas cegas não votaram. Este ano, o secretário de Cultura Silvestre Gorgulho criou o prêmio Vagalume, voltado aos deficientes visuais que prestigiam o evento. Após cada exibição, os expectadores poderão emitir sua opinião sobre as produções. Para pontuar a participação, um troféu, criado pelo grupo Artes Táteis, formado por cegos, foi confeccionado e será entregue a melhor película.

    "A inclusão cultural é um movimento irreversível em nosso Festival. Começamos com os cegos, que este ano darão um troféu para o melhor filme definido por eles, e os surdos, que nesta edição terão a chance de participar normalmente do evento", diz o secretário.

    Outra novidade reservada para esta edição é o lançamento do livro Cinema Para Cegos. A publicação conta as histórias e experiências de expectadores que acompanharam a mostra em 2007. A obra deve ser lançada no encerramento do Festival e será apresentada em três versões: tinta, braille e com CD áudio descritivo. O livro retrata a participação das pessoas cegas desde o primeiro momento e revela que elas foram as grandes protagonistas no processo e também para que surjam mais pessoas, festivais, estados para multiplicarem a tecnologia", conta Claudia. O livro será doado a cada secretaria de cultura das grandes capitais e as pessoas interessadas.

     

    http://sentidos.uol.com.br

    Rosangela Pinheiro

     

    Reportagem: Redação Sentidos



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 7h32 PM
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    visão dos cegos

    As pessoas portadoras de deficiência visual podem navegar pela Internet, utilizando um programa de leitura de tela.
    Estes programas vão passando por textos e imagens e sintetizando a fala humana. Basicamente, o programa lê para a pessoa o que está na tela.

    http://www.acessobrasil.org.br

    Rosangela Pinheiro



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 12h16 AM
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    Dia da Bengala Branca

    Dia da Bengala Branca, comemoração de um dos símbolos da habilidade de ir e vir da pessoa cega ou baixa visão
    Reportagem: Divulgação
    Inserida em: 14/10/2008
    O dia 15 de Outubro é o Dia Mundiall da Bengala Branca, símbolo de independência, liberdade e confiança das pessoas cegas. Estabelecido pela Federação Internacional de Cegos, em 1970, este dia tem como objetivo reconhecer a independência das pessoas cegas, sua plena participação na sociedade, a sua utilização permite ao deficiente visual movimentar-se livremente.

    A conhecida bengala branca é utilizada por deficientes visuais em muitos países. Sua história começou em 1921 quando James Biggs, fotógrafo de Bristol, Inglaterra, ficou cego depois de um acidente. Por se incomodar com a quantidade de trânsito que havia perto da sua casa, ele pintou sua bengala de branco para ficar mais visível. Hoje a Bengala Branca é amplamente aceita como "símbolo da cegueira", e vários países têm regras distintas relacionadas ao que constitui uma "bengala para cego".

    Para comemorar esta data a Fundação Dorina Nowill para Cegos, que ensina desde 1958 os deficientes visuais a utilizarem a bengala branca, fará vivências sobre as questões da mobilidade das pessoas com deficiência visual, orientadas por profissionais e pessoas com deficiência visual, com o objetivo educativo. O público terá a oportunidade de experimentar e conhecer a técnica de utilização da bengala, poderá ainda aprender como conduzir adequadamente e com segurança a pessoa com deficiência visual, e mostrar ao público em geral sobre a importância das percepções dos demais sentidos. Participará do evento a presidente emérita e vitalícia da instituição, Dona Dorina Gouvêa Nowill.

    O evento acontecerá no vão do MASP, na Avenida Paulista, das 11h às 15h. A comemoração pretende enfatizar não só o que a bengala em si mesma traz para a socialização da pessoa com deficiência, mas também para despertar toda a sociedade para as questões da igualdade de oportunidades e da inclusão social dos deficientes visuais.

