Meu Perfil
BRASIL, Sudeste, Campos dos Goytacazes, P. Esplanada, Mulher, de 36 a 45 anos, Portuguese, Informática e Internet, Animais, viagens
MSN -



Histórico


Categorias
Todas as mensagens
 Inclusão Digital
 Informação
 Tecnologias Assistivas


Votação
 Dê uma nota para meu blog


Outros sites
 Tecnologias Assistivas-DA
 Mídias Cultura e Sociedade
 Toca da Cathy
 Net Educação
 Educação
 No mundo dos Blogs
 Caldeirão de Idéias
 Qualibest
 A Força do Bem
 Deficiente Solitário
 Bengalalegal
 Inclusão digital


 
 
Tecnologias Assistivas , Inclusão Digital e Social


a href="http://www.topblog.com.br/busca_blogs.php?tags=2092257?7ccd9c47b75b12592617b162fe858433" target="_blank" style="text-decoration:none">



Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 8h37 AM
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



 
 

Tecnologia Assistiva

Congresso de Tecnologia Assistiva no Rio de Janeiro

Vale Conferir!

O Instituto Muito Especial, com o apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia, realizará o II Congresso Muito Especial de Tecnologia Assistiva e Inclusão Social das Pessoas com Deficiência do Rio de Janeiro. O evento acontecerá entre os dias 24 e 27 de agosto. O objetivo é promover o debate sobre os tipos de tecnologia assistiva existentes e as inovações da pesquisa científica na área.

Durante a programação do evento, haverá a apresentação de Painéis nos quais a comunidade científica poderá divulgar para o público o que vem sendo desenvolvido no meio acadêmico. Os pesquisadores interessados em inscrever trabalhos para os Painéis deverão enviar um resumo do projeto de pesquisa para o e-mail
tecnologiario@muitoespecial.com.br, de acordo com as instruções de envio.

Os trabalhos serão submetidos a uma comissão julgadora. Para cada Painel serão selecionados três projetos de pesquisa, que terão um tempo total de apresentação de 20 minutos.

O período de inscrição dos trabalhos vai até o dia 22 de julho. As inscrições são gratuitas.

Abaixo segue a listagem dos painéis com os temas e suas respectivas propostas:

- Softwares Assistivos – Inovação na Produção Acadêmica
Visa apresentar projetos inovadores da Tecnologia da Informação voltados para usuários com deficiência físicas, sensoriais ou intelectuais.

- Inclusão Profissional – Qualificação e Oportunidade
A proposta é apresentar projetos que envolvam soluções inovadoras sobre qualificação e oportunidades de trabalho para pessoas com deficiência.

- Tecnologias Assitivas
Visa apresentar projetos inovadores em qualquer área da tecnologia assistiva.

- Educação Inclusiva
Tem como proposta apresentar projetos voltados para a educação inclusiva.

Observações: Não serão aceitos projetos em desacordo com as instruções de inscrição. O Resumo dos trabalhos selecionados será publicado nos Anais do congresso.

Mais Informações:

Evento: II Congresso Muito Especial de Tecnologias Assistivas e Inclusão Social das Pessoas com Deficiência do Rio de Janeiro

Data: De 24 a 27 de agosto de 2009

Período de Inscrição dos trabalhos científicos: até 22 de julho de 2009

E-mail:
tecnologiario@muitoespecial.com.br

Telefone para informações: (21) 3239-1864

http://www.conexaoprofessor.rj.gov.br/agenda.asp

Rosangela Pinheiro



Categoria: Informação
Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 7h29 AM
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



 
 

Curso-On line

ALFABETIZAÇÃO PARA CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA

ALFABETIZAÇÃO PARA CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA
CARGA HORÁRIA: 80 Horas
INVESTIMENTO: R$ 150,00
PAGAMENTO: A VISTA – CARTÃO DE CRÉDITO OU BOLETO BANCÁRIO
PARCELADO NO CARTÃO DE CRÉDITO
VEJA AS FACILIDADES DE PAGAR PELO PAG SEGURO COM SEU CARTÃO DE CRÉDITO.
SOBRE O CURSO ALFABETIZAÇÃO PARA CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA:
O curso Alfabetização de Crianças com Deficiência vem abordar um assunto de suma importância em sala de aula regular: a inclusão.
Ele traz ferramentas para que o educador trabalhe com alunos de inclusão em sala de aula regular; uma realidade que nós educadores convivemos em todos os sentidos.
Este curso tem por objetivo capacitar professores de forma a compreender as questões conceituais envolvidas no processo de desenvolvimento e alfabetização, possibilitando um espaço para revisão teórica e aprimoramento da prática. Procuramos mostrar que trabalhar com inclusão em sala de aula não é um bicho de sete cabeças e sim um trabalho extremamente gratificante onde todos ganham: educadores e alunos. É uma lição de vida.
Conteúdo do Curso
O Curso está dividido em 8 módulos, envolvendo os seguintes conteúdos:

MÓDULO 1
1 - A família, a perda e o luto: filho real X filho idealizado
2 - Compreendendo esta mãe
3 - Vivências: troca de experiências com Antônia (mãe de criança com necessidades especiais)

MÓDULO 2
1 - A escola X A família: a resistência, o medo e a insegurança
2 - O ambiente escolar: reação da comunidade escolar, os sentimentos do educador, o acolhimento da criança
3 - Vídeos

MÓDULO 3
1 - Quem ganha com a inclusão?
2 - Escola + família: sem esta parceria tudo fica mais difícil
3 - Princípios orientadores do trabalho
4 - Vídeos

MÓDULO 4
1 - Processo de alfabetização: fase de estimulação, fase de pré estimulação
2 - Vídeos

MÓDULO 5
1 - Fase de alfabetização
2 - Materiais utilizados para cada etapa
3 - Vivências nos processos educativos
4 - A elaboração de material didático
5 - Mostra de atividades e discussão
6 - Vídeos

MÓDULO 6
1 - Estrutura Curricular
2 - Planejamento
3 - A função da avaliação pedagógica permanente
4 - Vídeos

MÓDULO 7
1 - O desenvolvimento da competência comunicativa - comunicação suplementar e alternativa

MÓDULO 8
1 - A organização do tempo didático através de atividades permanentes, seqüenciais e projetos
2 - Socialização de experiências interdisciplinares: Língua Portuguesa, Artes, Ciências e Matemática
3 - Vivências nos processos educativos
4 - A elaboração de material didático
5 – Vídeos

PÚBLICO ALVO:
Curso dirigido à
Pedagogos, Psicopedagogos, Professores, Educadores, Psicólogos, Coordenadores Pedagógicos, Diretores de Escolas, Pais, Profissionais de Saúde, Estudantes de Pedagogia e Licenciaturas, Estagiários na área de Educação e demais interessados no tema.
Ninete Rocha é Neuroeducadora, Psicóloga e Coaching.
Ministra cursos e palestras em todo território nacional através do Projeto Educarsol, Educação e Solidariedade.
Começou sua carreira na área de Educação Especial na PMSP quando em 2002 recebeu sua primeira aluna de inclusão. Nesta época já era professora da rede publica desde 1982.
Atualmente, faz assessoria pedagógica em inclusão em escolas particulares.
Pesquisadora, em janeiro de 2005 esteve na aldeia Kamayurá na Reserva Indígena do Xingu elaborando uma pesquisa sobre a cultura e educação indígena. E em 2007 na Reserva Rikbaktsa conhecendo as escolas indígenas e os alunos indígenas com necessidades especiais.
FAÇA SUA INSCRIÇÃO

 



Categoria: Informação
Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 1h46 AM
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



 
 

Deficiências

Como tratar deficientes físicos corretamente

Os deficientes físicos não devem ser tratados de maneira diferente...Vamos observar como podemos fazer...

1. ERRADO: EVITAR FALAR COM OS DEFICIENTES SOBRE COISAS QUE UMA PESSOA NORMAL PODE FAZER E ELES NÃO.
CERTO: CONVERSAR NORMALMENTE COM OS DEFICIENTES, FALANDO SOBRE TODOS OS ASSUNTOS, POIS É BOM PARA ELES SABEREM MESMO DAS COISAS QUE NÃO PODEM OUVIR, VER OU PARTICIPAR POR CAUSA DA LIMITAÇÃO DE MOVIMENTOS.


2. ERRADO: ELOGIAR OU DEPRECIAR UMA PESSOA DEFICIENTE, SOMENTE POR ELA SER LIMITADA.
CERTO: TRATAR O DEFICIENTE COMO ALGUÉM COM LIMITAÇÕES ESPECÍFICAS DA DEFICIÊNCIA, PORÉM COM AS MESMAS QUALIDADES E DEFEITOS DE QUALQUER SER HUMANO


3. ERRADO: SUPERPROTEGER O DEFICIENTE, FAZENDO COISAS POR ELE.
CERTO: PERMITIR QUE O DEFICIENTE DESENVOLVA AO MÁXIMO SUAS POTENCIALIDADES, AJUDANDO-O APENAS QUANDO FOR REALMENTE NECESSÁRIO.


4. ERRADO: CHAMAR O DEFICIENTE PELO APELIDO RELATIVO À SUA DEFICIÊNCIA (EX.: SURDINHO, SURDO, MUDO, CEGO, MANETA ETC.), POIS ELE PODE SE OFENDER
CERTO: CHAMAR A PESSOA DEFICIENTE PELO NOME, COMO SE FAZ COM QUALQUER OUTRA PESSOA.


5. ERRADO:DIRIGIR-SE À PESSOA CEGA COMO SE ELA FOSSE SURDA, FAZENDO ESFORÇO PARA QUE ELA OUÇA MELHOR. O CEGO NÃO É SURDO.
CERTO: CONVERSAR COM O CEGO EM TOM DE VOZ NORMAL.


6. ERRADO: REFERIR-SE À DEFICIÊNCIA DA PESSOA COMO UMA DESGRAÇA, COMO ALGO QUE MEREÇA PIEDADE E VÁ SER COMPENSADO NO CÉU.
CERTO: FALAR DA DEFICIÊNCIA COMO UM PROBLEMA, ENTRE OUTROS, QUE APENAS LIMITA A VIDA EM CERTOS ASPECTOS ESPECÍFICOS.


7. ERRADO: DEMONSTRAR PENA DA PESSOA DEFICIENTE.
CERTO: TRATAR PESSOA DEFICIENTE COMO ALGUÉM CAPAZ DE PARTICIPAR DA VIDA EM TODOS OS SENTIDOS.


8. ERRADO: USAR ADJETIVOS COMO "MARAVILHOSO", "FANTÁSTICO" ETC., CADA VEZ QUE SE VÊ UMA PESSOA DEFICIENTE FAZENDO ALGO QUE APARENTEMENTE NÃO CONSEGUIRIA (POR EXEMPLO, VER O CEGO DISCAR O TELEFONE OU VER AS HORAS, VER UM SURDO FALAR E/OU COMPREENDER O QUE LHE FALAM).
CERTO: CONSCIENTIZAR-SE DE QUE A PESSOA DEFICIENTE DESENVOLVE ESTRATÉGIAS DIÁRIAS E SUPERANDO NORMALMENTE OS OBSTÁCULOS, E NÃO MOSTRAR ESPANTO DIANTE DE UM FATO QUE É COMUM PARA O DEFICIENTE.


9. ERRADO: REFERIR-SE ÀS HABILIDADES DE UM DEFICIENTE COMO "SEXTO SENTIDO" (NO CASO DO CEGO E SURDO, POR EXEMPLO) OU COMO UMA "COMPENSAÇÃO DA NATUREZA".
CERTO: ENCARAR COMO DECORRÊNCIA NORMAL DA DEFICIÊNCIA O DESENVOLVIMENTO DE HABILIDADES QUE POSSAM PARECER EXTRAORDINÁRIAS PARA UMA PESSOA COMUM.


10. ERRADO: EVITAR USAR AS PALAVRAS VER, OUVIR, ANDAR, ETC., DIANTE DE PESSOAS QUE SEJAM CEGAS, SURDAS OU PRIVADAS DE MOVIMENTOS.
CERTO: CONVERSAR NORMALMENTE COM OS DEFICIENTES, PARA QUE ELES NÃO SE SINTAM DIFERENCIADOS POR PERCEPTÍVEL CONSTRANGIMENTO NO FALAR DO INTERLOCUTOR.


11. ERRADO: DEIXAR DE OFERECER AJUDA A UMA PESSOA DEFICIENTE EM QUALQUER SITUAÇÃO (POR EXEMPLO, CEGO ATRAVESSANDO A RUA, PESSOA DE MULETA SUBINDO NO ÔNIBUS ETC.), MESMO QUE ÀS VEZES O DEFICIENTE RESPONDA MAL, INTERPRETANDO ISTO COMO GESTO DE PIEDADE. A MAIORIA DOS DEFICIENTES NECESSITA DE AJUDA EM DIVERSAS SITUAÇÕES.
CERTO: AJUDAR O DEFICIENTE SEMPRE QUE FOR REALMENTE NECESSÁRIO, SEM GENERALIZAR QUAISQUER EXPERIÊNCIAS DESAGRADÁVEIS, ATRIBUINDO-AS SOMENTE A PESSOAS DEFICIENTES, POIS PODEM ACONTECER TAMBÉM COM AS PESSOAS NORMAIS.


12. ERRADO: SUPERVALORIZAR O DEFICIENTE, ACHANDO QUE ELE PODE RESOLVER QUALQUER PROBLEMA SOZINHO (POR EXEMPLO, O CEGO ALCANÇAR QUALQUER PORTA APENAS CONTANDO OS PASSOS, SEM QUE ALGUÉM INDIQUE A DIREÇÃO).
CERTO: CONSCIENTIZAR-SE DE QUE AS LIMITAÇÕES DE UM DEFICIENTE SÃO REAIS, E MUITAS VEZES ELE PRECISA DE AUXÍLIO.


13. ERRADO: RECUSAR A AJUDA OFERECIDA POR UMA PESSOA DEFICIENTE, EM QUALQUER SITUAÇÃO OU TAREFA, POR ACREDITAR QUE NÃO SEJA CAPAZ DE REALIZÁ-LA.
CERTO: CONFIAR NA PESSOA DEFICIENTE, ACREDITANDO QUE ELA SÓ LHE OFERECERÁ AJUDA SE ESTIVER SEGURA DE PODER FAZER AQUILO A QUE SE PROPÕE. O DEFICIENTE CONHECE MELHOR DO QUE NINGUÉM SUAS LIMITAÇÕES E CAPACIDADES.


14. ERRADO: AO FALAR, PRINCIPALMENTE COM O CEGO, DIRIGIR-SE AO ACOMPANHANTE DO DEFICIENTE, E NÃO AO DEFICIENTE, COMO SE ELE FOSSE INCAPAZ DE PENSAR, DIZER E AGIR POR SI.
CERTO: DIRIGIR-SE SEMPRE AO PRÓPRIO DEFICIENTE, QUANDO O ASSUNTO REFERIR-SE A ELE, MESMO QUE ESTEJA ACOMPANHADO.


15. ERRADO: AGARRAR A PESSOA CEGA PELO BRAÇO PARA GUIÁ-LA, POIS ELA PERDE A ORIENTAÇÃO.
CERTO: DEIXAR QUE O CEGO SEGURE NO BRAÇO OU APOIE A MÃO NO OMBRO DE QUEM O GUIA.


16. ERRADO: AGARRAR PELO BRAÇO PESSOAS COM MULETAS, OU SEGURAR ABRUPTAMENTE UMA CADEIRA DE RODAS, AO VER O DEFICIENTE DIANTE UMA POSSÍVEL DIFICULDADE.
CERTO: AO VER O DEFICIENTE DIANTE DE UM POSSÍVEL OBSTÁCULO, PERGUNTAR SE ELE PRECISA DE AJUDA, E QUAL A MANEIRA CORRETA DE AJUDÁ-LO. AGARRAR UM APARELHO ORTOPÉDICO OU UMA CADEIRA DE RODAS, REPENTINAMENTE, É UMA ATITUDE AGRESSIVA, COMO AGARRAR QUALQUER PARTE DO CORPO DE UMA PESSOA COMUM SEM AVISO.


17. ERRADO: SEGURAR O DEFICIENTE, NA TENTATIVA DE AJUDÁ-LO, QUANDO JÁ HOUVER UMA PESSOA ORIENTANDO-O, PRINCIPALMENTE NO CASO DO CEGO.
CERTO: QUANDO HOUVER NECESSIDADE AJUDA OU ORIENTAÇÃO, APENAS UMA PESSOA DEVE TOCAR O DEFICIENTE, A NÃO SER EM SITUAÇÕES MUITO ESPECÍFICAS, QUE PEÇAM MAIS AJUDA (POR EXEMPLO, CARREGAR UMA CADEIRA DE RODAS PARA SUBIR UMA ESCADA).


18. ERRADO: CARREGAR O DEFICIENTE, PRINCIPALMENTE O CEGO, AJUDÁ-LO A ATRAVESSAR A RUA, TOMAR CONDUÇÃO, SUBIR OU DESCER ESCADAS.
CERTO: AUXILIAR O DEFICIENTE NESTAS SITUAÇÕES APENAS ATÉ O PONTO EM QUE REALMENTE SEJA NECESSÁRIO, PARA EVITAR ATRAPALHÁ-LO MAIS.


19. ERRADO: PEGAR A PESSOA CEGA PELO BRAÇO PARA COLOCÁ-LA NA POSIÇÃO NA POSIÇÃO CORRETA DE SENTAR NUMA CADEIRA.
CERTO: COLOCAR A MÃO DO CEGO SOBRE O ESPALDAR DA CADEIRA E DEIXAR QUE ELE SE SENTE COMO ACHAR MELHOR.


20. ERRADO: GUIAR A PESSOA CEGA EM DIAGONAL QUANDO ATRAVESSAR A RUA.
CERTO: ATRAVESSAR O CEGO SEMPRE EM LINHA RETA, PARA QUE NÃO PERCA A ORIENTAÇÃO.


21. ERRADO: TRATAR O DEFICIENTE COM CONSTRANGIMENTO, EVITANDO FALAR SOBRE SUA DEFICIÊNCIA.
CERTO: CONVERSAR NATURALMENTE COM O DEFICIENTE SOBRE SUA DEFICIÊNCIA, EVITANDO PORÉM PERGUNTAS EM EXCESSO. NA MAIORIA DOS CASOS, ELE PREFERIRÁ FALAR NORMALMENTE SOBRE AQUILO QUE É APENAS PARTE DE SUA VIDA, E NÃO UMA COISA ANORMAL OU EXTRAORDINÁRIA, COMO POSSA PARECER AO INTERLOCUTOR.


22. ERRADO: LEVAR O CEGO A QUALQUER LUGAR ONDE HAJA MAIS PESSOAS E ENTRAR COMO SE ELE PUDESSE VER QUEM ESTÁ NO RECINTO.
CERTO: APRESENTAR O CEGO A TODAS AS PESSOAS QUE ESTEJAM NUM LOCAL ONDE ELE É LEVADO POR OUTRA PESSOA VIDENTE.


23. ERRADO: AO RECEBER UM CEGO EM SUA CASA, DEIXÁ-LO ORIENTAR-SE SOZINHO.
CERTO: AO RECEBER UM CEGO EM SUA CASA, MOSTRE-LHE TODAS AS DEPENDÊNCIAS E OS POSSÍVEIS OBSTÁCULOS, E DEIXE QUE ELE SE ORIENTE, COLOCANDO-SE DISPONÍVEL PARA MOSTRAR-LHE NOVAMENTE ALGUMA DEPENDÊNCIA, CASO ELE ACHE NECESSÁRIO.


24. ERRADO:CONSTRANGER-SE EM AVISAR O CEGO DE QUE ELE ESTÁ COM ALGUMA COISA ERRADA NA SUA VESTIMENTA OU APARÊNCIA FÍSICA, OU QUE ESTÁ FAZENDO MOVIMENTOS NÃO USUAIS, COMO BALANÇAR-SE OU MANTER A CABEÇA BAIXA DURANTE UMA CONVERSA.
CERTO: CONSCIENTIZAR-SE DE QUE O CEGO, POR NÃO ENXERGAR, NÃO SEGUE O PADRÃO DE IMITAÇÃO VISUAL, NÃO PODENDO, PORTANTO, SEGUIR O COMPORTAMENTO APARENTE DAS PESSOAS VIDENTES. AVISAR O CEGO SEMPRE QUE PERCEBER QUE ELE ESTÁ COM APARÊNCIA OU COMPORTAMENTO FORA DO PADRÃO SOCIAL NORMAL, EVITANDO QUE ELE CAIA NO RIDÍCULO.


