Meu Perfil
BRASIL, Sudeste, Campos dos Goytacazes, P. Esplanada, Mulher, de 36 a 45 anos, Portuguese, Informática e Internet, Animais, viagens
MSN -



Histórico


Categorias
Todas as mensagens
 Inclusão Digital
 Informação
 Tecnologias Assistivas


Votação
 Dê uma nota para meu blog


Outros sites
 Tecnologias Assistivas-DA
 Mídias Cultura e Sociedade
 Toca da Cathy
 Net Educação
 Educação
 No mundo dos Blogs
 Caldeirão de Idéias
 Qualibest
 A Força do Bem
 Deficiente Solitário
 Bengalalegal
 Inclusão digital


 
 
Tecnologias Assistivas , Inclusão Digital e Social


Lembram-se do Ariel?/Notícias!

Ariel Figueiredo
Aos 20 anos, o ator e repórter especial do TeleLibras, prepara-se para ser contador de histórias

Na semana passada, Ariel Figueiredo, 20 anos, realizou um de seus sonhos: dar entrevista para a Rede Globo. Ele atua como voluntário na ONG Vez da Voz, que realiza atividades lúdicas, especialmente contação de histórias, em livrarias e escolas, sempre com o intuito de unir crianças com e sem deficiência. Ele conheceu a ONG através de sua fonoaudióloga, Cláudia Cotes, que é presidente da mesma.

Enquanto se prepara para contar histórias nos eventos da ONG, ele ajuda como pode, inclusive dando entrevista para a repórter da EPTV, canal de Campinas, filiada da Globo, como aconteceu no último evento da ONG. Na oportunidade, ele também aproveitou a deixa do microfone e gravou algumas passagens como repórter do TeleLibras, jornal semanal voltado para surdos e produzido pela Vez da Voz.

Nessa entrevista à reportagem da Sentidos, Ariel fala sobre a biografia que está escrevendo, As Aventuras de Ariel, fala também sobre sua atuação na peça Os dias antes de amanhã, da Cia e Arte Intrusa, em cartaz em Campinas, e sobre trabalho voluntário.

Você pretende começar a contar histórias como voluntário?
Pretendo, se o pessoal da ONG quiser (risos). Tenho essse talento. Claro, quem foi companheira nisso, me ajudando a desenvolver esse talento, foi minha mãe e a Cláudia ( da Vez da Voz)

Porque se interessou por esse tipo de atividade?
Me interessei porque eu ia muito na Cláudia quando eu era criança e também porque meu avô e minha mãe me contavam muitas histórias.

Você tem vontade ajudar outras pessoas e por isso quer trabalhar como voluntário?
Claro. Eu escrevo para que o mundo pare para pensar. Gostaria que as pessoas acabassem com o preconceito que têm contra a síndrome de Down, os cegos, os deficientes físicos e qualquer tipo de preconceito. Também gostaria que acabassem com a violência. É pensando nisso que escrevo minha biografia : As Aventuras de Ariel.

Além de contar histórias, você também gosta de ouvir histórias? Acha isso importante?
Quando eu era criança, adorava ouvir histórias. Tive até algumas fitas com histórias que eu ouvia no meu toca fitas.

Você gravou algumas chamadas como repórter recentemente. O que achou da experiência?
Bom, vou ser sincero. A experiência de ser repórter do Telelibras foi fundamental, porque eu pude interagir com os surdos, já que o interprete fazia a língua de sinais.

Como é sua rotina como estudante?
Para ter uma idéia, faço supletivo - curso médio - em uma escola de Campinas. Estudo em casa para fazer a prova lá. Já terminei as disciplinas de História e Geografia. Agora, estou fazendo Português. Tenho uma professora particular que me ajuda, a Lia Cazzaro.

O que gosta de fazer no dia-a-dia?
Eu gosto de escrever a minha biografia, As Aventuras de Ariel, em que conto o que acontece comigo, o que eu penso e o que sinto. É meu passatempo favorito. Mas também gosto de ouvir música e ler livros da coleçãoo Harry Potter. Também de assistir novelas , o Globo Repórter e os programas humorísticos.

Quais são seus planos para o futuro?
Meus planos para o futuro são ser contador de histórias, cantor, escritor e artista de novela. Claro que estou dando um passo de cada vez, mas já participo de um grupo de teatro chamado Arte Intrusa e também da Vez da Voz.


Leia aqui:
http://sentidos.uol.com.br/canais/materia.asp?codpag=12520&codtipo=3&subcat=54&canal=talento


Fonte: Boletim Sentidos

Rosângela Pinheiro



Escrito por Rosângela Pinheiro- às 5h10 AM
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



NOTÍCIAS

                                                                     Hábito nota 10
A leitura é uma aliada poderosa do desenvolvimento pessoal. E faz diferença quando o assunto é inclusão.
Reportagem: Claudia Gisele
2007
Romeu Neto, 22 anos, que cresceu entre livros, lê jornal diariamente e tem dois livros de poesia pub

Um livro pode mudar a vida da gente. A leitura permite vivermos histórias alheias. Cada experiência imaginada é provocativa. Faz a gente sair do lugar, andar para a frente.
O contato com livros é importante em todas as fases da vida, mas é na infância que o hábito de leitura deve ser despertado. Quanto mais a criança lê, maior será sua capacidade criativa e crítica, o domínio da linguagem, e maiores serão as oportunidades que terá na vida adulta.