    Serviço
    Comemoração do Dia Mundial da Bengala Branca em 15 outubro de 2008
    Local de encontro e atividades: Vão livre do Masp
    Horário: das 11h às 15h

    Sobre a Fundação Dorina:
    Há mais de 62 anos, a Fundação Dorina trabalha para facilitar a inclusão social de pessoas com deficiência visual, por meio de produtos e serviços especializados. A produção de livros e revistas acessíveis permite às pessoas cegas e com visão subnormal acesso ao mundo do conhecimento e informação. Diariamente, são produzidos na sede da instituição livros didáticos, paradidáticos, best-sellers e obras literárias em áudio e no Sistema Braille, e livros acadêmicos e de referência no formato Digital Acessível que são distribuídos gratuitamente para pessoas com deficiência visual e para mais de 1.700 de escolas, bibliotecas e organizações de todo o Brasil. E oferece ainda, gratuitamente, programas de atendimento especializado ao deficiente visual e a sua família, nas áreas de avaliação e diagnóstico, educação especial, reabilitação e colocação profissional. Só em 2007 foram realizados mais de 17 mil atendimentos.

    Saiba mais
    O que fazer quando encontrar uma pessoa cega

    No convívio com deficientes visuais, deve-se agir com naturalidade, pois eles apresentam as mesmas características de qualquer ser humano, ou seja, eles PODEM CONVIVER SOCIALMENTE, estudando, trabalhando, tornado-se pessoas auto-suficientes.

    Ao andar com uma pessoa cega, deixe que ela segure em seu braço. Não a empurre: pelo movimento de seu corpo, ela saberá o que fazer.

    Ao estar com ela durante a refeição, pergunte se ela quer auxílio para cortar a carne, o frango ou para adoçar o café, e explique-lhe a posição dos alimentos no prato.

    Ao auxiliar a pessoa cega a atravessar a rua, pergunte-lhe antes se ela necessita de ajuda e, em caso positivo, atravesse-a em LINHA RETA, senão ela poderá perder a orientação.

    Se ela estiver sozinha IDENTIFIQUE-SE SEMPRE ao aproximar-se dela. Nunca empregue brincadeiras como: "adivinha quem é?".

    Ao orientá-la a sentar-se, coloque a mãe da pessoa cega sobre o braço ou encosto da cadeira e ela será capaz de sentar-se facilmente.

    Ao observar aspectos inadequados quanto à sua aparência, não tenha receio em avisá-la discretamente a respeito de sua roupa (meias trocadas, roupas pelo avesso, zíper aberto, etc.)

    Ao orientá-la, dê direções de modo mais claro possível. Diga DIREITA ou ESQUERDA, de acordo com o caminho que ela necessite. NUNCA use termos como "ali", "lá".

    Se conviver com uma pessoa cega, NUNCA deixe uma porta entreaberta. As portas devem estar totalmente abertas ou completamente fechadas. Conserve os corredores livres de obstáculos. Avise-as se a mobília for mudada de lugar.

    Se você for a um lugar desconhecido para a pessoa cega, diga-lhe, muito discretamente onde as coisas estão distribuídas no ambiente e quais as pessoas presentes. Se estiver uma festa, veja se ela encontra pessoas para conversar, de modo que se divirta tanto quanto você.

    Ao apresentá-la a alguém, faça com que ela fique de frente para a pessoa apresentada, impedindo que a pessoa cega estenda a mãe, por exemplo, para o lado contrário em que se encontra essa pessoa.

    Ao conversar com uma pessoa cega, fale sempre diretamente e NUNCA por intermédio de seu companheiro. A pessoa cega pode ouvir tão bem ou MELHOR QUE VOCÊ. NÂO EVITE as palavras "ver" e "cego": use-as sem receio.

    Ao afastar-se da pessoa cega, AVISE-A PARA QUE ELA NÃO FIQUE FALANDO SOZINHA.

    http://sentidos.uol.com.br/canais/materia.asp?codpag=13172&canal=mercado

    Rosangela Pinheiro



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 1h52 AM
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    Direitos das Pessoas com Deficiência

    Sentidos

    Comprometimento

    Com o objetivo de expressar o olhar da sociedade civil acerca da efetivação e ampliação dos Direitos das Pessoas com Deficiência, será lançada hoje no Auditório da Casa da Esperança, em Fortaleza, Ceará, a Plataforma Política do Movimento das Pessoas com deficiência. Através dela, o movimento pretende comprometer os (as) gestores (as) eleitos (as) no pleito de outubro de 2008, no sentido de que faça deste documento um verdadeiro plano de trabalho, assumindo suas diretrizes como metas, com o compromisso de implementação de todas as suas disposições no decorrer dos próximos quatro anos.