25. ERRADO: AVANÇAR SUBITAMENTE SOBRE A PESSOA DEFICIENTE POR ACHAR QUE ELA NÃO VAI CONSEGUIR REALIZAR UMA TAREFA (POR EXEMPLO, QUANDO O CEGO ESTÁ LEVANDO O GARFO À BOCA), SE O DEFICIENTE NÃO SOLICITAR AJUDA.
CERTO: PERMITIR QUE O DEFICIENTE REALIZE SOZINHO SUAS TAREFAS, MESMO QUANDO LHE PAREÇA IMPOSSÍVEL. SÓ SE DEVE SOCORRÊ-LO EM CASO DE PERIGO.


26. ERRADO: AGARRAR A PESSOA CEGA COM INTUITO DE ORIENTÁ-LA QUANDO ELA ESTÁ CAMINHANDO NORMALMENTE NA RUA.
CERTO: DEIXAR QUE O CEGO APRENDA POR SI SÓ A TRANSPOR OS OBSTÁCULOS DA RUA, POIS ELE É CAPAZ DE FAZÊ-LO SOZINHO. SEGURAR SEU BRAÇO, EXCETO NO SINAL OU DIANTE DE ALGUM PERIGO REAL, NA VERDADE O DESORIENTA.

27. ERRADO: CHAMAR A ATENÇÃO PARA O APARELHO DE SURDEZ.
CERTO: ESTIMULAR O USO DO APARELHO, ENCARANDO-O COM A MESMA NATURALIDADE COM QUE SÃO VISTOS OS ÓCULOS.


28. ERRADO: GRITAR DE LONGE E/OU ÀS COSTAS DE UMA PESSOA SURDA PARA CHAMÁ-LA.
CERTO: PARA CHAMAR A ATENÇÃO DE UMA PESSOA SURDA QUE ESTEJA DE COSTAS, DEVE-SE TOCÁ-LA, DE LEVE, NO BRAÇO, ANTES DE COMEÇAR A FALAR COM ELA.


29. ERRADO: GRITAR PARA CHAMAR A ATENÇÃO DE UMA PESSOA SURDA QUE ESTEJA EM PERIGO
CERTO: PROCURAR CHEGAR ATÉ ELA O MAIS RAPIDAMENTE POSSÍVEL, PROCURANDO AJUDÁ-LA. LEMBRAR QUE UMA PESSOA QUE ATRAVESSA A RUA PODERÁ SER SURDA, PODENDO, POR ISSO, NÃO OUVIR A BUZINA DE SEU CARRO
.

PORTAL DO ESPÍRITO

http://www.deficientesolidario.com.br

Rosângela Pinheiro



Categoria: Informação
Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 11h23 PM
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



 
 

Notícias

Educação Especial: Estados e municípios receberão 10 mil salas de recursos multifuncionais Piscadela

As secretarias estaduais e municipais de educação têm até o dia 20 de junho para indicar as escolas que receberão salas de recursos multifuncionais este ano. O Ministério da Educação oferecerá, até dezembro, 10 mil salas às redes públicas de ensino.

A medida é uma forma de apoiar estados e municípios no atendimento a alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação matriculados nas classes comuns das escolas públicas.

De 2005 a 2008, foram distribuídas 5.551 salas com recursos multifuncionais. Este ano, 10 mil municípios – será uma sala para cada – receberão equipamentos, mobiliário e materiais pedagógicos para equipar a sala. “Os materiais pedagógicos apóiam o aluno com deficiência para que tenha acesso ao conteúdo curricular”, explica a coordenadora-geral de articulação da política de inclusão nos sistemas de ensino do Ministério da Educação, Sinara Zardo.

As salas de recursos multifuncionais permitem que o aluno, além de frequentar as aulas nas turmas regulares, seja atendido no contraturno, a fim de reforçar o aprendizado de acordo com as especificidades de cada estudante.

Assim, entre várias opções, o aluno com problemas de visão pode usar uma lupa eletrônica para ampliar o tamanho da letra no computador ou jogar uma partida de dominó com textura, que permite identificar as peças pelo tato, além de aprender a escrever em braille com materiais específicos para isso. Já o aluno surdo pode assistir a historinhas na língua de sinais e os com problemas motores têm acesso a um teclado de computador especial.

De acordo com a coordenadora, as salas multifuncionais são importantes para eliminar barreiras que dificultam o aprendizado dos alunos com deficiência, ao complementar o processo de ensino da sala de aula regular. Sinara informa que há dois tipos de salas multifuncionais: “O tipo 1 tem uma estrutura básica capaz de atender a qualquer deficiência e a sala do tipo 2 é mais voltada para os alunos cegos”, diz. A sala do tipo 2 traz recursos como impressora braille, globo terrestre com continentes e países em braille e calculadora sonora.

Para preparar os professores a identificar os alunos com deficiência e atendê-los nas salas regulares e naquelas com recursos multifuncionais, a Secretaria de Educação Especial oferece cursos de formação presencial e a distância a estados e municípios que solicitam a formação em seus planos de ações articuladas (PAR) ou àqueles que já têm ou que receberão salas de recursos. “Em 2008, 8,5 mil professores iniciaram formação a distância. Este ano, há 13 mil vagas a distância”, ressaltou Sinara.

Para fazer a indicação da escola que receberá a sala, o gestor estadual ou municipal deve se cadastrar no Sistema de Gestão de Tecnologia e prestar as informações solicitadas. A entrega dos equipamentos, mobiliários e materiais pedagógicos, que compõem as salas de recursos multifuncionais, deve ser iniciada no segundo semestre deste ano.

Deficiências – Segundo a coordenadora-geral, os alunos podem apresentar deficiência mental, física ou sensorial (caso dos cegos ou surdos). Os estudantes também podem apresentar transtorno global do desenvolvimento, que, de acordo com Sinara Zardo, indica “necessidade específica de socialização, como os autistas”. Já os alunos com altas habilidades ou superdotação “têm um talento acima da média”. Os dois tipos de salas de recursos multifuncionais estão equipados para atender todos.Jóia

Fonte: Agência Brasil

http://www.conexaoprofessor.rj.gov.br

Rosângela Moreira Pinheiro



Categoria: Informação
Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 1h26 PM
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



 
 

Bicentenário de Louis Braille

Comissão Brasileira para o Bicentenário de Louis Braille, presidida por Dorina de Gouvêa Nowill, realizará eventos para celebrar os 200 anos do nascimento do criador do sistema braille de leitura e escrita. 

 

Dia 4 de janeiro marcou o início das comemorações mundiais do bicentenário do nascimento de Louis Braille (1809), criador do sistema de leitura e escrita para cegos. O sistema braille deu acesso às pessoas cegas ao conhecimento científico, literário, filosófico, tecnológico e, acima de tudo, a inclusão na sociedade. A comemoração dessa data é incentivada pela União Mundial dos Cegos (UMC), que atua junto às agências das Organizações das Nações Unidas (ONU) para assuntos relacionados à cegueira. A UMC representa mais de 180 milhões de pessoas e 600 organizações distribuídas em 158 paises. 


No Brasil, os eventos serão comandados pela União Brasileira de Cegos (UBC), que instituiu a Comissão Brasileira para o Bicentenário de Louis Braille (CBBLB), integrada por um grupo de pessoas envolvidas com as diversas áreas de aplicação do sistema Braille. A comissão tem como presidente de honra Dorina de Gouvêa Nowill, presidente emérita e vitalícia da Fundação Dorina Nowill para Cegos, que trabalha há mais de 60 anos na inclusão social do deficiente visual no Brasil. “Duzentos anos são passados quando a brilhante inteligência de um jovem cego francês – Louis Braille, o precursor da inclusão, por meio de um sistema de comunicação escrita, uniu todas as pessoas cegas, em todos os quadrantes da terra, em todas as línguas, permitindo-lhes a abertura dos horizontes da mente e do saber, ascendendo-lhes no coração o calor da esperança na comunhão universal e na verdadeira participação na vida”, ressalta Dorina. Entre as propostas do grupo destacamos: criação do Dia Nacional do Braille e Semana Nacional do Braille em 2009. 


O sistema Braille de escrita e leitura foi inventado na França por Louis Braille, por volta de 1825. Com seis pontos em relevo, dispostos em duas colunas, possibilitaram inicialmente a formação de 63 símbolos diferentes que são empregados em textos literários nos diversos idiomas, como também nas simbologias matemática e científica, a música e, recentemente, na informática.  

Natural de Coupvray, pequena aldeia a leste de Paris, Louis Braille nasceu em 4 de janeiro de 1809. Proveniente de família soberbo, ficou cego em 1812, aos três anos, após se acidentar na oficina do pai. Ao tentar perfurar um pedaço de couro com uma sovela, aproximou-a do rosto, e acabou por ferir o olho esquerdo. A infecção se expandiu e atingiu o outro olho, deixando-o completamente cego. Em 1819 deu entrada na Instituição Real dos Jovens Cegos, em Paris, onde iniciou as pesquisas para a criação do braille. Seus estudos tiveram como ponto de partida o sistema de leitura com os dedos, usado para velar os segredos de mensagens militares e diplomáticas, criado pelo capitão de artilharia Carlos Barbier de La Serre,  e denominado nocturna ou sonografia.  


A Fundação Dorina Nowill para Cegos possui a maior imprensa braille do Brasil, onde são produzidos livros de literatura, didáticos, partituras de música, cardápios, cartões de visita, embalagens, entre outros. Em 2007, a entidade atingiu a impressionante marca de mais de 33 milhões de páginas impressas em Braille. Os livros editados pela entidade são distribuídos gratuitamente para deficientes visuais e mais de 1.650 organizações, como escolas, universidades e associações.

http://www.ibdd.org.br

Rosangela Pinheiro



Categoria: Informação
Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 2h53 AM
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



 
 

Sites e links interessantes para pesquisa

Órgãos Públicos ligados a surdez

  • http://portal.mec.gov.br/seesp/


  • http://www.mj.gov.br/mpsicorde/arquivos/template/p_noticias.asp


  • www.avape.org.br


  • www.guiadedireitos.org


  • www.institutoparadigma.org.br

    Links
  • Língua de sinais
  • Órgãos Públicos ligados a surdez
  • SOBRE SIGNWRITING
  • Websites Interessantes
  • Rosangela Moreira  Pinheiro



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 2h21 AM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



     
     

    Libras/Expressões faciais

    www.dicionariolibras.com.br

    Rosangela Pinheiro



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 2h14 AM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



     
     

    Aprendendo a linguagem dos deficientes auditivos

    Oração em Libras

     

    http://images.google.com.br

    Rosangela Pinheiro



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 2h03 AM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Enxergando no Escuro

    Desfile de cegos com o Coral de Cegos da ONG Visão do Bem

     
     
    Natanael e o Coral de Cegos da ONG Visão do Bem

    O Coral de Cegos composto por oito deficientes visuais da ONG Visão do Bemrealizou o desfile Enxergando no Escuro, no dia 29 de maio, em frente ao Teatro Municipal de São Paulo. O objetivo do evento, que aconteceu das 15h00 às 7h00,foi mostrar para a sociedade que os cegos não vêem, mas sentem.

    "Aintenção foimostrar que somos iguais, com capacidade de realizações", diz o presidente da Visão do Bem, Natanael Joaquim, que tem apenas 10% de visão e também é integrante do coral. Natanael criou a ONG em fevereiro de 2009 com o objetivo de ajudar pessoas cegas a superar as barreiras impostas pela deficiência.A organização também oferece ajuda médica, psicológica, educacional, jurídica entre outras.

    Durante o desfile, os cegos desceram as escadas do teatro e desfilaram na calçada, transformada em passarela, quefoi coberta com o tapete vermelho cedido pelo cineasta Fernando Meireles. Elesforam conduzidos com orientações recebidas do estilista através do ponto de som que cada um tinha atrás da orelha. Os integrantes do coral também desfilaram com camisetas da Visão do Bem para divulgar o trabalho que a ONG realiza.

    Após o desfile os integrantes do Coral de cegos Visão do Bem vestiram a beka efizeram uma apresentação para o público, cantando a música Olhos, do cantor Leandro Lehart e a música É Preciso Saber Viver, de Roberto Carlos.

    Para saber mais sobre a ONG Visão do Bem e seu fundador Natanael Joaquim acesse o site
    www.natanaeljoaquim.com.br 

    Rosangela Moreira Pinheiro



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 3h38 AM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



     
     

    Software Musibraille

    Lançamento do Software Musibraille

     
     
     

    Será lançado no mês de julho, em Brasília, o Software Musibraille. O programa, criado pela coordenadora do Curso de Musicografia Braille da Escola de Música de Brasília, Dolores Tomé e pelo professor Antônio Borges do Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, tem o objetivo de melhorar a situação do estudante com possibilidade de transcrição automatizada de textos musicais a partir do papel. O compositor ou arranjador cego também será beneficiado na medida em que suas obras poderão ser geradas na forma bi-modal (em Braille e em tinta) sendo consumidas também por músicos que não dominam a técnica Braille.

    "O projeto MUSIBRAILLE destina-se a criar condições favoráveis à aprendizagem musical das pessoas com deficiência visual que sejam equivalentes as dos colegas de visão normal", explica Dolores. Com o apoio do Governo Federal e dos governos estaduais será realizado gratuitamente um curso de capacitação para profissionais de educação musical que pretendem trabalhar com músicos e estudantes cegos e criar e manter biblioteca virtual de músicas em Braille.

    "O ineditismo do projeto já justifica a sua execução, cabendo destacar que será o primeiro software da língua portuguesa para a transcrição de partituras em Braille, podendo ser adotado por outros países lusofônicos", diz Dolores. A intenção do projeto é melhorar e ampliar as possibilidades do músico cego no mercado de trabalho, incluída aí a atividade de ensino de música em suas múltiplas vertentes e permitir a troca de conhecimento e divulgação de obras por meio de biblioteca musical Braille instalada na página da internet onde o programa ficará disponível para cópia gratuita. A inclusão social é uma das principais resultantes do projeto.

    A professora Dolores Tomé ensina
    música para aluno cego
    A técnica de Musicografia Braille é uma das principais ferramentas que permitem essa equivalência. Ela foi desenvolvida em 1828 por Louis Braille (Francês), que adaptou a técnica para transcrição de textos também desenvolvida para a transcrição musical. Através desta técnica um texto musical de qualquer complexidade pode ser transcrito para a forma tátil e facilmente assimilado pelos deficientes visuais.

    O projeto Musibraille destina-se a criar condições favoráveis à aprendizagem musical das pessoas com deficiência visual que sejam equivalentes as dos colegas de visão normal. Segundo Dolores, existem poucos programas de computador disponíveis no mercado para transcrição musical em Braille e, para o contexto brasileiro, esses programas estão fora da realidade uma vez que, além de caros, são incompletos e não emulam voz em português, impedindo a disseminação da utilização direta ou como ferramenta de ensino qualificado. "Além disso, como os professores de música não têm conhecimento da Musicografia Braille, recusam os estudantes por julgarem impossível o aprendizado da partitura musical com efetividade."


    O Software Musibraille será distribuído nas oficinas de capacitação que serão realizadas em uma Capital de cada uma das regiões geográficas do Brasil. Também será distribuído gratuitamente por meio de página na internet onde os beneficiados, professores, alunos cegos e o público em geral poderão baixar cópia do programa. Além do Software Musibraille, serão distribuídos, no curso de capacitação, o livro em tinta para os professores e o caderno de exercício em braille para o professor aplicar ao aluno cego, ou vice versa.

    "Esperamos ter um grande número de pessoas interessadas no curso, tanto para professores de música, quanto para músicos cegos e arte educadores. Queremos com esse projeto darmos a oportunidade para pessoas cegas terem as mesmas ferramentas das pessoas com visão normal, lendo partituras, escrevendo e compondo e mais do que tudo, tendo o ingresso nas Universidades, Faculdades e Conservatórios de Música com igualdade de oportunidades profissionais."

    O curso de capacitação já está programado para ser realizado nas seguintes regiões:

    Centro-Oeste - Brasília: de 7 à 10 de julho na Biblioteca Nacional de Brasília

    Nordeste - Recife: 03 à 07 de agosto na Biblioteca Pública do Estado de Pernambucana da Secretaria de Educação do Estado.

    Norte - Belém: de 01 à 05 de setembro na Universidade Federal do Pará.

    Sudeste - Rio de Janeiro: 05 à 09 de outubro no Instituto Benjamim Constant - IBC.

    Sul - Porto Alegre: de 09 à 13 de novembro (a definir).

    Mais informações:http://sentidos.uol.com.br/canais/materia.asp?codpag=13252&canal=ligado

    Lá você encontrará a ficha de inscrição.

    Rosângela Pinheiro



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 3h30 AM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



     
     

    Notícia

    V Encontro de Pais de Surdos do Estado do Rio de Janeiro

    Será realizado no próximo dia 18 de junho, no Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES), o V Encontro de pais de Surdos do Estado do Rio de Janeiro. O tema do encontro será: “Alfabetização e Letramento, elaborando um projeto de Vida”.

    Serviço:

    Dia 18/06/2009
    Horário: das 8h às 17h
    Local: a ser divulgado
    Entrada Franca
    Inscrições e Informações:
    www.ines.gov.br
    fonte:http://www.conexaoprofessor.rj.gov.br/agenda.asp

    Rosangela Pinheiro



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 9h25 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



     
     

    Equoterapia

     Uma ótima solução para portadores de deficiência
    Você já ouviu falar da equoterapia? Na verdade, ela é uma equitação terapêutica e educacional, que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar nas áreas de saúde e educação. O seu principal objetivo é o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas portadoras de deficiência e / ou de necessidades especiais.

    “A equoterapia exige a participação do corpo inteiro. Em sessões de 30 minutos, uma ou duas vezes por semana, as crianças desenvolvem a coordenação motora, a auto-estima, a movimentação corporal e ainda participam de atividades lúdicas e brincadeiras de cunho pedagógico. Tudo com o auxílio de profissionais das áreas de saúde, educação e equitadores”, explica a pedagoga Maisa Maffini, responsável pelo atendimento no Centro de Equoterapia Maffini, que funciona na Sociedade Hípica de Goiânia.

    O tratamento começa com uma sessão especial para que os profissionais, a criança e seus pais ou responsáveis se conheçam. Assim, é possível saber em detalhes porque esta terapia foi indicada e qual é o diagnóstico exato do paciente. Somente na segunda sessão a equipe inicia o contato da criança com o cavalo, que deve ser um animal mais velho, experiente e extremamente manso. Na maioria dos casos a empolgação por parte do novo praticante é enorme. Os resultados são perceptíveis já de uma sessão para outra e acompanhados com alegria pelos pais ou responsáveis.

    A equoterapia é indicada no tratamento de problemas posturais (lordose, escoliose, má formação da coluna, acidentes com sequela, fraturas, por exemplo), patologias neuromusculares, cardiovasculares e respiratórias, além de distúrbios mentais, hiperatividade, distúrbios sensoriais, ansiedade, estresse, doenças metabólicas, entre outros.


    Mais informações:

    Centro de Equoterapia Maffini
    Maisa Maffini, pedagoga

    fonte Revista Sua Dieta

    Rosangela Pinheiro



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 11h25 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



     
     

    Forum de Educação...