Entre pessoas com deficiência, essas oportunidades significam algo mais: inclusão. Os pais de Romeu Neto, 22 anos, que tem síndrome de Down, sempre pensaram assim. Luiz Augusto Santos, médico, e a mãe, a professora Sandra Santos, tiveram dificuldade para encontrar apoio profissional em Belém (PA), onde moram, quando ele nasceu. Ouviram que não deviam ter grandes expectativas com o filho "mongolóide". Mas acreditaram no potencial do menino. O casal inseriu na rotina familiar atividades para estimular o desenvolvimento de Romeu. Entre elas, a leitura diária de histórias infantis - e de poesia. A casa também foi modificada. Todos os objetos ganharam uma cartolina com o nome escrito: porta, cadeira, mesa... Graças a isso, Romeu entrou na escola já alfabetizado. E cresceu adorando ler. Tanto que virou escritor. Em 2006, lançou seu segundo livro de poesias, Ventos Mergulhantes, pela editora Paka-Tatu.

"A leitura beneficia qualquer pessoa", afirma a doutora em educação pela Universidade Federal do Ceará (UFC), Adriana Limaverde. "Entre crianças com deficiência mental, que têm dificuldade de compreender o mundo conceitual e simbólico, ela abre muitas possibilidades de aprendizagem. Permite navegar pelo conhecimento e elaborar a compreensão do mundo." Adriana trabalhou com grupos de jovens com deficiência mental durante seu mestrado e doutorado, buscando analisar a relação deles com a leitura e a produção de textos. Concluiu que quanto maior o contato com textos, maior será a capacidade de escrita e o vocabulário. O ambiente de aprendizagem também faz toda diferença, especialmente no que diz respeito à diversidade de experiências e à afetividade. "Eles lembram histórias que leram ou ouviram quando crianças, sempre relacionando isso a um momento de carinho."

Dalila Serpa, 17 anos, recorda com carinho as histórias que a avó e a mãe contavam. Quando ainda não sabia escrever, desenhava os personagens que tomavam conta de sua imaginação. Mesmo não enxergando direito os desenhos no papel - ela possui baixa visão -, recorria a eles para relembrar as histórias. Foi assim que Dalila acostumou-se a exercitar a imaginação. Ainda hoje, sempre que lê um livro anota as impressões em um caderno. Algumas vezes sente-se estimulada, deixa a imaginação fluir e escreve suas próprias histórias. "Isso me ajuda muito. Tenho muita facilidade para decorar textos para o teatro, por exemplo", conta. Dalila participa do grupo de teatro do Instituto Benjamin Constant (IBC), no Rio de Janeiro, onde também freqüenta a quinta série do ensino fundamental.

Para a chefe de gabinete do IBC, e professora de português, Glória Almeida, Dalila colhe os frutos de quem se habituou a ler desde os primeiros anos de vida. "A criança lê antes de ser alfabetizada, pois ouvir uma história é uma forma de ler," afirma. Glória, que é cega, explica que a deficiência visual não faz ninguém ser mais imaginativo, como alguns acreditam. Para ela, a falta de estimulação tem como conseqüência um imaginário pobre. E isso vale para qualquer pessoa. "O espírito do homem é igual. É necessário burilar esse espírito e o livro é um ótimo instrumento para isso." Crianças cegas, por não poderem experimentar certas situações, encontram na leitura uma grande aliada. Lendo, conhecem o mundo que as cerca e passam a ter condições de interpretá-lo.

Infelizmente, nem todos têm acesso a livros. As crianças que freqüentam o IBC contam com mecanismos de adaptação que garantem acesso à leitura. Entre eles, impressão de material em braile e recursos eletrônicos como leitores digitais e ampliadores de texto para quem tem baixa visão. Mas a impressão de versões em braile é raridade nas editoras.

"Meu livro foi o único em braile entre os lançamentos da Bienal do Livro de 2006", afirma a escritora Cláudia Cotes, autora de Dorina Viu, livro infantil inspirado na história de Dorina Nowill (Edições Paulinas). Cláudia é presidente da Vez da Voz, ONG que promove atividades lúdicas para crianças com e sem deficiência. A organização também produz livros, CDs e DVDs com histórias contadas na Língua Brasileira de Sinais (Libras).

O material é distribuído gratuitamente e contém histórias caracterizadas pela diversidade. "Falamos de crianças que possuem deficiência e que brincam, vão à escola naturalmente, para permitir que os leitores identifiquem-se positivamente com os personagens." Para a escritora, o material é importante especialmente para crianças surdas, já que a produção de vídeos em Libras para o público infantil é escassa. "Se a criança surda não for estimulada terá um universo lingüístico bem menor em relação ao ouvinte."