    O documento reúne propostas sobre diversas temáticas como educação, saúde, transporte e trabalho, propondo ações em políticas públicas que adotam a acessibilidade e o respeito como pressupostos para a efetivação de direitos fundamentais das pessoas com deficiência. A Plataforma tem o respaldo legal da Constituição Federal, da lei 7.853/89, dos Decretos 5.296/04 e 6.571/2008, da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU), entre outros.

    As proposições vão desde a realização de campanhas que capacitem e sensibilizem profissionais e a sociedade em geral a lidar com pessoas com deficiência - respeitando-as em seus direitos e autonomia - à promoção da acessibilidade aos meios físicos, à comunicação e informação, através da adaptação de espaços públicos e privados de grande circulação.

    O Movimento das Pessoas com Deficiência (MPcD) reúne diversas entidades e grupos de e para pessoas com deficiência do estado do Ceará. Trata-se de uma articulação da sociedade civil, de caráter apartidário, que luta pela garantia dos direitos das pessoas com deficiência e por uma cidade acessível a todos e todas.



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 10h42 PM
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    Vale a pena ver de novo

    Oi pessoal, não deixe de visitar o blog da APOE/Campos dos Goytacazes.Estão fazendo um belo trabalho.

    http://pq.apoe.zip.net/

    Que sirva de exemplo para muitos.

    Bjus

    Rosângela Pinheiro



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 12h31 AM
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    Dia Nacional de Luta

    DIA NACIONAL DE LUTA DAS PESSOAS DEFICIENTES
    21 de setembro

    O Dia Nacional de Luta das Pessoas Deficientes foi instituído pelo movimento social em Encontro Nacional, em 1982, com todas as entidades nacionais. Foi escolhido o dia 21 de setembro pela proximidade com a primavera e o dia da árvore numa representação do nascimento de nossas reivindicações de cidadania e participação plena em igualdade de condições.

    Esta data é comemorada e lembrada todos os anos desde então em todos os estados; serve de momento para refletir e buscar novos caminhos em nossas lutas, e também como forma de divulgar nossas lutas por inclusão social.

    Lei Nº 11.133, DE 14 DE JULHO DE 2005

    Institui o Dia Nacional de Luta da Pessoa Portadora de Deficiência.
    O VICE–PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no exercício do cargo de
    PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional
    decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
    Art. 1o É instituído o Dia Nacional de Luta da Pessoa Portadora de Deficiência,
    que será celebrado no dia 21 de setembro.
    Art. 2o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

    Brasília, 14 de julho de 2005; 184o da Independência e 117o da República.
    JOSÉ ALENCAR GOMES DA SILVA
    Erenice Guerra

    Rosangela Pinheiro



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 12h53 AM
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    Produtos para deficientes visuais

    TECASSISTIVA fornece e distribui 125 impressoras Braille para o MEC

     Foram entregues pela TECASSISTIVA impressoras Braille da marca INDEX BASIC D nas salas multifuncionais de escolas em 125 municípios brasileiros.

    Produtos

    Caixa Acústica - Impressora Basic - D
     Caixa Acústica para Impressora Basic-S ou Basic-D
    A caixa acústica para impressoras Basic da Index, reduz satisfatoriamente o nível de ruído.
     
     
     
    Impressora Braille - 4x4 Pro
     Impressora Braille - 4x4 Pro
    A Impressora Index 4x4 Pro tem a capacidade única de produzir em formato de revista, automaticamente, sem trabalho normal adicional: é só agrafar e dobrar!
     
    Seika - Linha Braille
     Imagem da linha Braille Seika.
    Linha Braille Seika, sinônimo de simplicidade e tecnologia, possui 40 células Braille para facilitar a leitura de seus usuários.
     