     

    JóiaO Instituto Nacional de Educação de Surdos está promovendo o Forum Permanente de Educação, Linguagem e Surdez. Esses encontros, com palestrantes nacionais e internacionais, têm o objetivo de reunir educadores, pais, técnicos e pessoas surdas para refletirem e discutirem sobre assuntos relacionados à área.Jóia
     
    Programação de Fórum/2009
    "Contribuições da neurociência para os processos de ensino-aprendizagem"
    Palestrante: Rita Thompson - Mestre em Educação pela UERJ, Coordenadora dos cursos em Saúde Mental infanto-juvenil e neuropsicologia da Santa Casa da Misericórdia no RJ, docente da UNESA, IBMR, FAFIC E FMU, supervisora do atendimento a crianças portadoras do TDAH e TID na Santa Casa da Misericórdia no RJ
    Presidente: Maria Inês Barbosa Ramos/INES
    Local
    Auditório do Instituto Benjamin Constant - IBC
    Av. Pasteur, 350 - Urca - RJ
    Contatos: (21) 2285-7584 / 2205-0224
     
    Data do Evento
    Dia 28/05/2009
    Horário: das 9h30 às 12h
     
    Entrada
    1Kg de alimento não perecível
    Inscrições
    no local, de 8h30 às 9h30

    Rosangela Pinheiro



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 11h54 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



     
     

    Vídeo

    O vídeo abaixo pode ser trabalhado para demonstrar que um deficiente físico pode ser muito bem eficiente. É uma forma de combater a exclusão.
    É lindo ! Vale a pena conferir!

     

    Cão Guia

    Moça cega salva um rapaz de um atropelamento e assim começa um conturbado relacionamento.

    Com Graciela Pozzobon, Bruce Gomlevsky e Luiz Furlanetto

    http://www.blindtube.com.br/index.asp

     Rosângela Pinheiro




    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 11h14 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



     
     

    Dicas de palestras (Free) no Centro do Rio

    Vai acontecer... Palestras(Free) no Rio deJaneiro.Fique ligado!

    TDAH - Déficit de Atenção/Hiperatividad e na Escola
    Objetivo:  Propiciar aos profissionais de educação lidar com o TDAH, na sala de aula e em todos os ambientes escolares.
    Data Início / Data Fim:  19/06/2009  à  19/06/2009
    Horário:  9h às 13h - sexta-feira
    Palestrante:  Dr. Gustavo Teixeira
    Formação:  Médico, Psiquiatra; Mestrando em Educação; Pós-graduado em Psiquiatria pela UFRJ; pós-graduado em Dependência Química pela Universidade Paulista de Medicina; pós-graduado em Saúde Mental Infantil pela Santa Casa da Misericórdia do RJ; membro da American Academy and Adolescent Psychiatry; membro da Associação Brasileira de Neurologia e Psiquiatria Infantil; professor da Escola de Pós-graduação em Psiquiatria da PUC-RJ; professor de Pós-graduação em Psicoterapia Cognitivo-comportam ental do Centro
    Tipo do Evento:  Palestra
    Situação:  Aberto
    Programação:  A escola: formação acadêmica, socialização e inclusão;Professor: Um profissional de saúde mental infantil?; O que é transtorno de défícit de atenção/hiperatividad e; Quais são as causas; Transtornos associados; Tratamentos; Como ajudar em sala de aula; Como ajudar em casa.

    Inscreva-se. ..

    Autismo: Dúvidas, Intervenção, Inclusão
    Objetivo:  Refletir sobre as possibilidades, ações e limites dos Espectros Autísticos
    Data Início / Data Fim:  27/06/2009  à  27/06/2009
    Horário:  9h às 13h - sábado
    Palestrante:  Valéria Mendonça
    Formação:  Educadora, Psicomotricista e Psicopedagoga; Titular da Sociedade Brasileira de Psicomotricidade; Tutora em EAD (Educação a Distancia) pela UNIRIO, RJ, no curso de pós – graduação em Educação Especial; Atua como voluntária, no programa CAPITAH – Centro de Atendimento e Pesquisa Interdisciplinar do Transtorno de Atenção e Hiperatividade e no programa CAPTID - Centro de Atendimento e Pesquisa Interdisciplinar do Transtorno Invasivo do Desenvolvimento da Santa Casa de Misericórdia, Rio de Janeiro, R
    Tipo do Evento:  Palestra
    Situação:  Aberto
    Programação:  Breve Histórico, Identificação, Características, Variantes, Técnicas e Intervenções, Psicomotricidade, Inclusão, Vivência. OBS.: Solicitamos aos participantes que usem roupas confortáveis para a vivência.
    Inscreva-se. ..

    Rosangela Pinheiro



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 8h40 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



     
     

    Videos

    Excelente material para ser passado para os alunos (videos) com tradução de libras.

    Caso não consiga visualizar este boletim, clique aqui

    TV Sentidos
     

     

      
     
    CONFIRA O PROGRAMA SENTIDOS DESTA SEMANA!
    ASSISTA PELA INTERNET OU PELA TV
     
    No programa Sentidos você confere reportagens sobre diversidade e ações sociais. Veja agora o que a nossa equipe preparou para você:
     
    Bloco 1
     . Veja os desafios de conhecer a Europa e os Estados Unidos de mochila nas costas e numa cadeira de rodas;
    . No quadro Fala Sério, o fotógrafo com baixa visão, Wagner Araujo, mostra como realiza seu trabalho
    .

    .
    Clique aqui para assistir o vídeo do bloco 1
     
    Bloco 2
     . O perfil dessa semana é com jogador Cafu, campeão duas vezes pelo Brasil em Copas do Mundo, e que desde 2001 mantém uma instituição filantrópica;
    . Minuto AVAPE, veja como a psicopedagogia auxilia pacientes com sequelas de paralisia cerebral;

    .
    Clique aqui para assistir o vídeo do bloco 2
     
    Bloco 3
     . Por meio da parceria AVAPE e IPEM, portas do mercado de trabalho são abertas para pessoas com deficiência intelectual;
    . No quadro Aprenda LIBRAS, conheça alguns sinais do nosso vestuário.
    . A gente se despede com cenas de quando os Doutores da Alegria passaram pela AVAPE arrancando sorrisos de pacientes.

    .
    Clique aqui para assistir o vídeo do bloco 3
     
    O programa Sentidos mostra ações sociais realizadas por pessoas que trabalham a favor de um país mais justo, inclusivo e que não esperam somente por iniciativas do poder público, mas se juntam para buscar qualidade de vida e diminuir as diferenças. Produzido pelo núcleo de tv da AVAPE - Associação para Valorização e Promoção de Excepcionais em parceria com o Canal Net Cidade, da operadora de TV a cabo NET, o programa Sentidos também destaca as atividades das pessoas com deficiência nas áreas de lazer, educação, cultura, saúde, esporte e trabalho.

    Bom programa!

    Informações, sugestões e dúvidas:
    Núcleo de TV AVAPE - Sentidos
    Telefones: (11) 4433-5075 e 4433-5077
    E-mail:
    programasentidos@avape.org.br

    Na Tv - Canal NET Cidade (12 no ABC)
    Segunda-feira às 19h00h - Inédito
    Terça-feira às 9h30h - Reprise
    Domingo às 2h30 e 15h - Reprise

     

     

     

     

     

     

      

     

    http://sentidos.uol.com.br/avape/programa.asp

    Rosangela Moreira Pinheiro



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 8h20 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



     
     

    Filme

    Acessem http://www.assimvivemos.com.br/www/index.htm e confiram:

    Assim Vivemos 2009:

    • agosto no Rio de Janeiro
    • setembro em Brasília
    • outubro em São Paulo

    INSCRIÇÕES ABERTAS!

    Em 2009, o Assim Vivemos chega à sua quarta edição, com uma grande novidade: realizaremos o festival em São Paulo, também no Centro Cultural Banco do Brasil, nosso patrocinador e fiel parceiro! Outras cidades podem ainda receber o festival este ano, estamos trabalhando para isso!

    Estamos emocionados com a repercussão do Programa Assim Vivemos na TV BRASIL, que ficará em cartaz de março até agosto, sempre aos domingos, às 18h30.

     
    Todas as sessões terão ENTRADA FRANCA. Esperamos vê-los no festival!
     

    ACESSIBILIDADES:

    Audiodescrição transmitida para fones, feita ao vivo por dois atores em todas as sessões, na sala de cinema, para pessoas com deficiência visual.

    Para saber mais visite
    www.audiodescricao.com.br.

    Legendas descritivas inclusive nos filmes brasileiros, para pessoas com deficiência auditiva.

    Acessos adaptados para cadeirantes.

    Intérpretes de LIBRAS nos quatro debates.

    Catálogos em Braille.

     

    Leia o Regulamento, preencha a Ficha de Inscrição e envie seu filme!Inscrição on-line no site: até dia 11 de maio.
    Recebimento do material de seleção: até 22 de maio.
    Resultado da seleção: até 15 de junho
    Recebimento de DVD para exibição: até 30 de junho.

    Datas:

    Lavoro Produções Artísticas
    Rua Bartolomeu Portela 50/106
    Botafogo - Rio de Janeiro - Brasil
    CEP: 22290-190
    Tel./Fax: +55 21 2235 5255
    Tel: +55 21 2235 5440
    E-mail:
    festival2009@assimvivemos.com.br
    Site: www.assimvivemos.com.br

    Vale conferir e quem sabe após leitura do regulamento  vc envia sua produção.

    Rosangela Pinheiro



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 4h14 AM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



     
     

    Tecnologia e Acessibilidade

    Vários produtos estão no mercado para tornar mais fácil a vida dos portadores de necessidades especiais.

    Magnilink Student Classic - Ampliador portátil para ligação ao PC

    A Câmera do Magnilink devido à excelente qualidade de imagem e ao design muito compacto é solução ideal para usar em escolas, universidades ou escritórios.
    Ampliador Portátil, com apenas 1,2 kg, possibilita ampliar as imagens ou texto, da lousa da sala de aula, ao longe, bem como de textos sobre a mesa.
    Pode ser ligado a um monitor ou a um computador, via USB. Ligado ao computador por ser utilizado como filmadora.
    Não necessita de carregador ou de bateria. A alimentação pode ser feita através do computador.
    •Ampliação em monitor 15’’: 1,5 - 55x;

    Teclado Ampliado - com fio

    As pessoas com baixa visão necessitam de um maior contraste e ampliação das teclas para desenvolverem perfeitamente o seu trabalho no computador.

    Balança de Banheiro

    Balança de banheiro falante! Ela diz em português o seu peso!

    A balança é ligada automaticamente assim que subir nela, existem 3 padrões de medida de peso, que pode ser facilmente alterado, o resultado é mostrado na tela que é bem larga, e também falado pela belança.

    - pesa de 5 a 150 kg
    - incremento de 100g
    - tamanho: 29 x 27 x 4 cm
    - peso: 2 kg
    - cor: branco
    - acompanha 4 pilhas de 1.5V AA Mignon, manual de usuário

    T3 - Mesa de Relevos Táteis

    Agora já é possível criar diagramas táteis e os fazer falar. Isto é, os símbolos, ícones, regiões e toda a superfície tátil é explicada por voz humana.

    Logo apontaremos outros...

    http://www.tecnologia-assistiva.org.br/index.php

    Rosângela Pinheiro

     



    Categoria: Tecnologias Assistivas
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 1h46 AM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



     
     

    Acessibilidade

    Parque no ABC Paulista Terá Trajeto para Pessoas com Deficiência.

    (O Estado de São Paulo on line.
    Mônica Cardoso.)

    Área de mata atlântica vai oferecer acessibilidade a cegos e pessoas com mobilidade reduzida.

    Uma enorme área de 484 mil m2 de mata atlântica, o equivalente a 44 campos de futebol, em São Bernardo do Campo, será transformada em um parque sustentável e socialmente responsável. Localizada na Rodovia dos Imigrantes, no lado da pista sentido litoral, a área vai garantir a acessibilidade de pessoas com mobilidade reduzida, como deficientes físicos, visuais e idosos, a uma das trilhas. Por meio de uma passarela sobre as árvores, o visitante terá vista privilegiada da mata nativa.

    O terreno, pertencente à Fundação Kunito Miyasaka, tem restrições a algumas formas de construção, por ser tombado. “Essa área era constantemente invadida por loteamentos clandestinos. Como não podemos vender nem construir, a ideia de desenvolver um parque sustentável foi ganhando força”, explica o presidente da fundação, Antônio da Silva Rosa Neto. A proposta, surgida há dois anos, era oferecer atividades de ecoturismo em trilhas, com o diferencial de atender a pessoas com deficiência.

    A Trilha da Sede, com extensão de apenas 150 metros, será totalmente adaptada para garantir a acessibilidade. Pessoas com Deficiência visual terão corda guia e placas em braile com informações sobre as espécies da flora. Para pessoas com deficiência físicas, haverá curvas de nível para facilitar o acesso - com placas informativas na altura adequada. A Trilha da Divisa, com 1,4 km, terá nível médio de dificuldade, com descidas e subidas.

    Para que o visitante só tocasse o solo ao chegar às trilhas, surgiu outro desafio. “Precisávamos vencer o espaço que separa a Rodovia dos Imigrantes das trilhas, causando o menor impacto à mata atlântica. A solução encontrada foi construir uma ponte, sustentada por poucos pilares que causam reduzida influência no ecossistema. Pela ponte suspensa de 400 metros, que fica entre as copas das árvores, é possível visualizar a vegetação intacta”, explica o arquiteto Newton Massafumi Yamato, que desenvolveu o projeto do parque em parceria com Tânia Parma. Em alguns trechos do piso da passarela serão colocadas placas de vidro, o que permitirá visualizar a vegetação por cima.

    O percurso da passarela também poderá ser feito por um bondinho de vidro. Para descer até as trilhas, o visitante pode optar por escadas ou elevador. Essas alternativas foram pensadas para garantir o acesso de quem tem dificuldade de locomoção. A passarela também levará a três unidades de 100 m² cada que vão abrigar biblioteca, exposições interativas e um auditório para palestras e filmes.

    O período de execução das obras será em torno de 18 meses, com investimento total de R$ 12,87 milhões. A Fundação Kunito Miyasaka investiu R$ 380 mil para a viabilidade do projeto. Agora, a execução do parque depende da captação de recursos junto a empresas. O Parque Imigrantes não cobrará ingresso e a visitação terá de ser pré-agendada e monitorada.

     Fonte:http://www.bengalalegal.com/blog

    Rosângela Pinheiro

     



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 11h12 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



     
     

    Trabalho

    O Projeto de Qualificação e Inserção no Mercado de Trabalho APOE na cidade de Campos dos Gytacazes-RJ está com inscrições abertas para pessoa deficiente ( mental ou auditivo) com dezoito anos ou mais e que tenha condições de trabalhar. Os interessados falar com Ana Paula pelo tel (22) 27227543, 2ª pela manhã, 4ª, 5ª e 6ª à tarde.

    Rosangela Moreira Pinheiro



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 10h57 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Noticias

                                                     

    Inclusão de Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho

    A Acessibilidade Brasil promove, a partir de capacitação comportamental e de habilidades específicas, a empregabilidade de pessoas com deficiência através de parcerias com o setor empresarial.

    Entre em contato  através do site: http://www.acessobrasil.org.br

    Rosângela Moreira Pinheiro



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 9h08 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



     
     

    Inclusão Social

    ADAPTAÇÕES PARA PORTADORES DE MOVIMENTAÇÕES REDUZIDAS.

    http://www.youtube.com/watch?v=miI7FR3Awug

    Rosangela Pinheiro



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 8h52 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



     
     

    Deficiência Auditiva

    DEFICIÊNCIA AUDITIVA: A MAIOR BARREIRA PARA OUVIR BEM É O PRECONCEITO

    Pessoas com perdas de audição relutam por anos antes de usar um aparelho

    Nas ruas é comum encontrarmos pessoas de todas as idades usando óculos, mas não é isso o que acontece no caso da deficiência auditiva. Apenas 40% das pessoas com perda de audição reconhecem que ouvem mal. A falta de informação e o preconceito fazem com que a maioria demore, em média, seis anos para tomar uma providência.

    Ao sentir alguma dificuldade para ouvir, a pessoa deve consultar um especialista que irá avaliar a causa, o tipo e o grau da perda auditiva. A partir do resultado dos testes, como o de audiometria, será indicado o tratamento mais adequado. Muitas vezes, o uso de aparelho auditivo resolve o problema.

    “Não há demérito algum em usar um aparelho auditivo. Atualmente existem modernos aparelhos, como os da marca Oticon, comercializados no Centro Auditivo Telex, com tecnologia digital, pequenos e quase imperceptíveis, que não ofendem a vaidade de quem usa. Por que não fazer uso dessa tecnologia e ouvir melhor, sentindo-se mais confiante para conversar com seus familiares, amigos e colegas de trabalho? O aparelho com certeza contribui para melhorar a auto-estima e a qualidade de vida”, afirma a fonoaudióloga Isabela Gomes, do Centro Auditivo Telex.

    Mais de 15 milhões de brasileiros têm problemas de audição, segundo dados da Organização Mundial de Saúde. Neste balanço estão incluídos os 12 millhões de brasileiros com mais de 65 anos que sofrem algum grau de perda auditiva. No caso dos idosos, o deficit de audição pode ocorrer por causa de mudanças degenerativas naturais do envelhecimento, chamadas de presbiacusia.

    Quando a indicação é o uso de aparelho auditivo, alguns pacientes se sentem punidos por isto. “Infelizmente, muitas vezes quando a pesssoa procura tratamento o caso já está mais grave. A perda se dá de maneira lenta e progressiva e com o decorrer dos anos a deficiência atinge um estágio mais avançado”, explica Isabela Gomes.

    Cabe à fonoaudióloga indicar qual tipo e modelo de aparelho indicado para atender às necessidades do deficiente auditivo. O aparelho será então regulado para tornar os sons audíveis para o paciente. Isabela Gomes, no entanto, lembra que nem sempre o ajuste certo é obtido nos primeiros dias de uso: “Alguns passam tantos anos sem ouvir direito que estranham quando voltam a escutar determinados sons. Por isso, é necessário um acompanhamento por parte da fonoaudióloga”.[14]

    Ainda há um grande preconceito em relação ao uso de aparelhos de audição e a falta de informação sobre os avanços tecnológicos da área. “As pessoas têm que estar conscientes do fato de que o uso do aparelho não diminui ninguém. A audição é muito importante nas nossas relações, no nosso dia-a-dia. A perda da audição muda o perfil psicológico do indivíduo. Por que não mudar esse quadro? conclui Isabela Gomes.

    Fonte:http://www.segs.com.br

    Rosangela Pinheiro



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 11h08 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Sentidos

     

     

    Sentidos
    A inclusão da pessoa com deficiência.



    Fonte de informação e entretenimento para pessoas com deficiência, a revista Sentidos reúne novidades, tendências e experiências de vida.

    Já faz algum tempo que as novelas procuram retratar o universo da pessoa com deficiência. Depois do sucesso de Marcos Frota, como Tonho da Lua em Mulheres de Areia, e Jatobá em América, chegou a vez de Sidney Santiago mostrar todo seu talento na pele de um esquizofrênico, em Caminho das Índias. Confira informações importantes sobre essa doença, além de toda a preparação de Santiago para o papel. Conheça também a história de superação de Jairo Marques, chefe de reportagem da Agência Folha, em uma emocionante entrevista.
    E mais: anões mostram como a baixa estatura não é empecilho para o sucesso, além de grupos de dança que contam com pessoas com deficiência e conquistam um espaço maior a cada dia.
    Visite também o blog da revista:
    http://blogsentidos.blogspot.com

    Rosangela Moreira Pinheiro



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 11h03 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Placas de sinalização

    Algumas placas de sinalização para indicação de portadores de necessidades especiais.Vamos respeitar!

    Esta placa indica uma área ou local com condições especiais ao acesso de pessoas portadoras de necessidades especiais. Normalmente, quando o desenho está sozinho, sem indicação de "Reservado" ou "Exclusivo", o local ou acesso pode ser utilizado por todos.

    Deve ser afixada a uma altura mínima de 1,80 m.

     Esta placa indica o sanitário preparado para utilização por pessoas portadoras de necessidades especiais.

    Deve ser afixada a uma altura mínima de 1,80 m.

    Esta placa indica a localização de um elevador em condições de transportar pessoas portadoras de necessidades especiais, utilizando cadeira-de- rodas. Deve ser afixada a uma altura mínima de 1,80 m.

     Esta placa indica a localização de um telefone em condições de ser utilizado por pessoas portadoras de necessidades especiais, utilizando cadeiras-de-roda.Deve ser afixada a uma altura mínima de 1,80 m.

     

    Esta placa indica a localização de uma rampa de acesso, preparada para uso por pessoas portadoras de necessidades especiais.

    Deve ser afixada a uma altura mínima de 1,80 m.