Uma história pode ser traduzida para diferentes linguagens. Pode ser contada em palavras ou gestos, escrita no alfabeto tradicional ou em braile. O importante é que esteja sempre ao alcance de uma criança para ser a amiga que ensina a imaginar, estimula a produzir e ajuda transformar sonho em realidade.

Falta de acesso à leitura é uma violência cultural
http://sentidos.uol.com.br

Rosângela Pinheiro


Escrito por Rosângela Pinheiro- às 5h02 AM
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Importância da Leitura!Inclusão Digital

                      Falta de acesso à leitura é uma violência cultural

http://sentidos.uol.com.br


Para o autor de livros infantis Edmir Perrotti, os livros não estão ao alcance das crianças, o que considera um problema por acreditar que o domínio da leitura é um pressuposto para a inclusão. Perrotti, que foi conselheiro do Ministério da Educação, é doutor em Ciências da Comunicação e coordena projetos na Universidade de São Paulo na área de literatura infantil e infoeducação.

A criança brasileira lê pouco?
São oferecidas poucas oportunidades de leitura a ela. As bibliotecas, livrarias e salas de leitura precisam de projetos consistentes, bem direcionados, para dar sustentação efetiva aos leitores. Infelizmente, a realidade mostra que tais serviços, quando existem, contribuem pouco para a conquista e a formação de novos públicos leitores. É preciso fazer uma revolução nesse sentido. É preciso mudar tudo isso. Professores, bibliotecários e livreiros têm um papel essencial a cumprir no país. Muitos cumprem. Muitos, porém, deixam de cumprir. Por falta de interesse, de compromisso, de formação, de competência profissional. E isso é uma lástima. Não é possível, no século XXI, continuarmos tendo crianças - e não apenas elas - excluídas dos circuitos da comunicação escrita. Tal situação é um absurdo, uma violência cultural.

De que forma a leitura beneficia crianças e adolescentes?
Não me parece que toda e qualquer leitura beneficie. No entanto, aquelas que o fazem ajudam a conhecer, a se vincular com o mundo, a admirá-lo e descobri-lo em suas nuances mais interessantes e ricas. A leitura é, cada vez mais, uma prática fundamental. Não a leitura ligeira, de consumo, mas a leitura reflexiva, criativa e ruminativa.

A escola é o ambiente ideal para o estímulo da leitura?
O ambiente ideal não existe a priori. Somos nós que o constituímos. A escola pode e deve ser um ambiente ideal, assim como a casa, a biblioteca e outros lugares igualmente importantes. O leitor se forma no mundo. Assim, somos todos responsáveis por essa formação. Claro, cabe à escola interessar o aluno pela leitura. A escola tem responsabilidade de formação. No entanto, isso não pode matar o encanto, a beleza, a relação interessada das crianças com a escrita. Aprender não pode ser sinônimo de sofrimento e castigo. Aprender é desafio, é risco a ser enfrentado. Quando superado, ocasiona satisfação e prazer.

A leitura pode ser um agente de inclusão, na medida em que estimula o diálogo, o exercício criativo e também o senso crítico?
Com certeza, a leitura é agente de inclusão em sociedades como a nossa, constituída a partir de relações que utilizam a escrita para se efetivarem. A comunicação escrita tem
um papel relevante e único em nossa cultura. E quem não a domina, não está efetivamente incluído. Temos um patrimônio nacional expresso sob formas escritas. Só quem tem as chaves para penetrar em tal reino pode dele se apropriar.

Rosangela Pinheiro




Escrito por Rosângela Pinheiro- às 4h58 AM
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Recursos Didáticos

CONHEÇA OS MATERIAIS INDICADOS E DESENVOLVIDOS PELA ONG

  Maria José Girioli propõe materiais didáticos para crianças cegas e videntes.

Objetivos
Estimular o desenvolvimento do esquema corporal e do vocabulário
(nariz, boca, olhos, orelha, cabelo)


Sugestão de Atividade:
- Apresentar o material para a criança.
- Retirar as peças do material nomeando-as.
- Pedir para a criança montar o material nomeando cada parte do rosto.


Material:
- EVA escolar
- cola quente ou de contato
- tesoura
- molde - clique aqui
- velcro

Modo de Fazer:
1 - Recorte os moldes do rosto, orelhas, olhos, nariz, boca e cabelo.
2 - Segundo a orientação do molde cole os velcros no rosto e em cada peça.
3 - Recorte um quadrado de 20 x 20 cm e cole o rosto.
   Elaborado pelas alunas do Curso de Especialização: Cilmara M.Missia, Ester M. Suzano,
Fernanda C. de Oliveira e Ivana R. G. Molhica
Supervisão e Execução: Maria José Girioli Bertini – mjgirioli@hotmail.com

www.vezdavoz.com.br

Por Rosângela Pinheiro



Escrito por Rosângela Pinheiro- às 4h01 AM
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Notícias!Jogos Parapan

  Emoção marca a abertura do Parapan no Rio
É só conferir a programação e prestigiar.
Rosangela Pinheiro


Escrito por Rosângela Pinheiro- às 3h38 AM
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]




[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]