    SmartView 7000
     Foto do Ampliador eletrônico SmartView 7000.
    O SmartView 7000 é o ampliador de caracteres mais bonito, ergonômico e fácil de usar, até hoje construído.
    Rosangela Moreira



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 11h09 PM
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    Noticias

    Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência em parceria com a Acessibilidade Brasil promove o I Seminário Carioca de Tecnologia Assistiva

    Rosangela Moreira



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 10h55 PM
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    Entrevista/Informação

    Surdocegueira

    Professora fala sobre metodologias aplicadas ao Surdocego e Múltiplo Deficiente Sensorial, tendo em vista o processo inclusivo.

    Ariane Massicano: é um privilégio trabalhar com alunos com deficiência
    Um dos grandes desafios da inclusão é tratar todos em igualdade de direitos a educação valorizando a diversidade no sentido em que cada um possa contribuir em sua especificidade. Nessa perspectiva, não seria diferente quando o trabalho é com relação a inclusão do surdocego e múltiplo deficiente sensorial. "Deve-se partir de uma questão central que é a de definir com clareza que inclusão está sendo focalizada e qual o tipo que propiciaria as crianças com necessidades especiais maiores benefícios para seu desenvolvimento e bem estar", diz a professora de educação especial da rede Estadual de Ensino Ariane Cristina de Mello Massicano.

    Ariane é formada em pedagogia com licenciatura plena pela Faculdade de Educação, Ciências e Artes Dom Bosco (FAECA) de Monte Aprazível, interior de São de Paulo. Fez especialização em Habilitação no Magistério de Deficientes Mentais pela Faculdade Auxilium de Filosofia, Ciências e Letras (FAL) de Lins (SP) e Pós-graduação em Formação de Educadores para Portadores de Deficiências Sensoriais (Mental, Auditiva, Visual e Física), Múltiplas Deficiências e Surdocegueira pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), em São Paulo.

    Trabalhando cerca de quatorze anos em educação especial, passando por todas as áreas e modalidades existentes, Ariane é professora de sala de recursos na Rede Estadual de Ensino - Escola.Estadual Dr. Waldemiro Naffah, de São Jose do Rio Preto (SP), faz atendimento clínico-pedagógico especializado em clínica, dá aula no curso de pós-graduação em Educação Especial e Inclusiva, da Faculdade de Educação, Ciências e Artes Dom Bosco de Monte Aprazível/SP e em cursos de capacitação e formação de professores através de empresas de consultoria com cursos na área de educação especial em vários municípios.

    Com todos esses anos de experiência Ariane conta que se sente privilegiada por trabalhar com pessoas de todos os tipos de deficiências. "Acredito em novas possibilidades de intervenção onde o único objetivo é a aprendizagem significativa e efetiva."

    Na entrevista que concedeu ao site Sentidos, a professora de educação especial fala, entre outras questões, sobre as causas da surdocegueira e de metodologias aplicadas ao surdocego e múltiplo deficiente sensorial tendo em vista o processo inclusivo.

    Sempre trabalhou com alunos com deficiência?
    Posso dizer que sempre tive o privilégio de trabalhar com pessoas de todos os tipos de deficiências. Na medida em que surgiam novos casos procurava subsídios necessários que pudessem me auxiliar quanto ao conhecimento de novas metodologias, novas técnicas e recursos capazes de se adequarem a necessidade específica de cada aluno. No decorrer da minha carreira pude me especializar e adquirir novos conhecimentos acerca da diversidade. Acreditava e continuo acreditando em novas possibilidades de intervenção onde o único objetivo é a aprendizagem significativa e efetiva.

    Por que decidiu trabalhar nessa área?
    Acredito que nasci com esse desejo no meu coração e estava escrito, e por mais difícil que foi chegar até aqui, jamais desisti ou pensei em deixar de acreditar no trabalho voltado para educação especial. Acredito que "todos" podem aprender independente de terem ou não condições ou possibilidades. Todos possuem habilidades que devem ser trabalhadas, buscando ou não, novas formas e\ou recursos adaptados.