     

    Fontes de pesquisa: http://www.placasonline.com.br

    http://www.deficientesolidario.com.br

     Rosângela Pinheiro



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 10h53 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



     
     

    Congresso

    O Congresso

    São José dos Campos mais uma vez é sede do Congresso Nacional Sobre Surdez, um encontro de profissionais renomados com o objetivo de abordar os avanços, paradigmas e novos conceitos relacionados à deficiência auditiva e surdez, com enfoque no diagnóstico, nas intervenções médicas no envolvimento da família, na inclusão escolar, e na cidadania da pessoa com deficiência auditiva e surdez.

    • Libras

    • Fonoaudiologia

    • Psicopedagogia

    • Serviço Social                                                                                                                                                  

    • Neurologia

    • Otorrinolaringologia                                                                                                                                                                                 

    Rosangela Pinheiro

    http://www.aadasjc.org/



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 10h44 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



     
     

    Direito de ser mãe...

    Mulheres portadoras de deficiência dizem que têm o direito de ser mãe

    Brasília: Maternidade e vida sexual para portadores de deficiência é tema de debates no 1° Seminário Nacional de Saúde: Direitos Sexuais e Reprodutivos e Pessoas com Deficiência. O encontro, que começou segunda-feira (23) e

    termina no dia 25 em Brasília, é promovido pelo Ministério da Saúde e busca fortalecer e conscientizar a sociedade de que a deficiência não é um problema.
    De acordo com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, qualquer pessoa tem direito à vida e à liberdade de escolha. Para a diretora de Políticas de Educação Especial do Ministério da Educação, Martinha Clarete Dutra dos Santos, que tem deficiência visual, a sociedade acredita que o deficiente não é capaz de ter vida sexual ativa, que a mulher portadora de deficiência não pode ser mãe ou que um tetraplégico não pode ser pai.
    “A falta de informação faz com que a sociedade não entenda que nós não somos deficientes e sim diferentes. Ações como essa são importantes, pois o governo precisa pensar em políticas públicas que possa contribuir para o desenvolvimento dos portadores de deficiência no Brasil”, afirmou Martinha Santos.
    Namorar, casar e ter filhos não é uma realidade impossível para uma pessoa portadora de deficiência, todos têm esse direito. Segundo Martinha, a sociedade julga a capacidade de essas pessoas tomarem suas próprias decisões. “Casei aos 19 anos, grávida da minha primeira filha, tive a segunda, mas infelizmente veio a separação” relatou. Martinha disse que sofreu o preconceito da sociedade quando perdeu a guarda de suas filhas para o seu ex-marido, pois a Justiça alegou que ela não teria condições de criá-las.
    Naira Rodrigues, fonoaudióloga, perdeu a visão completamente após a sua primeira gravidez aos 28 anos. “Os médicos me alertaram que a doença que eu tinha podia se agravar com a gravidez, mas a minha vontade de ser mãe era tanta que não me importei em perder a visão de vez, tanto que tive o segundo. Sinto-me realizada como mulher e eu e os meus filhos vivemos felizes enfrentando muitas barreiras, mas unidos”, ressaltou
    Naira critica a forma como a mídia trata o assunto, que determina como a sociedade vê a mulher portadora de deficiência na maternidade. “A mídia distorce um pouco a doença e usa um sentimentalismo barato. Tive a experiência de fazer parte de uma matéria onde me trataram como coitadinha, incapaz. Ao invés de mostrar que sou mãe de dois filhos, trabalho, dou aula, enfim, mostrar que sou capaz, me colocaram como uma pessoa incapaz de fazer isso”, afirmou.
    Fonte: Agência Brasil

     http://www.deficientesolidario.com.br

    Rosangela Moreira Pinheiro



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 12h53 AM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



     
     

    Inclusão Digital

    O que é INCLUSÃO DIGITAL?

    Inclusão dos indivíduos na Sociedade da Informação, compreendendo a sua participação e acesso ao complexo e heterogêneo conjunto de bens, aplicações e serviços utilizados para produzir, distribuir, processar e transformar a informação. Inclui o leque de tecnologias que atendem às necessidades de informação e comunicação nas sociedades, consistindo os segmentos de telecomunicações, televisão e rádio, computadores (software e hardware), serviços de informática e mídias eletrônicas como a Internet, bem como o conteúdo destas mídias. Caracteriza-se por ações, programas, projetos e iniciativas que visam assegurar que cada indivíduo, inclusive aqueles com algum tipo de deficiência, tenham acesso e capacidade de usar as tecnologias de informação e comunicação (TICs), como por exemplo, computadores e Internet, e estejam, portanto, habilitados a participar e beneficiar-se da sociedade da informação.

    Fonte:http://inclusao.ibict.br/

    Rosângela Pinheiro



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 12h39 AM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



     
     

    Contratação para Tribunal

    STJ Contrata deficientes auditivos para ajudar no processo de digitalização

    Processo judicial eletrônico. Três palavras, que hoje têm um grande significado para o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e para a efetiva prestação jurisdicional, trazem ao Tribunal 60 estudantes deficientes auditivos e mais três

    supervisores que vão trabalhar no apoio operacional à digitalização do processo. Esse é mais um passo dado em busca de soluções eficazes para a melhoria do serviço jurisdicional prestado pelo Tribunal, Os novos contratados já começam a trabalhar , após aprender como operar os equipamentos.

    Segundo a assessora de Modernização e Gestão Estratégica do tribunal, Kleyce Oliveira Silva, os requisitos para a escolha dos estudantes foram apresentar nível médio completo e ter o domínio da linguagem de libras. Além disso, a tarefa exige um alto grau de concentração, qualidade que esses jovens certamente apresentam.

    A mediação da contratação foi o Centro de Treinamento e Formação do Estudante (Cetefe) e os jovens já foram apresentados às regras de convivência e ao processo de digitalização de documentos. O contrato terá validade de 12 meses, podendo ser prorrogado por mais um ano.

    Para Kátia Pereira Bessa, da Secretária de Gestão de Pessoas (SGP), esse trabalho pode até parecer simples, mas é de grande importância para o Tribunal. “É uma grande satisfação tê-los conosco para o desenvolvimento da cidadania brasileira”, assinala.

    Com o processo de digitalização haverá uma expressiva economia de espaço, dinheiro e tempo com o transporte dos autos. E, principalmente, vai agilizar os trabalhos na Corte e fazer com que a decisão judicial chegue mais rápido ao cidadão. Com a tramitação virtual, o processo é automaticamente distribuído ao gabinete do ministro pelo sistema, sem a necessidade do trânsito físico de papel.

    Fonte: Superior Tribunal de Justiça - O Tribunal da Cidadania

    http://www.deficientesolidario.com.br

    Rosângela Pinheiro



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 12h33 AM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Texto

     

    Deficiente           

    "Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
             
    "Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.
             
    "Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria. E só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
             
    "Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
             
    "Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
             
    "Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
             
    "Diabético" é quem não consegue ser doce.
             
    "Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer.
             
    E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois
             
    "Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus.
             
    "A amizade é um amor que nunca morre."
             
    (Mário Quintana)

    Lindo texto, não?

    Rosângela Moreira



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 12h26 AM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



     
     

    Planetário

    Planetário


    O Planetário da Gávea no Rio de Janeiro (http://www.rio.rj.gov.br/planetario/)apresenta, em sessões especiais previamente agendadas, o primeiro programa no Brasil para pessoas com deficiência auditiva: o documentário Uma Viagem Pelo Espaço, que leva o público a conhecer os planetas, as estrelas e as constelações, além dos mitos a elas associados.

    Produzido na Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) e utilizando vários projetores auxiliares além do Universarium – projetor de estrelas de alta definição, utilizado pelo Planetário em suas sessões de cúpula –, a apresentação tem a participação do ator surdo Nelson Pimenta, que conduz a narrativa.

    O documentário foi escrito por Fernando Vieira, e é recomendado para crianças acima de 8 anos.

    Fonte: Correio do Brasil
    http://blogsentidos.blogspot.com/
    Rosangela Pinheiro



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 8h41 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Video

    Este vídeo foi feito com a participação de um "campuseiro" que participava do evento de Tecnologia  no Campus Party Brasil 2009.

    Vale a pena asssistir.

    http://br.youtube.com/watch?v=9yShcVxwsx0

    Rosângela Pinheiro



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 12h11 AM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



     
     

    Campus Party Brasil 2009

    A Campus Party Brasil 2009 aconteceu entre: 19 e 25/01/2009

    Local: Centro de Exposições Imigrantes-São Paulo

    A Campus Party consolida uma tendência que se mostra produtiva: incluir ações de inclusão digital e a discussão de suas várias interfaces no debate geral que o Campus Party abrange. Promover a integração dos ativistas de inclusão digital na busca de novas tecnologias que sirvam ao desenvolvimento de projetos sociais, na troca livre de conteúdos e no compartilhamento de experiências ligadas ao mundo digital.

    Para os portadores de necessidades especias também foram mostradas muitas criações e palestras.

    Rosangela Pinheiro



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 11h27 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Ligado

    Vida em Movimento

    Programa de Dudu Braga, na TV Cultura mostrará os benefícios das atividades esportivas e da inclusão para pessoas com deficiência

    Com o objetivo de mostrar e valorizar a capacidade e o potencial de pessoas com deficiência, a TV Cultura estréia neste sábado (29/11), às 10h (horário de Brasília), o programa Vida em Movimento, que trata de atividades físicas, educação, trabalho, esportes adaptados, recreação, acessibilidade e tecnologias assistivas, do ponto de vista da inclusão. Apresentado por Dudu Braga, filho do cantor Roberto Carlos e que tem deficiência visual, a atração mostra os benefícios e a importância da prática de atividades físicas por essas pessoas de forma inclusiva. A data escolhida para a estréia antecede o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, comemorado em 3 de dezembro.

    Vida em Movimento, que terá oito programas, é adaptado de uma série de vídeos produzidos pelo Departamento Nacional do SESI (Serviço Social da Indústria) e CNI (Confederação Nacional da Indústria) e realizado em parceria com o Amankay Instituto de Estudos e Pesquisas, tendo como base o projeto da socióloga Marta Gil.

    O programa, que ocupará 30 minutos na grade da TV Cultura, contará com janela de Libras (língua brasileira de sinais) e com um recurso ainda pouco conhecido no país, a audiodescrição - em que um locutor narra às pessoas com deficiência visual detalhes do conteúdo das matérias exibidas e que não contam com narração ou pessoas falando, apenas imagens.

    Diferentemente do que muitos possam pensar, a atração tem como meta atingir todo tipo de telespectador, e não apenas aqueles com deficiências. Segundo Gabriel Prioli, Coordenador de Conteúdo e Qualidade da Fundação Padre Anchieta, "todos devem ser informados de que a atividade física é possível e recomendável para pessoas com deficiência, sempre de forma inclusiva, seja nas aulas de Educação Física, seja nos esportes adaptados. O processo de inclusão veio para ficar. É exatamente isso que queremos mostrar aos nossos telespectadores", disse.

    O Vida em Movimento, parceria da TV Cultura com o SESI, contou também com o apoio da Secretaria Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência, que deu orientações sobre aspectos do conteúdo e da linguagem utilizada em cada edição.

    Programa de estréia

    O tema principal do programa de estréia será "A semelhança da natureza humana, haja ou não uma condição de deficiência". Na ocasião, pessoas com diferentes tipos de deficiência contam seus sonhos e o que gostam de fazer. Um deles é Breno Viola, faixa preto em judô e que tem Síndrome de Down. Na entrevista, ele fala sobre persistência e disciplina. A edição contará também com professores dando exemplos de estratégias para aulas inclusivas.

    Além disso, Ana Carolina Alves, técnica da seleção brasileira de bocha, explica as regras e as adaptações necessárias para a prática do esporte por pessoas com deficiência. A profissional falará das vantagens que a prática traz, como raciocínio, atenção, interação com outras pessoas, melhora na coordenação motora, no equilíbrio e na capacidade de planejamento.

    Outro esporte abordado na estréia é o futebol, também conhecido como futebol de cinco. O esporte é praticado no Brasil há mais de 40 anos e a seleção paraolímpica conquistou medalha de ouro nas Olimpíadas de Atenas (2004) e Pequim (2008), e também nos últimos Jogos Parapanamericanos, disputado em 2007 no Rio de Janeiro.

    http://sentidos.uol.com.br

    Rosângela Pinheiro



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 9h07 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Vídeo

    Tecnologia Educacional Inclusiva

    Exemplo de inclusão digital...

    Vamos abraçar esta causa.

    http://br.youtube.com/watch?v=GFbQ8pgnHbI

    Rosangela Moreira



    Categoria: Inclusão Digital
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 7h48 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Ligado

    Cinema acessivel

    começou o 41º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

    De 18 a 25 de novembro Brasília será o palco de produções cinematográficas. Neste período acontecerá a 41ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (FCBC), que este ano contemplará o publico com deficiência tornando o cinema acessível para ele. Durante a abertura do Festival, que aconteceu no dia 18 de novembro no Teatro Nacional Claudio Santoro, um grupo de deficientes auditivos e visuais acompanhou a cerimônia e puderam conhecer e testar as adaptações. Além da presença constante de um interprete da Língua Brasileira de Sinais, os surdos contarão com a legenda eletrônica dos filmes.

    Já para quem é cego ou tem deficiência visual serão disponibilizados aparelhos de audiodescrição. Segundo a diretora de Cultura Inclusiva da Secretaria de Estado de Cultura do Distrito Federal, Dolores Tomé, a audiodescrição é um recurso oferecido para este público desde a 40ª edição do FCBC. "Assim que saiu o resultado dos filmes classificados para o festival, uma equipe de profissionais criou o roteiro, definiu-se os narradores, revisores videntes, revisores cegos e a tecnologia foi testada e aprovada."

    Durante o festival - que exibirá um longa na abertura e encerramento e, na Mostra Competitiva, 6 longas e 12 curtas - 50 aparelhos de audiodescrição serão destinados aos cegos. Enquanto os filmes são exibidos, os deficientes visuais acompanharão a película por meio de uma narração, seguida pela descrição de cada cena.

    Segundo Claudia a cada edição do festival é feita uma premiação do júri popular que elege o melhor filme e no ano passado as pessoas cegas não votaram. Este ano, o secretário de Cultura Silvestre Gorgulho criou o prêmio Vagalume, voltado aos deficientes visuais que prestigiam o evento. Após cada exibição, os expectadores poderão emitir sua opinião sobre as produções. Para pontuar a participação, um troféu, criado pelo grupo Artes Táteis, formado por cegos, foi confeccionado e será entregue a melhor película.

    "A inclusão cultural é um movimento irreversível em nosso Festival. Começamos com os cegos, que este ano darão um troféu para o melhor filme definido por eles, e os surdos, que nesta edição terão a chance de participar normalmente do evento", diz o secretário.

    Outra novidade reservada para esta edição é o lançamento do livro Cinema Para Cegos. A publicação conta as histórias e experiências de expectadores que acompanharam a mostra em 2007. A obra deve ser lançada no encerramento do Festival e será apresentada em três versões: tinta, braille e com CD áudio descritivo. O livro retrata a participação das pessoas cegas desde o primeiro momento e revela que elas foram as grandes protagonistas no processo e também para que surjam mais pessoas, festivais, estados para multiplicarem a tecnologia", conta Claudia. O livro será doado a cada secretaria de cultura das grandes capitais e as pessoas interessadas.

     

    http://sentidos.uol.com.br

    Rosangela Pinheiro

     

    Reportagem: Redação Sentidos



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 7h32 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Tecnologia na Educação Especial

    Estava assistindo a uns vídeos e achei este muito especial que mostra que não podemos colocar barreiras com o uso das tecnologias para os "especiais".

    Rosangela Moreira Pinheiro



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 12h40 AM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    visão dos cegos

    As pessoas portadoras de deficiência visual podem navegar pela Internet, utilizando um programa de leitura de tela.
    Estes programas vão passando por textos e imagens e sintetizando a fala humana. Basicamente, o programa lê para a pessoa o que está na tela.

    http://www.acessobrasil.org.br

    Rosangela Pinheiro



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 12h16 AM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Dia da Bengala Branca

    Dia da Bengala Branca, comemoração de um dos símbolos da habilidade de ir e vir da pessoa cega ou baixa visão
    Reportagem: Divulgação
    Inserida em: 14/10/2008
    O dia 15 de Outubro é o Dia Mundiall da Bengala Branca, símbolo de independência, liberdade e confiança das pessoas cegas. Estabelecido pela Federação Internacional de Cegos, em 1970, este dia tem como objetivo reconhecer a independência das pessoas cegas, sua plena participação na sociedade, a sua utilização permite ao deficiente visual movimentar-se livremente.

    A conhecida bengala branca é utilizada por deficientes visuais em muitos países. Sua história começou em 1921 quando James Biggs, fotógrafo de Bristol, Inglaterra, ficou cego depois de um acidente. Por se incomodar com a quantidade de trânsito que havia perto da sua casa, ele pintou sua bengala de branco para ficar mais visível. Hoje a Bengala Branca é amplamente aceita como "símbolo da cegueira", e vários países têm regras distintas relacionadas ao que constitui uma "bengala para cego".

    Para comemorar esta data a Fundação Dorina Nowill para Cegos, que ensina desde 1958 os deficientes visuais a utilizarem a bengala branca, fará vivências sobre as questões da mobilidade das pessoas com deficiência visual, orientadas por profissionais e pessoas com deficiência visual, com o objetivo educativo. O público terá a oportunidade de experimentar e conhecer a técnica de utilização da bengala, poderá ainda aprender como conduzir adequadamente e com segurança a pessoa com deficiência visual, e mostrar ao público em geral sobre a importância das percepções dos demais sentidos. Participará do evento a presidente emérita e vitalícia da instituição, Dona Dorina Gouvêa Nowill.

    O evento acontecerá no vão do MASP, na Avenida Paulista, das 11h às 15h. A comemoração pretende enfatizar não só o que a bengala em si mesma traz para a socialização da pessoa com deficiência, mas também para despertar toda a sociedade para as questões da igualdade de oportunidades e da inclusão social dos deficientes visuais.

    Serviço
    Comemoração do Dia Mundial da Bengala Branca em 15 outubro de 2008
    Local de encontro e atividades: Vão livre do Masp
    Horário: das 11h às 15h

    Sobre a Fundação Dorina:
    Há mais de 62 anos, a Fundação Dorina trabalha para facilitar a inclusão social de pessoas com deficiência visual, por meio de produtos e serviços especializados. A produção de livros e revistas acessíveis permite às pessoas cegas e com visão subnormal acesso ao mundo do conhecimento e informação. Diariamente, são produzidos na sede da instituição livros didáticos, paradidáticos, best-sellers e obras literárias em áudio e no Sistema Braille, e livros acadêmicos e de referência no formato Digital Acessível que são distribuídos gratuitamente para pessoas com deficiência visual e para mais de 1.700 de escolas, bibliotecas e organizações de todo o Brasil. E oferece ainda, gratuitamente, programas de atendimento especializado ao deficiente visual e a sua família, nas áreas de avaliação e diagnóstico, educação especial, reabilitação e colocação profissional. Só em 2007 foram realizados mais de 17 mil atendimentos.

    Saiba mais
    O que fazer quando encontrar uma pessoa cega

    No convívio com deficientes visuais, deve-se agir com naturalidade, pois eles apresentam as mesmas características de qualquer ser humano, ou seja, eles PODEM CONVIVER SOCIALMENTE, estudando, trabalhando, tornado-se pessoas auto-suficientes.

    Ao andar com uma pessoa cega, deixe que ela segure em seu braço. Não a empurre: pelo movimento de seu corpo, ela saberá o que fazer.

    Ao estar com ela durante a refeição, pergunte se ela quer auxílio para cortar a carne, o frango ou para adoçar o café, e explique-lhe a posição dos alimentos no prato.

    Ao auxiliar a pessoa cega a atravessar a rua, pergunte-lhe antes se ela necessita de ajuda e, em caso positivo, atravesse-a em LINHA RETA, senão ela poderá perder a orientação.

    Se ela estiver sozinha IDENTIFIQUE-SE SEMPRE ao aproximar-se dela. Nunca empregue brincadeiras como: "adivinha quem é?".

    Ao orientá-la a sentar-se, coloque a mãe da pessoa cega sobre o braço ou encosto da cadeira e ela será capaz de sentar-se facilmente.

    Ao observar aspectos inadequados quanto à sua aparência, não tenha receio em avisá-la discretamente a respeito de sua roupa (meias trocadas, roupas pelo avesso, zíper aberto, etc.)

    Ao orientá-la, dê direções de modo mais claro possível. Diga DIREITA ou ESQUERDA, de acordo com o caminho que ela necessite. NUNCA use termos como "ali", "lá".

    Se conviver com uma pessoa cega, NUNCA deixe uma porta entreaberta. As portas devem estar totalmente abertas ou completamente fechadas. Conserve os corredores livres de obstáculos. Avise-as se a mobília for mudada de lugar.

    Se você for a um lugar desconhecido para a pessoa cega, diga-lhe, muito discretamente onde as coisas estão distribuídas no ambiente e quais as pessoas presentes. Se estiver uma festa, veja se ela encontra pessoas para conversar, de modo que se divirta tanto quanto você.

    Ao apresentá-la a alguém, faça com que ela fique de frente para a pessoa apresentada, impedindo que a pessoa cega estenda a mãe, por exemplo, para o lado contrário em que se encontra essa pessoa.

    Ao conversar com uma pessoa cega, fale sempre diretamente e NUNCA por intermédio de seu companheiro. A pessoa cega pode ouvir tão bem ou MELHOR QUE VOCÊ. NÂO EVITE as palavras "ver" e "cego": use-as sem receio.

    Ao afastar-se da pessoa cega, AVISE-A PARA QUE ELA NÃO FIQUE FALANDO SOZINHA.

    http://sentidos.uol.com.br/canais/materia.asp?codpag=13172&canal=mercado

    Rosangela Pinheiro



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 1h52 AM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Divulgação

    Comemoração do Dia do Surdo

    Escola para Crianças Surdas Rio Branco abre inscrição para apresentações no 9º Encontro Comemorativo do Dia do Surdo.

    A Escola para Crianças Surdas Rio Branco abre inscrição para o 9º Encontro Comemorativo do Dia do Surdo, que será realizado no dia 24 de outubro, às 14horas. Os artistas interessados em se inscrever para se apresentar no evento devem se atentar para orientações a seguir.

    Regras gerais

    Os artistas deverão, obrigatoriamente, ser surdos, de qualquer sexo ou idade;
    O material deverá ser apresentado em fita modelo VHS ou DVD, devidamente identificados (título, categoria, responsável pela apresentação e nome da instituição
    que representará);
    Os trabalhos deverão ser apresentados em LIBRAS, não sendo necessário legenda na fita de inscrição;
    Os responsáveis pelas apresentações deverão entregar, junto com a ficha de inscrição, um resumo do trabalho, que fará parte do programa a ser distribuído para o público;
    Quando da apresentação de peças teatrais e contação de histórias, o(s) artista(s) deverá (ão) providenciar um intérprete de Língua Portuguesa para acompanhar sua(s) apresentação (ões);
    Em caso de apresentações em grupos, apenas uma ficha de inscrição deverá ser preenchida e os nomes completos de todos os integrantes deverão constar em folha anexa;
    É de inteira responsabilidade do(s) inscrito(s) trazer (em) suas roupas e acessórios, bem como o material de cenário;
    Quando houver cenários, os grupos deverão trazer auxiliares de palco que se responsabilizarão pela montagem e retirada do material, assim que terminada a apresentação;
    Caso necessário, os interessados poderão fazer cópias da ficha de inscrição;
    Serão aceitas as fitas VHS ou DVDs entregues até o dia 10 de outubro de 2008, pessoalmente ou pelo correio, sendo considerada a data de postagem;
    Os selecionados serão contatados via e-mail;

    Após análise e seleção, as fitas ou DVDs poderão ser retirados pelo inscrito ou um representante por ele estabelecido, munido de documento de autorização para este fim.

    Os materiais ficarão disponíveis até o final do ano, sendo que, após o fim do ano letivo, a Escola para Crianças Surdas Rio Branco não se responsabilizará pelos mesmos;
    Caso haja interesse por parte do inscrito, a fita ou DVD poderá ser doada para a
    Escola para Crianças Surdas Rio Branco, não havendo ônus para a instituição;
    As inscrições que não forem devidamente preenchidas serão recusadas;
    Não será cobrada qualquer taxa de inscrição ou apresentação;
    Os inscritos poderão solicitar o agendamento de um horário durante a semana do evento, para o ensaio geral. A data e horário serão combinados com a escola;
    Os trabalhos que não obedecerem aos critérios de seleção serão automaticamente eliminados;
    Caso haja registro de imprensa (jornal, TV ou revista), os participantes do evento não serão remunerados pela utilização de imagem;
    Não serão aceitas peças teatrais ou apresentações de histórias em que sejam utilizados palavrões em LIBRAS, bem como na tradução para a Língua Portuguesa;
    O grupo que infringir qualquer uma das regras não poderá inscrever-se para a apresentação do ano seguinte.

    9º Encontro Comemorativo do Dia do Surdo

    SELEÇÃO DE PIADAS
    NÃO serão aceitas piadas contendo: palavrões, gestos obscenos, termos preconceituosos (de raça, credo, etnia, etc.) e que mencionem nomes públicos;
    Caso haja cenário ou iluminação especial, deverá ser agendado ensaio, que se realizará na semana do evento.

    SELEÇÃO DE APRESENTAÇÃO DE DANÇA
    É de responsabilidade dos grupos de dança a preparação do CD, que contenha somente a(s) música(s) que será(ão) utilizada(s) na apresentação, sendo que este deverá ser entregue na data do ensaio ou, no máximo, na manhã do dia do evento, para que possa ser testado e executado;
    O responsável deverá apresentar breve histórico da apresentação e, quando houver, curriculum do grupo;
    É de inteira responsabilidade do grupo o material necessário à apresentação, como vestuário, maquiagem e cenários;
    O grupo de dança não deverá exceder o número de 15 integrantes, garantindo assim a segurança dos mesmos.

    SELEÇÃO DE APRESENTAÇÃO DE TEATRO
    É de responsabilidade dos grupos de teatro a preparação do material a ser utilizado no dia da apresentação, como: músicas, figurino, maquiagem e cenário;
    É de responsabilidade dos grupos de teatro a preparação do CD, que contenha somente a(s) música(s) que será (ão) utilizada(s) na apresentação, sendo que este deverá ser entregue na data do ensaio ou, no máximo, na manhã do dia do evento, para que possa ser testado e executado.

    SELEÇÃO DE APRESENTAÇÃO DE HISTÓRIA
    É de responsabilidade do ator a preparação de qualquer material de apoio para a apresentação, tais como: cenários, vestuários, etc.;
    Caso haja música de fundo ou iluminação especial, deverá ser agendado ensaio, que se realizará na semana do evento.

    VENDA E EXPOSIÇÃO DE PRODUTOS
    Os trabalhos e produtos a serem expostos deverão ter sido confeccionados por surdos ou serem de interesse dessa comunidade;

    É de responsabilidade do expositor:
    Montagem do stand, das 11h às 13h, e desmontagem ao final do evento, no dia 24/10/2008;
    A permanência no stand do horário de montagem até a desmontagem do mesmo, ao término do evento;
    Informar com duas semanas de antecedência o espaço, materiais e acessórios que necessitará, sendo que os mesmos serão fornecidos desde que a escola tenha disponível;
    A escola se responsabilizará por informar a indisponibilidade de algum dos itens com uma semana de antecedência;
    A escola não se responsabilizará pelo armazenamento de produtos, bem como pela venda dos mesmos;
    Não serão cobradas taxas de exposição ou porcentagem sobre a venda de produtos, mas os expositores poderão oferecer brindes para serem sorteados para os
    participantes do evento;
    Os expositores que não cumprirem as regras acima determinadas não poderão expor seus produtos.

    Atenção:
    Em todas as apresentações o tempo previsto na ficha de inscrição deverá ser respeitado, caso contrário, a cortina será fechada. Não será autorizada a utilização de recursos não informados na ficha de inscrição.

    As inscrições para ASSISTIR às apresentações poderão ser feitas pelo telefone: 4613 8478 ou pelo e-mail: ecs@ecs.org.br

    9º Encontro Comemorativo do Dia do Surdo
    Escola para Crianças Surdas Rio Branco
    Rodovia Raposo Tavares, 7.200 - km 24 - Granja Vianna - CEP 06709-015 - Cotia - SP. Tel.: 4613 8478 / Fax: 4613 8549 / T.S.: 4613 8515
    E-mail: ecs@ecs.org.br
    Visite nosso site:
    www.ecs.org.br
    Es

    http://sentidos.uol.com.br/

    Rosangela Pinheiro

     



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 11h04 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    "Deficiência que não é sinônimo de incapacidade e sim de diferença, diferenças que são apenas e tão somente identificações subjetivas que tornam cada ser humano único e especial."(AD)

    Rosângela Pinheiro



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 11h01 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Inclusão : ampla, geral e irrestrita

    A educação não usa iPhone

     

    "Eu também tenho mais de 20 anos de experiência em educação especial, a diferença é que eu prefiro olhar para o futuro e não para o passado."(Profa Maria Teresa Égler Mantoan)


     

    Experimente perguntar a qualquer pessoa se ela gostaria de ter um iPhone. Com mais ou menos vibração, todos querem ter um. Afinal é um modelo de telefone celular bonito e, principalmente, totalmente inovador, especialmente na sua interface que dispensa teclados e botões, tudo é feito tocando-se diretamente na tela do aparelho.

    Eu não tenho idade para ter usado os telefones de manivela, mas usei aqueles antigos e pesados telefones pretos de disco (por isso, até hoje usamos o verbo discar quando nos referimos a fazer uma ligação telefônica, o que é incompreensível para as novas gerações) Com o tempo eles passaram a ser mais leves, ainda com os discos, depois apareceram os primeiros telefones de teclas, que usamos até hoje. Também rudimentares nos seus primórdios, foram evoluindo rapidamente para os modelos modernos da atualidade.

    Mas não foi só a interface que melhorou. A telefonia avançou em qualidade, em processo (lembra quando precisava pedir à telefonista para fazer um interurbano?) e em serviços (hoje usamos nossos aparelhos para transmitir muito mais do que apenas voz.

    Como em todo o desenvolvimento técnico e conceitual, nunca teríamos atingido o nível de sofisticação do iPhone sem ter passado pelos passos anteriores. Aprendemos, pensamos mais longe e evoluímos. Exceto colecionadores, duvido que alguém quisesse trocar seu smart-phone por um telefone de manivela ou de disco. Seja por uma questão prática, seja por aparência e status.

    Exceto na educação.

    As escolas acham que avanço tecnológico é trocar quadro negro e giz por quadro branco e caneta hidrográfica. Melhorar processos é mandar o boletim por e-mail ou fazer avaliações no computador. Oferecer mais serviço é só aumentar volume de conteúdo.

    O que realmente importa, ou seja, a prática pedagógica, com raras exceções, continua no tempo da manivela. Pior, ninguém quer mudar. Mudança é coisa aterradora – para todos nós. Nossos corpos são desenhados para buscar "homeostasis" – equilíbrio. Mudanças nos afligem. Isso mete medo. Isso é imprevisível, já preveniam Marsha Forest e Jack Pearpoint no seu texto "Inclusão, tem tudo a ver com mudança!

    Mas não são só as escolas, de forma institucional, que preferem discar a tocar. Professores defendem a longa história passada como o padrão de qualidade para o presente e o futuro. E continuam ensinando exatamente da mesma forma. Para eles o mundo não mudou. As crianças continuam as mesmas e aprendem do mesmo jeito (mesmo que sejam como a minha filha que, com 7 anos, faz buscas no Google quando tem dúvidas).

    Fora da escola, nada muito diferente. Os pais acreditam que escola boa era aquela do passado (a mesma que eles odiavam quando eram crianças) que despeja matéria, avalia de forma surreal e reprova bastante gente. A escola de poucos privilegiados, quem não acompanhe que seja eliminado do processo educativo.

    Essa escola seletiva valoriza mais a capacidade dos que os processos; os agrupamentos homogêneos do que os heterogêneos, prefere as escolas dos diferentes à escola das diferenças (como nos ensina a Profa Mantoan); a competitividade do que a cooperação; o individualismo do que a aprendizagem solidária; os modelos fechados, rígidos e inflexíveis do que os projetos educativos abertos, compreensivos e transformadores; apóia-se em desenvolver habilidades e destrezas e não conteúdos culturais e vivenciais como instrumentos para adquirir e desenvolver estratégias que lhes permitam resolver os problemas da vida cotidiana.

    Aí é que a inclusão entra como o iPhone da Educação. Porque inclusão de verdade não é aquela que simplesmente coloca para dentro da escola as pessoas com deficiência, mas aquela que, na presença de pessoas com deficiência, descobre que o que precisa mudar é toda a educação.

    A escola inclusiva é aquela onde o modelo educativo subverte essa lógica e pretende, em primeiro lugar, estabelecer ligações cognitivas entre os alunos e o currículo, para que adquiram e desenvolvam estratégias que lhes permitam resolver problemas da vida cotidiana e que lhes preparem para aproveitar as oportunidades que a vida lhes ofereça. Às vezes, essas oportunidades lhes serão dadas mas, na maioria das vezes, terão que ser construídas e, nessa construção,os educandos têm que participar ativamente.


     

    Inclusão exige ruptura nos sistemas. Muda a pedagogia que passa a ser pensada na diversidade. Muda o currículo, diferentemente de adaptar conteúdos para alguns, repensa o currículo para atender a todos. Muda a avaliação que passa a se concentrar em quanto cada um evoluiu em relação ao que sabia anteriomente, ao invés de medir as pessoas por réguas padronizadas.

    Alguém poderia alegar que precisamos de um Steve Jobs da educação. Não precisamos, temos vários cujas propostas ainda nem foram usadas (Vygotsky, Paulo Freire, Morin, Maturana, só para citar os mais famosos). Alguns já morreram há quase um século e ainda não foram totalmente descobertos.

    Para isso, é preciso que alunos, pais, professores e escolas briguem nas "lojas" para conseguir o seu iPhone educacional.
    http://xiitadainclusao.blogspot.com/
    Rosangela Moreira


    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 10h52 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Direitos das Pessoas com Deficiência

    Sentidos

    Comprometimento

    Com o objetivo de expressar o olhar da sociedade civil acerca da efetivação e ampliação dos Direitos das Pessoas com Deficiência, será lançada hoje no Auditório da Casa da Esperança, em Fortaleza, Ceará, a Plataforma Política do Movimento das Pessoas com deficiência. Através dela, o movimento pretende comprometer os (as) gestores (as) eleitos (as) no pleito de outubro de 2008, no sentido de que faça deste documento um verdadeiro plano de trabalho, assumindo suas diretrizes como metas, com o compromisso de implementação de todas as suas disposições no decorrer dos próximos quatro anos.

    O documento reúne propostas sobre diversas temáticas como educação, saúde, transporte e trabalho, propondo ações em políticas públicas que adotam a acessibilidade e o respeito como pressupostos para a efetivação de direitos fundamentais das pessoas com deficiência. A Plataforma tem o respaldo legal da Constituição Federal, da lei 7.853/89, dos Decretos 5.296/04 e 6.571/2008, da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU), entre outros.

    As proposições vão desde a realização de campanhas que capacitem e sensibilizem profissionais e a sociedade em geral a lidar com pessoas com deficiência - respeitando-as em seus direitos e autonomia - à promoção da acessibilidade aos meios físicos, à comunicação e informação, através da adaptação de espaços públicos e privados de grande circulação.

    O Movimento das Pessoas com Deficiência (MPcD) reúne diversas entidades e grupos de e para pessoas com deficiência do estado do Ceará. Trata-se de uma articulação da sociedade civil, de caráter apartidário, que luta pela garantia dos direitos das pessoas com deficiência e por uma cidade acessível a todos e todas.



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 10h42 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Vale a pena ver de novo

    Oi pessoal, não deixe de visitar o blog da APOE/Campos dos Goytacazes.Estão fazendo um belo trabalho.

    http://pq.apoe.zip.net/

    Que sirva de exemplo para muitos.

    Bjus

    Rosângela Pinheiro



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 12h31 AM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Dia Nacional de Luta

    DIA NACIONAL DE LUTA DAS PESSOAS DEFICIENTES
    21 de setembro

    O Dia Nacional de Luta das Pessoas Deficientes foi instituído pelo movimento social em Encontro Nacional, em 1982, com todas as entidades nacionais. Foi escolhido o dia 21 de setembro pela proximidade com a primavera e o dia da árvore numa representação do nascimento de nossas reivindicações de cidadania e participação plena em igualdade de condições.

    Esta data é comemorada e lembrada todos os anos desde então em todos os estados; serve de momento para refletir e buscar novos caminhos em nossas lutas, e também como forma de divulgar nossas lutas por inclusão social.

    Lei Nº 11.133, DE 14 DE JULHO DE 2005

    Institui o Dia Nacional de Luta da Pessoa Portadora de Deficiência.
    O VICE–PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no exercício do cargo de
    PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional
    decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
    Art. 1o É instituído o Dia Nacional de Luta da Pessoa Portadora de Deficiência,
    que será celebrado no dia 21 de setembro.
    Art. 2o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

    Brasília, 14 de julho de 2005; 184o da Independência e 117o da República.
    JOSÉ ALENCAR GOMES DA SILVA
    Erenice Guerra

    Rosangela Pinheiro



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 12h53 AM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Vídeo

    Determinação.Todos têm direitos...

    http://sentidos.uol.com.br/avape/mostra_bloco.asp?bl=3 Rosangela Pinheiro

    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 1h55 AM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Caixa Financia equipamentos para pessoas com deficiência a juros de 1,96% am

    Caixa lança linha de crédito especial para pessoas com deficiência.

    Modalidade prevê a compra de equipamentos diversos com taxa de juros inferior a 2% ao mês.

    A Caixa Econômica Federal oferece a partir do dia 1º de outubro uma modalidade de financiamento voltada para pessoas com necessidades especiais. Trata-se da BCD CAIXA Viver sem Limites, que financiará a compra de equipamentos, bens e serviços úteis a pessoas com alguma deficiência.
    Pela linha de crédito será possível adquirir prótese, órtese, aparelho ortopédico, cadeira de roda, cadeira para banho, aparelho auditivo, impressora em Braille, camas motorizadas, inaladores, andadores, calculadora especial, relógios em Braille e falados, teclado especial, adaptação de veículos, entre outros equipamentos.

    A modalidade permite o financiamento de até 100% do valor do bem, limitado a um mínimo de R$ 500 e um valor máximo de R$ 10 mil.
    O prazo para pagamento é de até 24 meses, com taxa de juros de 1,96% a.m. "Para obter o empréstimo não é necessário comprovar necessidade especial.
    O crédito será liberado mediante apresentação da Nota Fiscal, emitida em nome do tomador do crédito, que a seu critério, pode destinar o equipamento a terceiros", explica o vice-presidente de Pessoa Física da CAIXA, Fábio Lenza.

    A disponibilização dessa operação de crédito está alinhada à política de acessibilidade do Governo Federal e cumpre a missão do banco em atuar na melhoria da qualidade de vida dos cidadãos.

    www.caixa.gov. br

    http://www.tecnologia-assistiva.org.br

    Rosângela Moreira Pinheiro



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 11h26 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Produtos para deficientes visuais

    TECASSISTIVA fornece e distribui 125 impressoras Braille para o MEC

     Foram entregues pela TECASSISTIVA impressoras Braille da marca INDEX BASIC D nas salas multifuncionais de escolas em 125 municípios brasileiros.

    Produtos

    Caixa Acústica - Impressora Basic - D
     Caixa Acústica para Impressora Basic-S ou Basic-D
    A caixa acústica para impressoras Basic da Index, reduz satisfatoriamente o nível de ruído.
     
     
     
    Impressora Braille - 4x4 Pro
     Impressora Braille - 4x4 Pro
    A Impressora Index 4x4 Pro tem a capacidade única de produzir em formato de revista, automaticamente, sem trabalho normal adicional: é só agrafar e dobrar!
     
    Seika - Linha Braille
     Imagem da linha Braille Seika.
    Linha Braille Seika, sinônimo de simplicidade e tecnologia, possui 40 células Braille para facilitar a leitura de seus usuários.
     