    O que é surdocegueira?
    Existem várias definições condizentes. Seria pertinente esclarecer que a surdocegueira é uma deficiência única que apresenta a perda da audição e visão de tal forma que a combinação das duas deficiências impossibilita o uso dos sentidos de distância, cria necessidades especiais de comunicação, causa extrema dificuldade na conquista de metas educacionais, vocacionais, recreativas, sociais, para acessar informações e compreender o mundo que o cerca. Nesse sentido, temos vários autores tais como Writer, Freeman, Wheeler & Griffin, McInnes, dentre outros, que defendem a surdocegueira como única e não como a soma de dois comprometimentos sensoriais. Segundo o Grupo Brasil de Apoio ao Surdocego e Múltiplo Deficiente Sensorial embora a surdocegueira possua duas deficiências associadas - a surdez e a cegueira - não se trata da somatória de ambas mas uma deficiência única que apresenta características peculiares como graves perdas auditivas e visuais, levando quem a possui, ter formas específicas de comunicação. Cabe ressaltar que existem vários tipos de surdocegueira como cegueira congênita e surdez adquirida, surdez congênita e cegueira adquirida, cegueira e surdez congênita, cegueira e surdez adquirida, baixa visão com surdez congênita ou adquirida.

    Quais são as causas dessa deficiência?
    Antigamente, pensava-se que a principal causa da surdocegueira seria a síndrome da Rubéola Congênita. Hoje em dia, com a tecnologia mais avançada, sabe-se que as principais causas se relacionam com a prematuridade ou com várias anomalias, tais como: rubéola, síndromes (Down, Usher, Trissomia 13, entre outras), anomalias congênitas (associação de CHARGE, hidrocefalia, microcefalia, síndrome fetal alcoólica, abuso de drogas pela mãe, entre outras), prematuridade e disfunções pré-natais congênitas (SIDA, toxoplasmose, herpes, sífilis, rubéola, citomegalovírus, dentre outros) e causas pós-natais (asfixia, traumatismo craniano, encefalite, meningite, sarampo, caxumba, dentre outros). Há, no entanto, estudiosos que acreditam que a principal causa é ainda desconhecida.

    É possível perceber que uma criança é surdocega logo ao nascer?
    Logo após o nascimento de uma criança uma equipe médica se disponibiliza para averiguar o desenvolvimento e aspectos gerais da criança e especificamente aquela que é surdacega dispõe de características únicas, que resultam do efeito combinado das deficiências auditiva e visual. Ao nascer essa criança sentirá extremo desconforto demonstrando irritação e choro constante devido à possível falta desses sentidos. Contudo isso só poderá se confirmar através de um diagnóstico diferencial abrangendo diferentes tipos de exames como os laboratoriais, exames médicos (neurológico, visão, audição, físico), avaliações genéticas, dentre outros. Cabe ressaltar que se a criança já possui um histórico que sugestiona qualquer comprometimento e\ou deficiência os médicos estarão atentos a qualquer indício podendo assim orientar e encaminhar a família de forma adequada.

    Como a criança surdocega reage às novas situações?
    Segundo os autores Telford & Sawrey (1976), quando a visão e a audição estão gravemente comprometidas, os problemas relacionados à aprendizagem dos comportamentos socialmente aceitos e a adaptação ao meio se multiplicam. A falta dessas percepções e sentidos limita a criança surdocega na antecipação do que vai ocorrer a sua volta. Sua dificuldade na antecipação dos fatos faz com que cada experiência possa parecer nova e assustadora, como ser transportada de um lugar para o outro, sentir na boca a introdução de um alimento novo ou ser tocado repentinamente. Ainda como resultado da privação de sentidos (visão e audição), sua motivação na exploração do ambiente é proporcionalmente diminuída. Seu mundo se limita ao que por casualidade está ao alcance de sua mão e, sobretudo a si mesmo.

    Quais são os recursos educacionais utilizados no desenvolvimento dessa criança?
    Quando se nasce surdocego não se sabe o que o mundo apresenta, que existem formas, cores, números, diversidade de coisas, pode-se até nunca descobrir a "noção do eu". Afinal é o ato de aprender que nos distingue dos outros, portanto, há que se aproveitar cada momento para aprender e preparar as competências para o que a seguir virá. Para um surdocego há metas que se impõem e intervenções que devem ser realizadas e há que se desenvolver uma aprendizagem de maneira diferenciada, com metodologias específicas abrangendo e esgotando todas as formas passíveis de contribuição ao seu desenvolvimento global. Além dessas questões, é importante que a criança esteja motivada a participar de experiências externas, ainda que básicas, como alimentação, higiene, lazer, etc.