    SmartView 7000
     Foto do Ampliador eletrônico SmartView 7000.
    O SmartView 7000 é o ampliador de caracteres mais bonito, ergonômico e fácil de usar, até hoje construído.
    Rosangela Moreira



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 11h09 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Noticias

    Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência em parceria com a Acessibilidade Brasil promove o I Seminário Carioca de Tecnologia Assistiva

    Rosangela Moreira



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 10h55 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Entrevista/Informação

    Surdocegueira

    Professora fala sobre metodologias aplicadas ao Surdocego e Múltiplo Deficiente Sensorial, tendo em vista o processo inclusivo.

    Ariane Massicano: é um privilégio trabalhar com alunos com deficiência
    Um dos grandes desafios da inclusão é tratar todos em igualdade de direitos a educação valorizando a diversidade no sentido em que cada um possa contribuir em sua especificidade. Nessa perspectiva, não seria diferente quando o trabalho é com relação a inclusão do surdocego e múltiplo deficiente sensorial. "Deve-se partir de uma questão central que é a de definir com clareza que inclusão está sendo focalizada e qual o tipo que propiciaria as crianças com necessidades especiais maiores benefícios para seu desenvolvimento e bem estar", diz a professora de educação especial da rede Estadual de Ensino Ariane Cristina de Mello Massicano.

    Ariane é formada em pedagogia com licenciatura plena pela Faculdade de Educação, Ciências e Artes Dom Bosco (FAECA) de Monte Aprazível, interior de São de Paulo. Fez especialização em Habilitação no Magistério de Deficientes Mentais pela Faculdade Auxilium de Filosofia, Ciências e Letras (FAL) de Lins (SP) e Pós-graduação em Formação de Educadores para Portadores de Deficiências Sensoriais (Mental, Auditiva, Visual e Física), Múltiplas Deficiências e Surdocegueira pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), em São Paulo.

    Trabalhando cerca de quatorze anos em educação especial, passando por todas as áreas e modalidades existentes, Ariane é professora de sala de recursos na Rede Estadual de Ensino - Escola.Estadual Dr. Waldemiro Naffah, de São Jose do Rio Preto (SP), faz atendimento clínico-pedagógico especializado em clínica, dá aula no curso de pós-graduação em Educação Especial e Inclusiva, da Faculdade de Educação, Ciências e Artes Dom Bosco de Monte Aprazível/SP e em cursos de capacitação e formação de professores através de empresas de consultoria com cursos na área de educação especial em vários municípios.

    Com todos esses anos de experiência Ariane conta que se sente privilegiada por trabalhar com pessoas de todos os tipos de deficiências. "Acredito em novas possibilidades de intervenção onde o único objetivo é a aprendizagem significativa e efetiva."

    Na entrevista que concedeu ao site Sentidos, a professora de educação especial fala, entre outras questões, sobre as causas da surdocegueira e de metodologias aplicadas ao surdocego e múltiplo deficiente sensorial tendo em vista o processo inclusivo.

    Sempre trabalhou com alunos com deficiência?
    Posso dizer que sempre tive o privilégio de trabalhar com pessoas de todos os tipos de deficiências. Na medida em que surgiam novos casos procurava subsídios necessários que pudessem me auxiliar quanto ao conhecimento de novas metodologias, novas técnicas e recursos capazes de se adequarem a necessidade específica de cada aluno. No decorrer da minha carreira pude me especializar e adquirir novos conhecimentos acerca da diversidade. Acreditava e continuo acreditando em novas possibilidades de intervenção onde o único objetivo é a aprendizagem significativa e efetiva.

    Por que decidiu trabalhar nessa área?
    Acredito que nasci com esse desejo no meu coração e estava escrito, e por mais difícil que foi chegar até aqui, jamais desisti ou pensei em deixar de acreditar no trabalho voltado para educação especial. Acredito que "todos" podem aprender independente de terem ou não condições ou possibilidades. Todos possuem habilidades que devem ser trabalhadas, buscando ou não, novas formas e\ou recursos adaptados.

    O que é surdocegueira?
    Existem várias definições condizentes. Seria pertinente esclarecer que a surdocegueira é uma deficiência única que apresenta a perda da audição e visão de tal forma que a combinação das duas deficiências impossibilita o uso dos sentidos de distância, cria necessidades especiais de comunicação, causa extrema dificuldade na conquista de metas educacionais, vocacionais, recreativas, sociais, para acessar informações e compreender o mundo que o cerca. Nesse sentido, temos vários autores tais como Writer, Freeman, Wheeler & Griffin, McInnes, dentre outros, que defendem a surdocegueira como única e não como a soma de dois comprometimentos sensoriais. Segundo o Grupo Brasil de Apoio ao Surdocego e Múltiplo Deficiente Sensorial embora a surdocegueira possua duas deficiências associadas - a surdez e a cegueira - não se trata da somatória de ambas mas uma deficiência única que apresenta características peculiares como graves perdas auditivas e visuais, levando quem a possui, ter formas específicas de comunicação. Cabe ressaltar que existem vários tipos de surdocegueira como cegueira congênita e surdez adquirida, surdez congênita e cegueira adquirida, cegueira e surdez congênita, cegueira e surdez adquirida, baixa visão com surdez congênita ou adquirida.

    Quais são as causas dessa deficiência?
    Antigamente, pensava-se que a principal causa da surdocegueira seria a síndrome da Rubéola Congênita. Hoje em dia, com a tecnologia mais avançada, sabe-se que as principais causas se relacionam com a prematuridade ou com várias anomalias, tais como: rubéola, síndromes (Down, Usher, Trissomia 13, entre outras), anomalias congênitas (associação de CHARGE, hidrocefalia, microcefalia, síndrome fetal alcoólica, abuso de drogas pela mãe, entre outras), prematuridade e disfunções pré-natais congênitas (SIDA, toxoplasmose, herpes, sífilis, rubéola, citomegalovírus, dentre outros) e causas pós-natais (asfixia, traumatismo craniano, encefalite, meningite, sarampo, caxumba, dentre outros). Há, no entanto, estudiosos que acreditam que a principal causa é ainda desconhecida.

    É possível perceber que uma criança é surdocega logo ao nascer?
    Logo após o nascimento de uma criança uma equipe médica se disponibiliza para averiguar o desenvolvimento e aspectos gerais da criança e especificamente aquela que é surdacega dispõe de características únicas, que resultam do efeito combinado das deficiências auditiva e visual. Ao nascer essa criança sentirá extremo desconforto demonstrando irritação e choro constante devido à possível falta desses sentidos. Contudo isso só poderá se confirmar através de um diagnóstico diferencial abrangendo diferentes tipos de exames como os laboratoriais, exames médicos (neurológico, visão, audição, físico), avaliações genéticas, dentre outros. Cabe ressaltar que se a criança já possui um histórico que sugestiona qualquer comprometimento e\ou deficiência os médicos estarão atentos a qualquer indício podendo assim orientar e encaminhar a família de forma adequada.

    Como a criança surdocega reage às novas situações?
    Segundo os autores Telford & Sawrey (1976), quando a visão e a audição estão gravemente comprometidas, os problemas relacionados à aprendizagem dos comportamentos socialmente aceitos e a adaptação ao meio se multiplicam. A falta dessas percepções e sentidos limita a criança surdocega na antecipação do que vai ocorrer a sua volta. Sua dificuldade na antecipação dos fatos faz com que cada experiência possa parecer nova e assustadora, como ser transportada de um lugar para o outro, sentir na boca a introdução de um alimento novo ou ser tocado repentinamente. Ainda como resultado da privação de sentidos (visão e audição), sua motivação na exploração do ambiente é proporcionalmente diminuída. Seu mundo se limita ao que por casualidade está ao alcance de sua mão e, sobretudo a si mesmo.

    Quais são os recursos educacionais utilizados no desenvolvimento dessa criança?
    Quando se nasce surdocego não se sabe o que o mundo apresenta, que existem formas, cores, números, diversidade de coisas, pode-se até nunca descobrir a "noção do eu". Afinal é o ato de aprender que nos distingue dos outros, portanto, há que se aproveitar cada momento para aprender e preparar as competências para o que a seguir virá. Para um surdocego há metas que se impõem e intervenções que devem ser realizadas e há que se desenvolver uma aprendizagem de maneira diferenciada, com metodologias específicas abrangendo e esgotando todas as formas passíveis de contribuição ao seu desenvolvimento global. Além dessas questões, é importante que a criança esteja motivada a participar de experiências externas, ainda que básicas, como alimentação, higiene, lazer, etc.

    Como é essa aprendizagem?
    O processo de aprendizagem ocorre por repetição e estimulação orientada em contextos naturais, dado que a surdocegueira interfere na capacidade de aprendizagem espontânea e na de imitação. Sabe-se que o aprendizado da via de comunicação exige atendimento especializado com estimulação específica e individualizada. Quando a criança é estimulada precocemente, ela adquire comportamentos sociais mais adequados e também poderá desenvolver e aprender a usar seus sentidos remanescentes melhor do que aquela que não recebeu atendimento.

    Como ela se comunica?
    Segundo o autor Nunes (2000), "o processo comunicativo envolve recepção da informação e a respectiva compreensão da mensagem. Desde muito cedo, a criança começa a perceber o que é a fala e que os diferentes tons de voz, as expressões faciais, os gestos e os toques, pretendem dizer-lhe algo, ou seja, que esses comportamentos têm significados" (p.48). No entanto, para a criança surdocega é importante considerar cuidadosamente as formas de como transmitir a informação e como lhe será permitido que comece a antecipar o que vai acontecer. A comunicação pode ser receptiva - processo de recepção e compreensão de mensagens ou expressiva - forma como expressar desejos, necessidades e sentimentos. Os recursos de comunicação usados pelas pessoas surdocegas são vários (sistemas alfabéticos: dactilológicos, letras maiúsculas, tablitas, braille, máquina de escrever em tinta ou braille e sistemas não-alfabéticos: LIBRAS, LIBRAS adaptada, leitura labial, Tadoma, movimentos corporais, sinais no corpo, símbolos, sistemas suplementares de comunicação como levantar a cabeça, dentre outros). Entre todos, o tato constitui a via promissora no estabelecimento das interações com o ambiente.

    Quais são as metodologias aplicadas ao surdocego e múltiplo deficiente sensorial, tendo em vista o processo inclusivo?
    Deve-se partir de uma questão central que é a de definir com clareza que inclusão está sendo focalizada e qual o tipo de inclusão que propiciaria as crianças com necessidades especiais maiores benefícios para seu desenvolvimento e bem estar. Temos subsídios pertinentes a essa temática. Recentemente pudemos dispor da socialização de uma videoconferência que abordou justamente esse tema explicitando a real situação da inclusão de surdocegos na rede regular de ensino. Modalidades de atendimento, política educacional, adaptação curricular, ambientes estruturados, equipamentos e materiais específicos. Enfim, educadores e representantes do governo buscando alternativas e possibilidades passíveis de contribuição ao desenvolvimento do processo inclusivo do surdocego. Mas, para que ocorra efetivamente a inclusão de crianças surdocegas e com múltipla deficiência sensorial se faz necessário um preparo cuidadoso em vários níveis e aspectos entre os quais caberia citar a formação de profissionais, o preparo das condições quanto às possibilidades e limites que a escola oferece, adequando-a quando necessário, ao conhecimento e socialização acerca do bem estar da criança deficiente, adaptações e alterações curriculares complementares com objetivos funcionais, dentre outros. A surdocegueira não deve ser vista meramente pelo ângulo físico e social, precisa ser considerada dentro de um contexto mais amplo e existencial do ser humano.

    Como os pais devem lidar com uma criança surdocega?
    O papel da família tem grande importância em todo o processo educacional da criança surdocega. Segundo Freeman (1991), o sucesso no processo da educação de crianças surdocegas depende em grande parte dos pais, por serem eles, ao longo da vida as pessoas que terão maior influência na educação de seus filhos. Quando eles participam do processo educacional, apoiando e compartilhando conhecimentos com os profissionais, a criança surdocega aprende a amenizar os obstáculos que enfrenta.

    O que se tem feito para o conhecimento e a divulgação da surdocegueira?
    Grandes avanços têm-se apresentado no âmbito dessa temática e embora esforços infindos se perpetuem ainda se faz necessário que abordagens como essa se decorra favorecendo assim o conhecimento e divulgação acerca da surdocegueira como metodologias e recursos específicos, adaptações curriculares, inclusão na rede regular de ensino, adaptações no ambiente, questões sociais, atendimento especializado, dentre outros.

    O que há de atendimento para essas pessoas?
    Considerando os aspectos e propósitos da educação inclusiva, nós especialistas, procuramos contribuir em direção de novas possibilidades de atendimento para essas pessoas. Ainda temos muito que contribuir e estamos sujeitos a inúmeras adaptações. Em conjunto com as secretarias estaduais e municipais buscamos soluções viáveis para a implantação de atendimento ao surdocego e múltiplo deficiente sensorial. Aqui, na região de São Jose do Rio Preto busco condições que permitam a implantação do atendimento subsidiada à legislação pertinente. Recebo apoio e auxílio de pessoas comprometidas e ao mesmo tempo responsáveis em suas funções. E o único e maior objetivo é a garantia do atendimento especializado previsto na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, que fala no Art. 203.- A assistência social será prestada a quem dela necessitar, independentemente de contribuição à seguridade social, e tem por objetivos: I - a proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice; II - o amparo às crianças e adolescentes carentes; III - a promoção da integração ao mercado de trabalho; IV - a habilitação e reabilitação das pessoas portadoras de deficiência e a promoção de sua integração à vida comunitária. Desde então, aproveito o ensejo para agradecer Nair Prata, pessoa especial em suas atribuições, pelo empenho, carinho e dedicação em me auxiliar nessa conquista. Pessoas responsáveis, envolvidas e conscientes se fazem necessárias à concretização do processo inclusivo.

    O que falta para que a pessoa surdocega seja incluída, de fato, na sociedade?
    O direito de todos à educação aparece consignado em declarações e princípios assumidos legalmente onde cada um tem clara obrigação de respeitar e promover o desenvolvimento igualitário a todos. A concretização deste direito assenta fundamentalmente na universalidade do acesso à educação e na promoção da otimização de condições de aprendizagem para todos, eliminando assimetrias e disparidades que podem ser obstáculos à freqüência da escola e ao sucesso na aprendizagem voltado ao seu efetivo exercício da cidadania. Diante disso, cabe a nós, sujeitos aprendizes que somos, refletirmos diante da possibilidade de ler essa entrevista com a própria visão mediante a liberdade de realizar qualquer ação ou atitude desejada, pois muitos não têm a mesma permissividade porque além de faltar-lhe a luz e o som se sentem, e são privados da comunicação, e cada vez mais isolados do mundo que os cercam. Difícil colocar-nos na condição de viver no silêncio e na escuridão dependendo do auxílio e credibilidade das pessoas para ao menos aprender a se comunicar e ou entrar em contato com as diferenças que o mundo nos proporciona afinal a vida tem que continuar a fazer sentido. Para um surdocego há metas que se impõem como a aprendizagem e formas diferenciadas de comunicação. E o difícil é conviver com as diversidades advindas da deficiência sem apoio e ou respaldo adequado. Contudo, é necessário o desenvolvimento de um currículo específico e adequado que se possam atender os direitos básicos de comunicação e desenvolvimento global do surdocego enquanto sujeitos ativos e atuantes na sociedade em que vivem. O trabalho que a escola terá que desenvolver com as crianças surdocegas tem como objetivo o sucesso em sua vida futura. É necessário estabelecer intervenções nas quais os objetivos estejam de acordo com as reais necessidades da criança. Por isso, é importante que toda a comunidade escolar e local esteja envolvida no processo de escolarização e desenvolvimento da criança surdocega. Devem-se planejar alternativas de inclusão nas atividades sociais e culturais, enfim, pensar formas que viabilizem sua vida em sociedade.Diante disso, o verdadeiro desafio é ultrapassar a barreira do silêncio e do isolamento em que nós mesmos nos colocamos.

    http://sentidos.uol.com.br/canais/materia

    Rosângela Pinheiro







    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 6h08 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    CIDADANIA

    Autonomia

    Projeto que prevê identificação em cédulas brasileira para deficientes visuais será analisado pela Comissão de Assuntos Econômicos

     

    O Projeto de Lei Nº141/2008, de autoria do Senador Flávio Arns, que trata da obrigatoriedade da inclusão de tecnologias que possibilitem a identificação das cédulas brasileiras por pessoas com deficiência visual foi aprovado pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa no dia 13 de agosto. A proposta segue agora para análise terminativa na Comissão de Assuntos Econômicos.

    Segundo o senador a idéia é adotar uma tecnologia que esteja disponível, conforme o entendimento do Banco Central e da Casa da Moeda, como, por exemplo, tamanhos diferenciados das cédulas ou marcas táteis, desde que a marca não se desgaste com a manipulação e envelhecimento da cédula.

    "A iniciativa visa possibilitar à pessoa cega o direito de atuar de forma mais independente e segura na sociedade, reconhecendo por conta própria os valores das cédulas do dinheiro brasileiro", diz o senador. Para ele, o cidadão cego está sujeito à má fé de pessoas desonestas, pois não pode conferir o valor das notas. "A utilização de tecnologias para identificação das cédulas será fundamental para a inclusão e autonomia das pessoas com deficiência visual. Ter condições de decidir sobre sua vida financeira é um antigo desafio para esta área."

    Possibilitar a identificação das cédulas brasileiras por pessoas com deficiência visual já foi tema de duas proposições anteriores, uma do senador Lúcio Alcântara, em 1996, e, mais recentemente, outra do senador Paulo Octávio, em 2003. Entretanto, as propostas foram arquivadas com o termino das legislaturas. De acordo com Arns a relevância do tema serviu de inspiração para dar continuidade ao projeto.

    "Recebi demandas de pessoas cegas que reclamaram dessa dificuldade. Entretanto, este tema já foi amplamente debatido anteriormente, durante a tramitação dos projetos que também traziam esta iniciativa, com a colaboração de entidades como a Fundação Dorina Nowill, de São Paulo."

    Para o senador o projeto não causa nenhum impacto na economia, não tem mérito monetário. É uma mera adaptação do meio circulante, o que pode ser resolvido de forma técnica pela Casa da Moeda. "Assim que o projeto for aprovado em caráter terminativo pela Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, ele será remetido à Câmara Federal."


    Reportagem: Claudete Oliveira

    http://sentidos.uol.com.br

    Rosângela Moreira Pinheiro



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 5h58 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Dicionário da Língua Brasileira de Sinais

    Está na rede o Dicionário da Língua Brasileira de Sinais

    A consulta a cada verbete pode ser feita em ordem alfabética ou por assunto. O pesquisador também obterá informações sobre acepção, categoria gramatical e origem da expressão desejada.

    Criado com o objetivo de contribuir para a comunicação do deficiente auditivo e com o deficiente auditivo, o Dicionário da Libras é resultado de um cuidadoso trabalho de concepção, pesquisa, elaboração, redação e filmagem, coordenado e realizado pela Acessibilidade Brasil, com a participação de uma equipe de especialistas.

    Os interessados em ter em sua página o link do Dicionário Brasileiro da Língua Brasileira de Sinais, devem entrar em contato com o endereço acesso@acessobrasil.org.br.

    O link para o dicionário é
    http://www.acessobrasil.org.br/libras/

    http://www.dasilva.org.br/

    Rosangela Moreira Pinheiro



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 12h40 AM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Proposta de Acessibilidade

    No site: http://www.braille-online.com.br/frameset.htm encontraremos entre outras coisas a seguinte proposta:

    No Brasil estima-se que existam cerca de 17 milhões de pessoas portadoras de deficiência, representado cerca de 10% da população Brasileira , desses cerca de 4 milhões são deficientes sensoriais (deficientes auditivos e deficientes visuais).

    Com a disseminação das novas tecnologias de informação e comunicação, a internet potencializada por recursos de multimídia, assume um papel relevante como fator de inclusão social dessa população com necessidades especiais.

    A exemplo das políticas adotadas pelas Nações Unidas, em especial pela Comunidade Européia, que tem incluído em seus respectivos documentos à igualdade de oportunidades para pessoas portadoras de deficiência e aos idosos, a indicação de que os Estados devem promover o acesso universal à informação e aos serviços disponíveis para os cidadãos em geral, garantido pela disponibilização de instrumental adequado ao seu uso por portadores de necessidades especiais.