    Como é essa aprendizagem?
    O processo de aprendizagem ocorre por repetição e estimulação orientada em contextos naturais, dado que a surdocegueira interfere na capacidade de aprendizagem espontânea e na de imitação. Sabe-se que o aprendizado da via de comunicação exige atendimento especializado com estimulação específica e individualizada. Quando a criança é estimulada precocemente, ela adquire comportamentos sociais mais adequados e também poderá desenvolver e aprender a usar seus sentidos remanescentes melhor do que aquela que não recebeu atendimento.

    Como ela se comunica?
    Segundo o autor Nunes (2000), "o processo comunicativo envolve recepção da informação e a respectiva compreensão da mensagem. Desde muito cedo, a criança começa a perceber o que é a fala e que os diferentes tons de voz, as expressões faciais, os gestos e os toques, pretendem dizer-lhe algo, ou seja, que esses comportamentos têm significados" (p.48). No entanto, para a criança surdocega é importante considerar cuidadosamente as formas de como transmitir a informação e como lhe será permitido que comece a antecipar o que vai acontecer. A comunicação pode ser receptiva - processo de recepção e compreensão de mensagens ou expressiva - forma como expressar desejos, necessidades e sentimentos. Os recursos de comunicação usados pelas pessoas surdocegas são vários (sistemas alfabéticos: dactilológicos, letras maiúsculas, tablitas, braille, máquina de escrever em tinta ou braille e sistemas não-alfabéticos: LIBRAS, LIBRAS adaptada, leitura labial, Tadoma, movimentos corporais, sinais no corpo, símbolos, sistemas suplementares de comunicação como levantar a cabeça, dentre outros). Entre todos, o tato constitui a via promissora no estabelecimento das interações com o ambiente.

    Quais são as metodologias aplicadas ao surdocego e múltiplo deficiente sensorial, tendo em vista o processo inclusivo?
    Deve-se partir de uma questão central que é a de definir com clareza que inclusão está sendo focalizada e qual o tipo de inclusão que propiciaria as crianças com necessidades especiais maiores benefícios para seu desenvolvimento e bem estar. Temos subsídios pertinentes a essa temática. Recentemente pudemos dispor da socialização de uma videoconferência que abordou justamente esse tema explicitando a real situação da inclusão de surdocegos na rede regular de ensino. Modalidades de atendimento, política educacional, adaptação curricular, ambientes estruturados, equipamentos e materiais específicos. Enfim, educadores e representantes do governo buscando alternativas e possibilidades passíveis de contribuição ao desenvolvimento do processo inclusivo do surdocego. Mas, para que ocorra efetivamente a inclusão de crianças surdocegas e com múltipla deficiência sensorial se faz necessário um preparo cuidadoso em vários níveis e aspectos entre os quais caberia citar a formação de profissionais, o preparo das condições quanto às possibilidades e limites que a escola oferece, adequando-a quando necessário, ao conhecimento e socialização acerca do bem estar da criança deficiente, adaptações e alterações curriculares complementares com objetivos funcionais, dentre outros. A surdocegueira não deve ser vista meramente pelo ângulo físico e social, precisa ser considerada dentro de um contexto mais amplo e existencial do ser humano.

    Como os pais devem lidar com uma criança surdocega?
    O papel da família tem grande importância em todo o processo educacional da criança surdocega. Segundo Freeman (1991), o sucesso no processo da educação de crianças surdocegas depende em grande parte dos pais, por serem eles, ao longo da vida as pessoas que terão maior influência na educação de seus filhos. Quando eles participam do processo educacional, apoiando e compartilhando conhecimentos com os profissionais, a criança surdocega aprende a amenizar os obstáculos que enfrenta.

    O que se tem feito para o conhecimento e a divulgação da surdocegueira?
    Grandes avanços têm-se apresentado no âmbito dessa temática e embora esforços infindos se perpetuem ainda se faz necessário que abordagens como essa se decorra favorecendo assim o conhecimento e divulgação acerca da surdocegueira como metodologias e recursos específicos, adaptações curriculares, inclusão na rede regular de ensino, adaptações no ambiente, questões sociais, atendimento especializado, dentre outros.

    O que há de atendimento para essas pessoas?
    Considerando os aspectos e propósitos da educação inclusiva, nós especialistas, procuramos contribuir em direção de novas possibilidades de atendimento para essas pessoas. Ainda temos muito que contribuir e estamos sujeitos a inúmeras adaptações. Em conjunto com as secretarias estaduais e municipais buscamos soluções viáveis para a implantação de atendimento ao surdocego e múltiplo deficiente sensorial. Aqui, na região de São Jose do Rio Preto busco condições que permitam a implantação do atendimento subsidiada à legislação pertinente. Recebo apoio e auxílio de pessoas comprometidas e ao mesmo tempo responsáveis em suas funções. E o único e maior objetivo é a garantia do atendimento especializado previsto na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, que fala no Art. 203.- A assistência social será prestada a quem dela necessitar, independentemente de contribuição à seguridade social, e tem por objetivos: I - a proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice; II - o amparo às crianças e adolescentes carentes; III - a promoção da integração ao mercado de trabalho; IV - a habilitação e reabilitação das pessoas portadoras de deficiência e a promoção de sua integração à vida comunitária. Desde então, aproveito o ensejo para agradecer Nair Prata, pessoa especial em suas atribuições, pelo empenho, carinho e dedicação em me auxiliar nessa conquista. Pessoas responsáveis, envolvidas e conscientes se fazem necessárias à concretização do processo inclusivo.

    O que falta para que a pessoa surdocega seja incluída, de fato, na sociedade?
    O direito de todos à educação aparece consignado em declarações e princípios assumidos legalmente onde cada um tem clara obrigação de respeitar e promover o desenvolvimento igualitário a todos. A concretização deste direito assenta fundamentalmente na universalidade do acesso à educação e na promoção da otimização de condições de aprendizagem para todos, eliminando assimetrias e disparidades que podem ser obstáculos à freqüência da escola e ao sucesso na aprendizagem voltado ao seu efetivo exercício da cidadania. Diante disso, cabe a nós, sujeitos aprendizes que somos, refletirmos diante da possibilidade de ler essa entrevista com a própria visão mediante a liberdade de realizar qualquer ação ou atitude desejada, pois muitos não têm a mesma permissividade porque além de faltar-lhe a luz e o som se sentem, e são privados da comunicação, e cada vez mais isolados do mundo que os cercam. Difícil colocar-nos na condição de viver no silêncio e na escuridão dependendo do auxílio e credibilidade das pessoas para ao menos aprender a se comunicar e ou entrar em contato com as diferenças que o mundo nos proporciona afinal a vida tem que continuar a fazer sentido. Para um surdocego há metas que se impõem como a aprendizagem e formas diferenciadas de comunicação. E o difícil é conviver com as diversidades advindas da deficiência sem apoio e ou respaldo adequado. Contudo, é necessário o desenvolvimento de um currículo específico e adequado que se possam atender os direitos básicos de comunicação e desenvolvimento global do surdocego enquanto sujeitos ativos e atuantes na sociedade em que vivem. O trabalho que a escola terá que desenvolver com as crianças surdocegas tem como objetivo o sucesso em sua vida futura. É necessário estabelecer intervenções nas quais os objetivos estejam de acordo com as reais necessidades da criança. Por isso, é importante que toda a comunidade escolar e local esteja envolvida no processo de escolarização e desenvolvimento da criança surdocega. Devem-se planejar alternativas de inclusão nas atividades sociais e culturais, enfim, pensar formas que viabilizem sua vida em sociedade.Diante disso, o verdadeiro desafio é ultrapassar a barreira do silêncio e do isolamento em que nós mesmos nos colocamos.

    http://sentidos.uol.com.br/canais/materia

    Rosângela Pinheiro







    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 6h08 PM
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