    A construção e adequação de programas de computador, "sites", portais, "home pages", entre outros, devem ser vistas agora com essa proposta de acessibilidade, não excludente, com base nas normas internacionais de acessibilidade WAI e W3C, amplamente utilizadas em diversos países e agora já incorporadas e regulamentadas no Brasil, pela lei nº 1098 de 19 de dezembro de 2000.

    A Acessibilidade Brasil dentro de sua missão institucional e detentora de experiências nessa área se compromete, com a oferta de serviços, apoiar a adequação dos recursos de informação e comunicação já desenvolvidos e a desenvolver, dentro dessa proposta de acessibilidade, com os seguintes pressupostos: Uso simples e interativo; Equiparação nas possibilidades de uso; Flexibilidade de uso; Tolerância ao erro; Dimensão e espaço para uso e interação. Principalmente para programas de computador; informações e aplicações pela internet.

    Confiram!

    Rosangela Pinheiro



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 12h13 AM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Dica legal: Lente de aumento do Windows

    Ferramenta auxilia pessoas com visão subnormal

    O sistema operacional Windows, Win 98, Win ME, Win XP, Win 2000, Win 2003, vem com recurso de acessibilidade para deficientes visuais. Um dos recursos é uma lente de aumento, onde metade da tela fica ampliada em até 6x e outra metade permanece na sua configuração de vídeo padrão. Nesse mesmo recurso pode-se fazer uma inversão de cores.

    Como usar

    A lente de aumento é um componente do Windows, sendo assim, o seu sistema pode já estar com esse recurso. Caso não esteja, através de um CD de instalação de seu Windows você poderá acrescentar este recurso.

    Para acessar a lente de aumento entre no menu iniciar - programas - acessórios - acessibilidade - lente de aumento.

    Caso esse componente não foi instalado em seu computador, vá no menu iniciar - configurações - painel de controle - adicionar ou remover programas - vá na opção instalação do Windows (se for win XP ou 2000 a opção é instalar componentes no Windows), entre em acessibilidade e selecione lente de aumento, insira o CD de seu Windows e clique em avançar. Sua lente de aumento já está instalada.

    Alterar ponteiro do Mouse

    Você pode também alterar o ponteiro de seu mouse, trocando a cor, colocando rastro para facilitar a visualização, e ampliando. Para fazer essas alterações vá no menu iniciar - configurações - painel de controle - mouse - selecione ponteiro e configure da melhor maneira para sua acessibilidade.

    Outros softwares para ampliar tela:

    * ABC Lente de Aumento
    Para download acesse:
    http://www.consultainterpostos.com.br/download/instalarlentedeaumento.exe

    Rosangela Moreira Pinheiro



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 11h15 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Vídeo

    História de judoca é tema de vídeo do projeto AVAPE no Podium!

    Vídeo publicitário de 30 segundos mostra a história de um atleta paraolímpico e está disponível para ser veiculado pela mídia interessada na causa da pessoa com deficiência

    O esporte é sinônimo de vitórias e superação, principalmente para pessoas com algum tipo de deficiência. Caso do judoca Helder Maciel Araújo, cego desde os 10 anos, atual campeão parapanamericano e europeu na categoria peso ligeiro (até 60kg). No vídeo lançado pela AVAPE, instituição focada na inclusão de pessoas com deficiência, o atleta conta um pouco de sua história e fala do sonho de ganhar uma medalha na Paraolimpíada de Pequim.

    Helder Maciel Araújo é um dos convocados pelo Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) para defender o Brasil na China. O sonho desses esportivas em participar de uma Olimpíada se tornou realidade graças ao projeto AVAPE no Podium!. A delegação brasileira terá 187 atletas e será a maior da história do Brasil em Paraolimpíadas.

    O vídeo está disponível para ser veiculado em toda a mídia nacional interessada em divulgar a participação dos atletas em Pequim e falar sobre o esporte como forma de inclusão social.

    O material pode ser solicitado à área de comunicação da AVAPE pelo telefone: (11) 4433-5009, e visualizado em www.avape.org.br/videos/COMERCIAL_AVAPE.wmv

     Para Carlos Ferrari, vice-presidente institucional da AVAPE e presidente da Federação Paulista de Desportos para Cegos, a convocação dos atletas coroa o trabalho realizado pela AVAPE em parceria com o CESEC (Centro de Emancipação Social e Esportiva para Cegos). “A união de esforços das duas entidades vai muito além do esporte ou de uma oportunidade de trabalho. Ela traduz o conceito de inclusão social no sentido mais amplo, o que possibilita uma rica troca de experiências e intercâmbio entre todos os envolvidos”, afirma.

    http://www.saci.org.br

    Rosangela Pinheiro



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 10h45 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Categorias de Tecnologia Assistiva

    A presente classificação faz parte das diretrizes gerais da ADA, porém não é definitiva e pode variar segundo alguns autores. O importante é destacar a importância que esta organização confere ao universo de recursos, que até aqui vinham sendo confundidos com equipamentos da área médica/hospitalar (estrito senso) bem como outros não reconhecidos como ajudas de vida diária. A importância desta classificação está no fato de organizar a utilização, prescrição, estudo e pesquisa destes materiais e serviços, além de oferecer ao mercado focos específicos de trabalho e especialização.

    1

    Auxílios para a vida diária

    Materiais e produtos para auxílio em tarefas rotineiras tais como comer, cozinhar, vestir-se, tomar banho e executar necessidades pessoais, manutenção da casa etc.

    2

    CAA (CSA)
    Comunicação aumentativa (suplementar) e alternativa

    Recursos, eletrônicos ou não, que permitem a comunicação expressiva e receptiva das pessoas sem a fala ou com limitações da mesma. São muito utilizadas as pranchas de comunicação com os símbolos PCS ou Bliss além de vocalizadores e softwares dedicados para este fim.

    3

    Recursos de acessibilidade ao computador

    Equipamentos de entrada e saída (síntese de voz, Braille), auxílios alternativos de acesso (ponteiras de cabeça, de luz), teclados modificados ou alternativos, acionadores, softwares especiais (de reconhecimento de voz, etc.), que permitem as pessoas com dEficiência a usarem o computador.

    4

    Sistemas de controle
    de ambiente

    Sistemas eletrônicos que permitem as pessoas com limitações moto-locomotoras, controlar remotamente aparelhos eletro-eletrônicos, sistemas de segurança, entre outros, localizados em seu quarto, sala, escritório, casa e arredores.

    5

    Projetos arquitetônicos para acessibilidade

    Adaptações estruturais e reformas na casa e/ou ambiente de trabalho, através de rampas, elevadores, adaptações em banheiros entre outras, que retiram ou reduzem as barreiras físicas, facilitando a locomoção da pessoa com dEficiência.

    6

    Órteses e
    próteses

    Troca ou ajuste de partes do corpo, faltantes ou de funcionamento comprometido, por membros artificiais ou outros recurso ortopédicos (talas, apoios etc.). Inclui-se os protéticos para auxiliar nos déficits ou limitações cognitivas, como os gravadores de fita magnética ou digital que funcionam como lembretes instantâneos.

    7

    Adequação Postural

    Adaptações para cadeira de rodas ou outro sistema de sentar visando o conforto e distribuição adequada da pressão na superfície da pele (almofadas especiais, assentos e encostos anatômicos), bem como posicionadores e contentores que propiciam maior estabilidade e postura adequada do corpo através do suporte e posicionamento de tronco/cabeça/membros. 

    8

    Auxílios
    de mobilidade

    Cadeiras de rodas manuais e motorizadas, bases móveis, andadores, scooters de 3 rodas e qualquer outro veículo utilizado na melhoria da mobilidade pessoal.

    9
    Auxílios para cegos ou com visão sub-normal

    Auxílios para grupos específicos que inclui lupas e lentes, Braille para equipamentos com síntese de voz, grandes telas de impressão, sistema de TV com aumento para leitura de documentos, publicações etc.

    10

    Auxílios para surdos ou com déficit auditivo

    Auxílios que inclui vários equipamentos (infravermelho, FM), aparelhos para surdez, telefones com teclado — teletipo (TTY), sistemas com alerta táctil-visual, entre outros.

    11

    Adaptações em veículos

    Acessórios e adaptações que possibilitam a condução do veículo, elevadores para cadeiras de rodas, camionetas modificadas e outros veículos automotores usados no transporte pessoal.

    Símbolos de Comunicação Pictórica • Picture Communication Symbols (PCS)
    © 1981-2007 Mayer-Johnson, LLC. Todos os direitos reservados.

     

    http://www.assistiva.com.br/

    Rosangela Moreira  

     



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 6h05 AM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    SOBRE TECNOLOGIAS ASSISTIVAS

    O que é Tecnologia Assistiva?

    Conceito

    Tecnologia Assistiva é um termo ainda novo, utilizado para identificar todo o arsenal de Recursos e Serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e conseqüentemente promover Vida Independente e Inclusão.

    É também definida como "uma ampla gama de equipamentos, serviços, estratégias e práticas concebidas e aplicadas para minorar os problemas encontrados pelos indivíduos com deficiências" (Cook e Hussey • Assistive Technologies: Principles and Practices • Mosby – Year Book, Inc., 1995).

    O termo Assistive Technology, traduzido no Brasil como Tecnologia Assistiva, foi criado em 1988 como importante elemento jurídico dentro da legislação norte-americana conhecida como Public Law 100-407, que compõe, com outras leis, o ADA - American with Disabilities Act. Este conjunto de leis regula os direitos dos cidadãos com deficiência nos EUA, além de prover a base legal dos fundos públicos para compra dos recursos que estes necessitam.

    Nele, a Tecnologia Assistiva se compõe de Recursos e Serviços. Os Recursos são todo e qualquer item, equipamento ou parte dele, produto ou sistema fabricado em série ou sob-medida utilizado para aumentar, manter ou melhorar as capacidades funcionais das pessoas com deficiência. Os Serviços, são definidos como aqueles que auxiliam diretamente uma pessoa com deficiência a selecionar, comprar ou usar os recursos acima definidos.

    • Recursos
      Podem variar de uma simples bengala a um complexo sistema computadorizado. Estão incluídos brinquedos e roupas adaptadas, computadores, softwares e hardwares especiais, que contemplam questões de acessibilidade, dispositivos para adequação da postura sentada, recursos para mobilidade manual e elétrica, equipamentos de comunicação alternativa, chaves e acionadores especiais, aparelhos de escuta assistida, auxílios visuais, materiais protéticos e milhares de outros itens confeccionados ou disponíveis comercialmente.

    • Serviços
      São aqueles prestados profissionalmente à pessoa com deficiência visando selecionar, obter ou usar um instrumento de tecnologia assistiva. Como exemplo, podemos citar avaliações, experimentação e treinamento de novos equipamentos.
      Os serviços de Tecnologia assistiva são normalmente transdisciplinares envolvendo profissionais de diversas áreas, tais como:

    • Fisioterapia

    • Terapia ocupacional

    • Fonoaudiologia

    • Educação

    • Psicologia

    • Enfermagem

    • Medicina

    • Engenharia

    • Arquitetura

    • Design

    • Técnicos de muitas outras especialidades

    No Brasil, encontramos também terminologias diferentes que aparecem como sinônimos da Tecnologia Assistiva, tais como “Ajudas Técnicas”, “Tecnologia de Apoio“, “Tecnologia Adaptativa” e “Adaptações”.

     

    Objetivos da Tecnologia Assistiva

    Proporcionar à pessoa com deficiência maior independência, qualidade de vida e inclusão social, através da ampliação de sua comunicação, mobilidade, controle de seu ambiente, habilidades de seu aprendizado, trabalho e integração com a família, amigos e sociedade.

     

    Por que o termo "Tecnologia Assistiva"?

    Um texto de Romeu Kazumi Sassaki, escrito em 1996:

    ASSISTIVE TECHNOLOGY

    Lendo artigos sobre equipamentos, aparelhos, adaptações e dispositivos técnicos para pessoas com deficiências, publicados em inglês, ou vendo vídeos sobre este assunto produzidos em inglês, encontramos cada vez mais freqüentemente o termo assistive technology. 

    No contexto de uma publicação ou de um vídeo, é fácil entender o que esse termo significa. Seria a tecnologia destinada a dar suporte (mecânico, elétrico, eletrônico, computadorizado etc.) a pessoas com deficiência física, visual, auditiva, mental ou múltipla. Esses suportes, então, podem ser uma cadeira de rodas de todos os tipos, uma prótese, uma órtese, uma série infindável de adaptações, aparelhos e equipamentos nas mais diversas áreas de necessidade pessoal (comunicação, alimentação, mobilidade, transporte, educação, lazer, esporte, trabalho e outras). No CD-ROM intitulado Abledata, já estão catalogados cerca de 19.000 produtos tecnológicos à disposição de pessoas com deficiência e esse número cresce a cada ano.

    Mas como traduzir assistive technology para o português? Proponho que esse termo seja traduzido como tecnologia assistiva pelas seguintes razões:

    Em primeiro lugar, a palavra assistiva não existe, ainda, nos dicionários da língua portuguesa. Mas também a palavra assistive não existe nos dicionários da língua inglesa. Tanto em português como em inglês, trata-se de uma palavra que vai surgindo aos poucos no universo vocabular técnico e/ou popular. É, pois, um fenômeno rotineiro nas línguas vivas.

    Assistiva (que significa alguma coisa "que assiste, ajuda, auxilia") segue a mesma formação das palavras com o sufixo "tiva", já incorporadas ao léxico português. Apresento algumas dessas palavras e seus respectivos vocábulos na língua inglesa (onde eles também já estão incorporados). Foram escolhidas palavras que se iniciam com a letra a, só para servirem como exemplos.

    associativa - associative adotiva - adoptive
    adutiva - adductive afetiva - affective
    acusativa - accusative adjetiva - adjective
    aquisitiva - aquisitive agregativa - aggregative
    ativa - active assertiva - assertive
    adaptativa - adaptive aplicativa - applicative

    Nestes tempos em que o movimento de vida independente vem crescendo rapidamente em todas as partes do mundo, o tema tecnologia assistiva insere-se obrigatoriamente nas conversas, nos debates e na literatura. Urge, portanto, que haja uma certa uniformidade na terminologia adotada, por exemplo com referência à confecção/fabricação de ajudas técnicas e à prestação de serviços de intervenção tecnológica junto a pessoas com deficiência.

    http://www.assistiva.com.br/ 

    Rosangela Moreira



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 6h03 AM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    TECNOLOGIAS ASSISTIVAS

    UM OLHAR SOBRE A INCLUSÃO

    http://www.youtube.com/watch?v=tpJf5VSHQOU

    Rosângela Pinheiro



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 5h46 AM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Vídeo

    A inclusão digital para deficientes Visuais

    http://www.youtube.com/watch?v=74-a83YWjXg

    Rosangela Pinheiro



    Categoria: Inclusão Digital
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 5h30 AM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Inclusão digital

    Associação promove inclusão digital para deficientes visuais

    Na cidade de São Paulo, encontra-se a Associação de Deficientes Visuais e Amigos (Adeva), que trabalha para proporcionar ao deficiente visual a sua inclusão na sociedade e no mercado de trabalho. Em 2002, o programa de inclusão digital do Estado de São Paulo, o AcessaSP (em que atua o Lidec), por meio do governo estadual, firmou parceria com a associação e criou um posto de acesso à internet para os freqüentadores da mesma.

    Mesmo antes dessa parceria, a Adeva já realizava cursos de computação aos usuários, porém o número vem aumentando após a chegada do AcessaSP. De acordo com o monitor comunitário da associação, Flávio Monteiro, “os usuários chegam leigos e querem logo saber de internet”. Porém, é necessária a realização de um curso, que começa pela digitação, passa pelo Windows, Word e só depois chega à internet. E não fica por aí, pois é possível cursar o Excel e até mesmo aprender linguagens de criação de páginas na internet, como HTML, entre outros.

    A internet serve de grande auxílio aos deficientes, muitos fazem pesquisas, enviam currículos e têm acesso às notícias do dia. “Para mim, a internet é maravilhosa”, comenta Mariana Maester, deficiente visual e freqüentadora da Adeva. “Pelo computador, eu faço meus trabalhos de escola e pesquisas. Hoje chega a ser fundamental.”

    A jovem, de 17 anos, foi perdendo a visão devido um problema da adolescência, e só voltou a utilizar o computador graças aos softwares voltados aos deficientes visuais: “No começo eu estranhei um pouco, mas é fácil”, continua.

    A maioria dos sites não são de fácil acesso para esses usuários especiais. Certas ferramentas de criação utilizadas por alguns deles não permitem que os leitores de tela façam a síntese de voz. “Os que são criados em Flash são os piores, pois não conseguimos ver o que a animação está mostrando”, aponta Carlos Batista, instrutor de informática da Adeva e monitor do AcessaSP. Ele continua: “há a possibilidade de desenvolver páginas agradáveis e acessíveis, bastam pequenas atitudes como colocar textos descritivos em imagens”.

    Ele diz que muitas vezes procura entrar em contato com sites de difícil acesso, como o da Nestlé, por exemplo, porém, nem sempre recebe resposta: “raramente acontece”, critica o instrutor. Uma possível solução seria o desenvolvimento de dois tipos de sites, um contendo as animações e tudo mais que se achasse necessário, e um outro site voltado aos deficientes visuais, dentro dos padrões de acessibilidade para os mesmos.

    A internet pode ser um grande meio de informação aos deficientes visuais, se pequenas atitudes, como a citada por Carlos, fossem tomadas. Em nosso país existe uma Lei de Acessibilidade (nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000), que necessita de revisão, por não conter a questão do acesso à internet.

    Contudo, sancionou-se no artigo 17º: “o Poder Público promoverá a eliminação de barreiras na comunicação e estabelecerá mecanismos e alternativas técnicas que tornem acessíveis os sistemas de comunicação e sinalização às pessoas portadoras de deficiência sensorial e com dificuldade de comunicação, para garantir-lhes o direito de acesso à informação, à comunicação, ao trabalho, à educação, ao transporte, à cultura, ao esporte e ao lazer”.

    Entendendo a internet como um meio de comunicação, a barreira existente nela ainda não foi quebrada e está longe de ocorrer. O direito de acesso à informação, educação, cultura e lazer, que deveria ser garantido, não vem sendo cumprido, devido às dificuldades encontradas no acesso por usuários deficientes visuais.

    Por Bruno Henrique de Castro, do Lidec Notícias
    .

    Rosangela Pinheiro



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 5h22 AM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    PROPAGANDA

    Sentidos/REVISTA

     

     

    Bem bacana esta revista.Vale a pena conferir!Muitos assuntos de inclusão para pessoas portadoras de deficiências são abordados com seriedade e inteligência.

    http://www.escala.com.br

    Rosangela Pinheiro


    Sentidos
    A inclusão da pessoa com deficiência.

    Produzido por: Editora Escala
    Edição Nº: 47
    Páginas: 84
    Formato: 20,5 x 27,5 cm
    Peso: 0,175 kg
    Previsão de Postagem: 1 a 2 dias úteis após confirmação do pagamento
    Prazo de Entrega: Capitais em 5 dias e demais localidades de 8 a 15 dias, após confirmação do pagamento



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 2h48 AM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Prêmio Sentidos

    Quem ainda não se inscreveu no Premio Sentidos 2008, tem mais uma chance.

     

    Valorizar as conquistas e superações de pessoas com deficiência, dando visibilidade a seus projetos e histórias de vida. Esse é o principal objetivo do Premio Sentidos, uma iniciativa da Sentidos, AVAPE e Instituto Ressoar.

    Inicialmente as inscrições para esta segunda edição do Premio seriam encerradas no último dia 30 de junho. Tendo em vista uma enorme procura nos últimos dias, a Comissão Organizadora decidiu prorrogar o prazo até o dia 31 de julho. Se você conhece alguém que tenha uma história que precisa ser conhecida de todo o público, a oportunidade está aberta mais uma vez. Mesmo se você participou da edição de 2007, tendo sido finalista, premiado ou não, você pode se inscrever novamente. E não é necessário se inscrever na mesma categoria, você pode escolher uma outra se achar mais adequado para o seu caso.
    O cronograma que passa a valer é o seguinte :

     Encerramento das inscrições : 31 de julho de 2008
     Seleção dos 10 finalistas : 15 a 30 de agosto de 2008
     Divulgação dos 10 finalistas : 01 de setembro de 2008
     Seleção dos 3 finalistas : 01 de setembro a 15 de agosto de 2008
     Divulgação dos 3 finalistas : 16 de setembro de 2008
     Evento de premiação : 29 de setembro de 2008

    O regulamento desta segunda edição, permance praticamente o mesmo, apenas com a inclusão de uma categoria em que o público indicará uma pessoa com deficiência para receber um premio como destaque e um profissional que atue diretamente na promoção da inclusão.

    Participe da iniciativa que quer valorizar a superação de limites de todas as pessoas com deficiência.

    http://www.sentidos.uol.com.br
    Rosângela Pinheiro



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 2h40 AM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Inclusão Digital

    Informática para deficientes

    O acesso à informática e à internet dá a qualquer um a chance de ter o mundo nas mãos. Em Manaus, um projeto apoiado pelo Criança Esperança - parceria da Rede Globo com a Unesco - leva o mundo digital a crianças e adolescentes com necessidades especiais
    Quem chega para o primeiro dia de aula é saudado com música indígena. O som dos índios ticunas é uma forma de valorizar a cultura regional.

    Larissa, de 11 anos, está chegando com a mãe para iniciar o curso de informática. É o começo de uma nova etapa na vida das duas. Larissa nunca aprendeu informática porque não há escola na cidade preparada para atender aos portadores de necessidades especiais.

    O instituto, apoiado pelo Criança Esperança, desenvolve um projeto de inclusão digital para 90 crianças e jovens que nunca tiveram chance nas escolas comuns. Uma equipe de 32 pessoas, entre professores, monitores e especialistas, dá aulas de informática.

    Jéssica, de 17 anos, tem paralisia cerebral e chegou ao projeto há dois meses. Ela nunca tinha tocado em um computador. “Ela conversa, brinca. Inclusive, ela faz tudo sozinha no computador. A gente está ali ao lado apenas para orientá-la”, conta o instrutor de informática Cleuceano Costa.

    Para Jucilene, de 17 anos, a limitação estava em entender as aulas de cursos que havia tentado fazer. Hoje, ela tem segurança para batalhar uma vaga no mercado de trabalho. “Porque, até então, não tinha intérprete na área de informática”, explica a instrutora Linda Fá.

    O Projeto Estação Digital ainda não completou um ano de existência. Mesmo assim, já conseguiu dobrar a capacidade de atendimento. A idéia é mudar de endereço logo. É uma estratégia para atingir cada vez mais gente com essa corrente de solidariedade. “Com cada um fazendo a sua parte, nós, certamente, vamos pode transformar o mundo e deixá-lo um pouquinho melhor”, afirma o diretor do Projeto Estação Digital, Carlos Araújo.

    A escola está formando monitores. Fabrício, de apenas 12 anos, é candidato. Ele se destacou nas aulas pela perseverança e curiosidade. Em casa, a avó de Fabrício, Dona Maria Geni, disse que o menino mudou. “Ele gostava de faltar aula. Agora, está tudo bem e eu espero que ele fique melhor ainda”, disse a avó. Orgulhoso, Fabrício faz planos: “Eu vou ser médico, para ajudar as pessoas.”

    fonte: globo.com

    Rosângela Pinheiro



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 11h12 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Notícia/ Superação II / Persistência

    Jovem com paralisia cerebral recebe carteira da OAB.

    Como celebridade, Flávia Cristiane Fuga e Silva exibiu sua permissão para advogar.
    A moça acompanhou o hino e jurou defender a justiça social.
    Foto: Simone Harnik/G1
     
    Os bacharéis fazem o juramento de advogado (Foto: Simone Harnik/G1)

    No mês de maio,em São José dos Campos, no interior de São Paulo,45 bacharéis em direito fizeram o juramento profissional  .

    "Mas um deles, com mais empenho. Flávia Cristiane Fuga e Silva, de 26 anos, com paralisia cerebral, recebeu sua carteira de advogada, após cinco anos de faculdade e três exames da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

    A jovem praticamente não fala e se locomove com o auxílio de uma cadeira de rodas. Em parte do juramento, foi auxiliada pela mãe para levantar seu braço. Persistente, a moça escapou da mãe, levantou a mão e, como tantos colegas, prometeu defender a advocacia com dignidade, com ética e lutar pelos direitos humanos e pela justiça social.

    Perguntada se estava contente, Flávia se agitava, sorria e deixava que os olhos falassem sobre o momento. Sua mãe, a assistente social Maria do Carmo Fuga e Silva, traduziu o sentimento que compartilhava com a filha: “Hoje é o dia mais feliz da minha vida”, disse orgulhosa.

     

    Foto: Simone Harnik/G1 Flávia recebeu a carteira e o estatuto do advogado das mãos de seu pai
    (Foto: Simone Harnik/G1)

    Ao pai, o advogado, Eliezer Gomes da Silva, coube a tarefa de entregar o documento que permite à filha advogar em todo o país. Junto da carteira, ele repassou um pequeno livro de capa vermelha com os estatutos dos advogados.

    Para conseguir passar no temido exame da OAB, Flávia se preparou em cursinho, após a graduação concluída na Universidade do Vale do Paraíba (Univap) em 2005. Tentou duas vezes até a conquista. A prova, com duas fases e cinco horas de duração em cada uma delas, teve o período ampliado para Flávia.

    Sem o aumento do tempo seria quase impossível para a jovem escrever a peça profissional – uma simulação de um processo real – da última fase da avaliação. Ela teve direito a oito horas de prova muito bem utilizadas. A mãe a acompanhou: “Nem ir ao banheiro ela quis”, conta.

    No exame 133, realizado em agosto de 2007, 84,1% dos 17.871 candidatos foram reprovados. Essa foi a prova em que a moça garantiu o passaporte de advogada. Suas respostas para as questões foram coletadas com auxílio de um teclado virtual, com o qual Flávia forma com a mão esquerda as palavras letra a letra.

     Celebridade

    Na noite em que foi celebridade, a moça, em trajes pretos e sóbrios, atendeu com disposição os repórteres, fotógrafos e amigos. Chegou ao evento de entrega das carteiras, marcado para as 17h30, com dez minutos de atraso. Tudo bem. Todos a esperavam.

    Foto: Simone Harnik/G1 A família posa para fotos após a entrega da carteira
    (Foto: Simone Harnik/G1)
     

    Mesmo na OAB, enfrentou as dificuldades cotidianas de portadores de deficiências: um veículo ocupava a vaga de deficiente e atrapalhou o acesso. Pelo microfone, alguém rapidamente alertou o proprietário para que retirasse o carro prata do local.

    A família foi recebida sob flashes e entrou no salão com cerca de 150 pessoas. Flávia se esforçou em acompanhar o hino nacional e, em muitos trechos, sua voz baixinha podia ser ouvida pelos mais atentos.

    Ela foi a primeira a receber a carteira na cerimônia – uma pequena transgressão, já que a ordem alfabética é que costuma comandar esse tipo de evento. O objetivo era facilitar a vida dos jornalistas que ainda queriam relatar sua história.

    Depois, a jovem ainda deu entrevistas junto da família, tirou fotos, recebeu as amigas que a ajudaram no percurso da graduação. “No dia da matrícula, estava na faculdade com meu pai e ele viu a Flávia. Logo ele disse que aquilo sim era dificuldade e persistência, e que ninguém podia reclamar da vida. Eu nem imaginava que a Flavinha ia se tornar uma amiga”, contou Camila Vilela Macedo do Nascimento, uma das primeiras a ajudar a jovem na faculdade.

    Outra colega Ivania Moura e Souza lembra ter ficado emocionada durante uma aula. “Estava distraída, quando, de repente, ouvi meu nome. Era a Flávia me chamando e isso era muito difícil para ela.” Segundo a amiga, a nova advogada no mercado não é nada tímida e mantém posições firmes quando entra em uma discussão.

    Segundo o presidente da OAB em São José dos Campos, Luiz Carlos Pêgas, a aprovação de Flávia foi um marco: “A Ordem em São Paulo sempre defendeu os deficientes, mas não tinha advogados com paralisia cerebral. A Flávia não tem fala, mas tem um raciocínio muito legal. Atua com o pai, o que vai ajudar nas dificuldades”, afirmou.

    E não é só com o pai que Flávia vai trabalhar. Sua vaga na Comissão de Direitos das Pessoas com Deficiência já está garantida."

    http://g1.globo.com/Noticias

    Uma verdadeira lição de vida para quem não acredita nas suas próprias potencialidades.

    Rosângela Moreira



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 11h01 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Notícia/ Superação

    Estudante portador de paralisia cerebral faz monografia em áudio

    Aluno de jornalismo apresentou o trabalho no dia 24 de junho de 2008.
    Foto: Fernando Antunes/DivulgaçãoCom dificuldades para escrever, Eduardo Silva Purper optou pela gravação.
    (Foto: Fernando Antunes/Divulgação)
    Em uma cadeira de rodas, com dificuldade para escrever e apenas 20% da visão, o estudante de jornalismo Eduardo Silva Purper, 22 anos, encontrou uma forma de fazer a monografia do curso sem que tivesse que pedir para alguém digitá-la: em áudio. Quando terminar a faculdade, no ano que vem, ele será o primeiro jornalista do Rio Grande do Sul portador de paralisia cerebral, segundo o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do estado.

     “A idéia foi da minha professora -que depois se tornou minha orientadora-, pois eu não consigo ler. As coisas que eu faço são todas de memória para não precisar escrever também", conta Purper, que está no sexto semestre do curso do Centro Universitário Metodista do Instituto Porto Alegre (IPA).

     O trabalho intitulado “Análise semiológica de narrações de futebol” será apresentado e avaliado por uma banca de professores às 15h desta terça-feira (15), no IPA, em Porto Alegre. 

     A paixão pelo futebol é antiga. Aos 14 anos ele escreveu o livro “Purper é gol”, que está à disposição nas bibliotecas do IPA. "Na época eu tinha mais habilidade do que hoje para escrever porque eu treinava mais. Com a canetinha acabei escrevendo mais de cem páginas durante as sessões de terapia ocupacional, que foram reduzidas para 64 no livro", explica o jovem.
     
    Ajuda da família e empenho

    Purper conta com a família e a memória para acompanhar o curso. "Eu sento na frente e presto muita atenção no que os professores falam. Em casa, o meu pai lê os textos em voz alta e eu memorizo", diz ele que faz provas orais na faculdade.

     O pai, o aposentado Ricardo Purper, leva o filho todo dia na faculdade e fica por perto durante o período de aula. "Sempre foi assim. Minha família sempre me ajudou e me incentivou a fazer o que eu podia apesar das minhas dificuldades. Faço fisioterapia desde os nove meses de idade e caminho com ajuda", diz o estudante que tem quatro irmãos.

     Para fazer o trabalho da faculdade, o estudante desenvolveu um método. "Na monografia, em vez de pedir para o meu pai sublinhar nos livros o que eu achava importante, eu pedia para ele gravar. As gravações substituíram tudo", diz e acrescenta que a narração do trabalho é feita por ele. "Eu também usei trilha sonora na introdução e entre os capítulos e nas citações, para diferenciar, é a voz do operador de áudio", explica.

    Segundo a orientadora do trabalho, a professora Mariceia Benetti, o estudante sempre acreditou que conseguiria concluir o projeto e se empenhou muito para atingir o objetivo. “Mesmo com suas limitações físicas ele nunca teve medo do desafio, foi excelente, pois cumpriu com todos os processos propostos e sempre ia além das expectativas”, diz em nota divulgada no site da universidade. 

    Estágio e palestras

    Enquanto não se forma, o jovem que quer trabalhar com jornalismo esportivo ou político faz estágio na rádio da universidade. "Eu brinco com os meus amigos que se só existisse rádio no curso, eu não me incomodaria. Sou um ouvinte muito assíduo e quero trabalhar com isso", conta.

     Purper também participa de palestras de uma ONG sobre inclusão de deficientes em escolas e universidades.

    http://g1.globo.com/Noticias/

    Rosangela Pinheiro

     

     



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 10h44 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Vídeo

    Já pensaram em um mundo totalmente adaptado às pessoas "com deficiência"? Um mundo em que não ter "deficiência" fosse "fora do comum"? Esse anúncio francês dá uma prévia disso.

    http://mais.uol.com.br/view/x0nfxxmhqhjc/-040272D8A193E6

    Rosangela Moreira



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 5h38 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Mapa de Inclusão Digital

    Sobre o Mapa

    http://inclusao.ibict.br/mid/midnovo/mid.php

    Desde há cerca de dez anos, o tema Inclusão Digital tem merecido atenção em políticas públicas, especialmente no âmbito federal. A rigor, ninguém sabe com exatidão quantos telecentros/ pontos de inclusão digital (PIDs) existem em funcionamento no Brasil. Uma primeira aproximação de resposta a essa questão foi o estudo conduzido por Tadao Takahashi e Maria Nazaré Freitas Pereira, comissionados pela Unesco, o qual teve como foco os modelos de sustentabilidade de telecentros.

    Em 2006, o Ibict iniciou uma pesquisa de mapeamento das Iniciativas e Projetos de Inclusão Digital no Brasil (e seus respectivos PIDs) cujo intuito é mensurar o avanço da inclusão digital no país por parte de agentes públicos e privados.

    A dimensão quantitativa do Mapa implicou a definição de metodologia que permitisse evoluir dos resultados do Estudo Unesco , em que os quantitativos são agregados por iniciativas (programas e projetos) discriminados por categorias (governos federal, estadual e municipal; universidades, empresas de processamento de dados e terceiro setor) e distribuídos por regiões. A identificação de novas iniciativas foi realizada com a busca por palavras-chave que combinavam os termos inclusão digital e telecentros com os nomes dos 27 estados e dos 100 maiores municípios. Sites de organizações dedicadas à inclusão digital também foram pesquisados.

    A definição de pontos de inclusão digital (conhecidos, também, por telecentros, salas de informática, entre outros), adotada na primeira etapa da pesquisa, consiste em:

    Pontos de inclusão digital (PIDs), também denominados Telecentro, são locais dotados de um ou mais computadores para acesso público à Internet, ou apenas para treinamento em informática.

    A pesquisa busca levantar informações sobre a questão do acesso público à Internet no Brasil, mediante o tratamento e armazenamento em um banco de dados de iniciativas e projetos de inclusão digital.

    Na Fase I, foram identificadas, em cerca de três mil municípios brasileiros, 108 iniciativas no âmbito do governo federal, estadual, municipal e terceiro setor. Foram cadastrados 16.722 proto-PIDs (potencias pontos de inclusão digital), entidades que poderão se converter em PIDs, cedo ou tarde.

    Para a segunda fase, o Ibict pretende estabelecer um canal direto com cada ponto de inclusão digital, estimulando-os a atualizar seus próprios dados. Como resultado, espera-se eliminar a duplicidade de informações da pesquisa e assegurar a sua consistência e fidelidade.

    Visite e cadastre-se.

    Rosangela Pinheiro



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 5h23 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Inclusão Digital

    Cadastre-se no Mapa de Inclusão Digital do Brasil

    mid2.jpgO Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), órgão vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, está validando os dados do Mapa da Inclusão Digital no Brasil (MID) que inclui telecentros, infocentros, salas de informática, centros de inclusão digital, lan house, cibercafé, etc. Na primeira fase, foram identificadas 108 iniciativas de inclusão digital no âmbito do governo federal, estadual, municipal e terceiro setor. Foram registrados 16.722 pontos de inclusão digital (PIDs) em cerca de três mil municípios brasileiros. Na segunda fase, estamos cadastrando também iniciativas do setor privado.
    Este é o momento de confirmarmos o funcionamento dos PIDs já identificados e acrescentar novas informações ao Mapa. Para tanto, gostaríamos de contar com a sua colaboração preenchendo o cadastro. Você, que presta serviços de acesso à internet ou treina pessoas para uso das tecnologias digitais, não pode perder essa chance de ser incluído no Mapa de Inclusão Digital.Cadastre-se agora mesmo e faça parte deste projeto. A inclusão digital é uma conquista de todos os brasileiros. Sua cooperação será de extrema importância para a conclusão dos nossos trabalhos, acreditamos que estes dados serão de suma importância na tomada de decisões de gestores públicos e privados envolvidos com a inclusão digital. O IBICT tem o prazer de convidá-lo a conhecer a pesquisa e fazer parte do seu Mapa.
     
     
    Rosangela Pinheiro
     



    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 5h08 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Projeto

    Projeto educativo para deficientes visuais via Web

     

    deficiente_visual.jpgSegundo o IBGE, existem no país 16,5 milhões de brasileiros com deficiência visual, ou seja, 9,76% da população. Para atender as necessidades especiais destas pessoas, foi criada a Lei Federal de Acessibilidade (Lei Nº 10.098), que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade de pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. Porém, na prática, a grande maioria permanece excluída do acesso à educação pública fundamental devido à falta de professores especializados para atendê-los.

    Em uma tentativa de solucionar este problema, uma equipe de pesquisadores da PUC-Rio criou um software de elaboração de conteúdos para cursos via internet – uma das formas de educação a distância – totalmente acessível para portadores de deficiência visual através do leitor de telas por aúdio DOS-VOX. O trabalho de pesquisa, apoiado pelo edital Rio Inovação II da FAPERJ, tem coordenação de Hugo Fuks. Professor associado do Departamento de Informática da universidade, ele assegura que a tecnologia é inédita no mundo. Intitulado “Tecnologias Assistivas para Deficientes Visuais”, o estudo começou a ser desenvolvido em março de 2006, fruto de uma parceria entre o Laboratório de Engenharia de Software (LES) do Departamento de Informática da PUC-Rio, a empresa EduWeb e o Instituto Benjamin Constant (IBC), centro de referência nacional em educação de portadores de deficiência visual, situado no bairro da Urca, na Zona Sul do Rio.

    A empresa já comercializava um software para educação a distância (EAD) via internet, o AulaNet, concebido e desenvolvido no LES. Clientes como Rede Globo, Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, Alpargatas, Caixa Econômica Federal, Proderj (Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do RJ), já utilizaram os serviços da EduWeb, garantindo a entrada de recursos para manter esse ainda jovem empreendimento, nascido na incubadora de empresas da PUC-Rio.O IBC é a única instituição do país que possui um curso com especialização em deficiência visual para professores. O curso é presencial e seleciona em torno de 25 a 30 alunos do país inteiro, que ficam alojados na instituição durante o período de aulas.

    O projeto de tornar o software AulaNet acessível aos cegos foi desenvolvido em três partes: uma equipe de funcionários da empresa EduWeb ficou encarregada de oferecer ao IBC cursos de web-design, design gráfico, design instrucional e tutores (espécie de professores responsáveis pela elaboração de conteúdo didático) on-line para capacitar os professores do instituto a criar conteúdos para o modo acessível. Já a concepção da nova versão do AulaNet foi toda feita no LES através de duas teses de doutorado e uma dissertação de mestrado do Departamento de Informática da PUC-Rio. "A execução do projeto e a adaptação do software às tecnologias assistivas foi feita pela EduWeb sob minha coordenação. Eles utilizavam o software 'Da Silva', que lê os códigos de computador e verifica se o site é acessível ou não. Para alcançarem o objetivo, além de vários testes, eles tiveram que refazer toda a arquitetura do AulaNet", esclarece o coordenador do projeto Tecnologias Assistivas para Deficientes Visuais, Hugo Fuks.

    Fuks espera que até junho de 2008 o Ministério da Educação e Cultura (MEC) conceda a licença para que o Instituto Benjamin Constant (IBC) possa espalhar seu curso de especialização de professores on-line pelo país. Até o final de 2007, a versão acessível do AulaNet estará concorrendo a três importantes prêmios oferecidos por instituições nacionais: a Abedi (Associação Brasileira de Educação à Distância); Educare (Educação, Trabalho e Cidadania); e Riosoft (Companhia Brasileira de Serviços e Softwares Ltda.). Os cursos para capacitação dos professores do IBC devem estar concluídos até o fim do ano. Fonte: Site da Faperj.

    Rosangela Moreira Pinheiro



    Categoria: Informação
    Escrito por Rosângela Moreira ou Pinheiro às 4h47 PM
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]




    [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]